Coleção pessoal de pensador
Quando penso na minha infância, pergunto a mim mesmo como consegui sobreviver. É claro que foi uma infância infeliz: se tivesse sido feliz, dificilmente teria valido a pena.
O futuro chegou e estávamos com tanta pressa de chegar aqui! Deixamos tudo para trás e nos esquecemos de tanta coisa. A nossa família agora está órfã. Meus netos e bisnetos não saberão o caminho de volta a não ser que tenham uma história. Conte-lhes sobre a nossa trajetória.
Escrevo para descobrir o que estou pensando. Escrevo para descobrir quem eu sou, escrevo para entender as coisas.
Acho que as pessoas devem ser gentis umas com as outras e dividir aquilo que têm. Mas nem em um milhão de anos pegaria em uma arma e obrigaria as pessoas a desistir de serem más.
Meu nariz estava sempre enfiado em um livro. Amor era algo que eu tinha lido que aconteceria um dia. O homem que eu ia amar seria igual ao poeta da capa do livro, pálido, triste, com uma pena na mão.
E, no entanto, às vezes os fatos não são mais do que consequências lamentáveis, porque a culpa não reside em nossos atos, mas nas intenções que dão origem a nossos atos. Tudo depende de nossas intenções.
Qualquer cara que pensa que sabe automaticamente como agradar uma mulher é um idiota vaidoso. Cada mulher é única.
Às vezes eu acho que as coisas acontecem por uma razão... E eu acho que se nós estamos destinados a nos encontrarmos novamente, o destino fará isso acontecer.
