Coleção pessoal de pensador
Cada pessoa tem a sua medida de realização, e isso é algo independente do tamanho do cheque que você tem. Não se prenda a isso. Se prenda ao que você é, ao que você tem de valor e ao que você vai se tornar.
Se você não sabe aonde quer chegar, todos os caminhos vão estar errados. Se não tem estratégia própria, sempre será a estratégia de alguém.
A trajetória do empreendedor e empresário não é um caminho tranquilo. São perdas, recomeços, erros e acertos, angústias, sonhos, mas, acima de tudo, uma vontade insaciável de fazer acontecer, de entregar algo que verdadeiramente gere valor para as pessoas e para si mesmo.
Essa é uma recomendação que enfatizaria para as pessoas mais novas: aprendam a ouvir quem é mais experiente. Muitas vezes, as valiosas lições podem ser perdidas por quem não tem a paciência de escutar atentamente o que foi aprendido em anos de estrada.
A história da minha família é como a de muitos brasileiros: nos vimos obrigados a empreender por necessidade, ou seja, nossa melhor alternativa para cuidar de nós mesmos e conseguir lidar com a situação em que nos encontrávamos era criar algo novo e arriscar tudo o que tínhamos à mão.
Sem obstinação, fatalmente, em algum momento, você sucumbirá diante de um desafio que se mostre maior do que aqueles que está acostumado a enfrentar, entregar-se-á ao desânimo ou à descrença do seu próprio potencial e terá grande chance de abandonar os seus sonhos no meio do caminho e pôr tudo a perder.
O fato incontestável é que somente um empreendedor obstinado, inconformado, compulsivo e patológico é capaz de realizar coisas grandiosas. Os demais serão apenas coadjuvantes nessa história.
A obstinação é um estado de espírito, um estilo de vida em que o único resultado aceitável é ser um vencedor, tanto na vida pessoal quanto nos negócios.
Quem é obstinado detém uma mentalidade ilimitada de crescimento e de riqueza e tem a certeza de que suas habilidades e competências podem ser ampliadas por meio da educação e do conhecimento continuado para que possa sempre evoluir, prosperar, conquistar riqueza financeira, enfim, voar muito mais alto, independentemente das circunstâncias ou da realidade em que vive.
A verdade nua e crua é esta: ou você é ou se torna um obstinado, ou logo estará fora do páreo e jamais terá a chance real de se tornar um milionário.
Criar uma start-up se assemelha à paixão. No começo, eclodem muitas ideias, até que afinal se escolhe uma e diz: "Esta é a ideia em que vou trabalhar", da mesma forma que se pode viver muitos namoros até encontrar alguém e dizer que é "a pessoa certa".
O problema desencadeia tudo, e, se ele for mesmo significativo e houver sucesso em resolvê-lo, o lucro talvez seja muito bom.
Tomar decisões fáceis é simples; com as mais difíceis, a coisa muda de figura. É por essa razão que a maioria das pessoas não gosta de dar ordens.
Se o problema é grande e vale a pena resolvê-lo, então na minha cabeça já aparece uma empresa interessante e uma jornada que vale a pena trilhar.
Desenvolver uma start-up se assemelha a uma jornada em uma montanha-russa repleta de altos e baixos.
A história universal não é o palco da felicidade. Os períodos felizes são as páginas em branco, são os períodos dos acordos, das oposições ausentes.
E dessa tentativa desesperada veio praticamente tudo o que chamamos de história humana – dinheiro, pobreza, ambição, guerra, prostituição, classes, impérios, escravidão –, a longa e terrível história do homem tentando encontrar felicidade em algo diferente de Deus.
A intolerância dos grupos é quase sempre, de modo bastante estranho, exibida mais intensamente contra pequenas diferenças do que contra diferenças fundamentais.
