Coleção pessoal de noi_soul

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⁠Não sorria quando o que você deseja é chorar.
Sinta seus sentimentos

A vida é muito curta para ser fingida.

⁠O ouro dentro de você
Espera o seu olhar
Quem o encontra segue tranquilamente
Tudo entrega, nada retém
O ouro aguarda seu despertar.

⁠tenho aprendido a não me sentir responsável pela inconveniência alheia

⁠Eu ainda não sou uma pessoa boa
Mas posso pelo menos
Ser uma pessoa legal

⁠A poesia ganha corpo
Ganha cor
Ganha veste
A poesia se traveste
De onda de puro furor
Condena a majestade
Ao ínfimo chão gelado
E traz ao trono o infame
De versos adocicados
A poesia emudece
Quem cansa de ouvir falar
Entretece seu tecido
Como um rio vir a ser mar.
A poesia empertigada
Sobre a sobra da centelha
Engana os olhos incautos
Refrigera, queima, beira
À loucura ensandecida
Ao brio do terno pastor
Fulgura o novo tempo
Canta o cântico d'amor.
A poesia hiberna dentro
Da pele de quem consome
Seus atos, aços clementes
Seus pesos, uivos e fomes.

⁠Agora eu estou muito perto do lixo
Tão perto
Que não me valem de nada os pensamentos mais sublimes

⁠Eu preciso acreditar na sorte
para que a morte
dentro de mim
não me mate de vez.

⁠Não me peça para ser o que não sou
Não me impeça de ser quem eu sou.

⁠Ah, os pequenos momentos de prazer
É todo o prazer
Que vive
Em mim...

⁠sou o tudo do nada despido
vestido com vestes nuas
imaginando destinos possíveis
enquanto dorme na rua

⁠sou o que observa
aquilo que é observado
enquanto se deixa ser visto
por quase todos os lados

⁠sou a busca indecisa
da certeza duvidosa
de onde se tiram largas passadas
de um futuro presente
quase sempre aqui

⁠sou a chave que abre
as portas que ainda nem existem
sou o relógio da vida
em constante contraste

⁠sou um tempo
no tempo onde tudo é possível
e nada pode dar errado

⁠O espelho gosta de mim
e quer esconder-me os meus próprios defeitos
Sou ele ou sou eu quem me vê através do reflexo?

⁠Paredes erguidas sobre as cabeças
a arte não pode parar!
Olhos curiosos fitam em surpresa
os dedos, as mãos, a tinta a pintar!

⁠Pegue teu barquinho,
não o deixe vagar sozinho
Ande, pegue teu barquinho e conduza-o
pelo caminho!

⁠Quando ela chega, emudeço
é o silêncio sagrado da criação
rasga o véu de qualquer distância
rouba-me da própria distração
cinge seus lábios em meu peito
ancora-se sem pudores em mim
e tudo o que vejo, escrevo
quando ela chega enfim…

⁠escrever é meu maior pecado
e meu melhor refúgio
escrevo de mim
sobre o eu que ainda desejo descobrir

⁠conheço-me sob os gessos
escaloneio as moedas d'ouro
e nada peço
só esperneio
não abuso da vontade
sou intensa e sou o meio
o muro a ser vencido
o embaraço
o escanteio