Coleção pessoal de pensador
Sofrer, esse sentimento difícil de exprimir e rejeitado por todos, mas que a unia de forma irremediável a todo seu povo.
Sem a comunicação era como se nos silenciássemos mutuamente. Era silenciar o que tínhamos de mais íntimo entre nós.
Quando sento quieta para costurar uma roupa velha ou levanto a enxada para devolvê-la de novo ao chão, abrindo covas, arrancando as raízes das plantas, é que esse fio, que tem sido meu pensamento, vai se fazendo trama.
Se quer que as pessoas gostem de você, e não te odeiem, tem que ser boa. Uma pessoa boa. Tem que colocar os interesses dos outros acima dos seus.
Deve haver um jeito de livrar essa comunidade e, de quebra, uma nação, desse câncer da intolerância.
As pessoas precisam saber que é possível mudar o mundo, sendo uma simples primeira-dama de meia-idade ou uma estrela da Broadway!
Tenho certeza que ser um adolescente é bem difícil. Você tenta deixar para trás a criança que era e começa a imaginar o adulto que quer ser. E descobrimos que o adulto que seremos é bem diferente do que imaginamos. E essa dissonância entre quem você queria ser e quem realmente é pode ser dolorosa.
É disso que se trata a escrita. Ser capaz de expressar a dor. Mesmo que tenha vergonha. É por isso que escrever de verdade é arriscado. Arriscamos não sair ilesos dessa experiência.
Se no amor não tenho fluência
Perceba, amor, me calo com frequência
E silencio mais
Especializo em deixar pra trás
Tudo que veio confundir o coração
Ah imagine você
E o fim de um cobertor
Te escapando o pé,
Te escapando amor.
Difícil responder
Daqui pra onde eu vou.
Já não dou mais entrevistas
Que é para não te deixar pistas
Que eu sei de cor as revistas
Da sala de espera da vida
Bota fogo na aritmética
Bota fogo no terno e gravata
Bota fogo nas contas de somar
Não tome cuidado
Não tome cuidado comigo
O canto foi aprovado
E Deus é seu amigo
Não tome cuidado
Não tome cuidado comigo
Que eu não sou perigoso:
Viver é que é o grande perigo
