Coleção pessoal de pensador
Quando me param na rua, em uma praça ou no trem para me perguntar quais livros ler, eu sempre respondo: “Leia aquilo que te apaixona, essa será a única coisa que te ajudará a suportar a existência.”
A questão é a distância: ou dá tempo para esquecer uma pessoa ou faz você perceber o quanto precisa dela.
Minha cabeça é um labirinto escuro. Às vezes, há relâmpagos que iluminam alguns corredores. Eu nunca termino de saber por que faço certas coisas.
A expressão “Não há nada como os bons e velhos tempos” não significa que menos coisas ruins aconteceram antes, e sim que, felizmente, as pessoas tendem a esquecê-las.
Como era possível ter medo e estar apaixonada (...). As duas coisas não combinavam. Como era possível ter medo, quando as duas ficavam todo dia mais fortes juntas?
Eu realmente gostaria que você não tivesse se desculpado por isso. Porque pedir desculpas significa arrepender-se.
O que era amar alguém, o que era exatamente o amor e por que acabava ou não acabava? Estas eram as verdadeiras perguntas, e quem saberia respondê-las?
