Coleção pessoal de pensador
– Por que sinto falta dele?
– São seus hormônios. Ou foi uma disfunção metabólica emocional do seu cérebro. Também se chama amor. Acontece, e depois acaba.
Sim, pai. É sério. Há mulheres que ficam com homens por estarem apaixonadas! Sei que é contra seu sistema! Foi mal.
E quando eu te tocar
Vais ver
Que este sonho é real
Podes crer
E quando luz se apagar
Vais ver
Que o nosso amor vai brilhar
Eu quero estar ao teu lado pra sempre
Relaxa e deixa-me fazer-te sorrir
É ao teu lado que eu me sinto diferente
É ao teu, só teu
Eu quero estar
Mais próximo do teu olhar
E viajar nesse mundo que só nos teus olhos eu posso ver
Eu quero gritar
Ainda que me falte a voz
Ou te dizer bem baixinho no ouvido “Agora é a nossa vez”
Mesmo caminho, um outro olhar
Os mesmos passos, mesmo lugar
Já não estou só em contramão
Tanto corri, tanto andei
Estive perdido, e agora eu sei
O que é estar sozinho numa multidão
Hoje eu vendo abraços nesta rua
E em troca eu quero o teu sorriso
Só pro teu dia melhorar
Será que vais negar?
Falhei contigo, eu assumo
Tu foste embora, eu entendo
Mas ficou tanto amor
Estou meio sem planos
Preciso ouvir, ouvir que me queres
Sentir que ainda me queres
Que não foi desta que acabou
O sol, manhã de flor e sal
E areia no batom
Farol, saudades no varal
Vermelho, azul, marrom
Eu sou cordão umbilical
Pra mim nunca tá bom
E o sol queimando o meu jornal
Minha voz, minha luz, meu som
Quando não respiro, piro
Se me identifico, fico
Quando me contenho, tenho
Mas quando me estico, tico-tico
Se cambaleando, ando
Vindo do boteco teco
Desiquilibrado, brado, brado
Rouco que nem marreco reco
A fé que rege a vida da noviça
Perde quando o vício do hábito a despir
Se ajoelhar no milho e se humilhar
Se arrepender, rezar, se revelar
Marrom glacê, garçon, pavê, pa ri, pardon
O Ratatouille, o queijo e o rondeli
Jogar, jurar, jorrar, chover, dormir
Urrar, berrar, chorar, morrer de rir
Na fila dupla ali, aflito a rir
Dou ré, repenso o rumo, reinvento o vir
Se errar, ferrou! Correr? morrer? Fugir?
O carro, o roubo, o risco do existir
Morena, me faz o pão
Que o diabo amassou
Pequena, me incendeia
Eu sigo sempre a admirar
Mesmo quando ela não está
Mas se o acaso me trazê-la
Ferro, fogo, faz queimar
Mas se o fogo não arder mais
Peço que me traga a paz
Pois o desejo vai me consumar
Bem me faz o teu olhar
Sereia do mar
Do Morro do Arpoador
Serena no olhar
No beijo que me enche de amor
Você não me sai da cabeça
Não faz com que eu esqueça
O beijo que ainda virá
Eu peço pro mundo
Um desejo profundo
Que por um segundo
O tempo vai parar
Hoje o Sol já vem caindo
E ela linda já vem vindo
Vem agora, não tem hora
Hoje vou juntar estrelas
Pra demonstrar a força do meu amor
Por ela!
Não vou mais me embriagar
Me torturar, me aventurar à procura de outro amor
Sem mais, eu vou deixar me dominar
Me entregar com fé
Vou sem dó, sem fim
Sei vou te encontrar
Fez-se o dia
Fez-se uma lição
É poesia
É contradição
Peço paz, peço o bem
Perderia muito em seu amor
O que ganharia
Ódio e rancor
Coisas vão
E vou também
Eu vou onde quero estar, mulher
