Coleção pessoal de celsonadilo
O amor é verso condiz com tua alma neste suplicio em que a vida lhe da a paixão por um estante nada parece existir.
Diante da minha insanidade.
Sou apenas um telespectador
Do caos que todos vivem.
Para garantir que tudo esteja
Num momento prévio entre a morte
E a vida que é passageira.
pintura da alma,
para o coração,
temor que brilha dia após dia
em teus lábios um sonho,
mero momento
em que a morte
é bom sentimento
que dura para sempre.
devastação,
sombras,
sonhos de amor,
para onde caminham?
desejo que afrige o amor,
denoto tua voz num caticó de solidão,
tão pouco sei viver sem dia e a noite,
saberei viver sem teu amor...
bem como os laços da paixão,
vejo nos olhos do céus,
desespero ao longe,
pequenas palavras de soam gotas de perfeição,
até imensidão clamo por amor.
caraterísticas,
tais para o amor eterno,
seja o beijo tão profundo...
que nada no mundo parece existir,
até que morte seja abrangente
dentro do peito o mar de solidão
no profundo da escuridão...
mergulho até tudo fazer parte da escuridão.
desejo único translucido...
lucidez morta por viver,
meus sonhos vulgares
tenores dos teus corpos...
pense como os últimos momentos
me amei em plena solidão,
sinta que somos a cada segundo
faça tudo por esse amor,
pois viver pode nunca ser vivido,
em plena virtude verá,
que somos únicos como uma estrela
que paira em sua alma para sempre.
angel of mercy
sonhos abandonados
terror por um estante vagueio por lugares obscuros
de repente desdenho o mar
de decepções vejo os céus,
eis que um anjo no vagante da morte.
lhe diz te amo como nos céus
venha a mim... abandone a dor do viver,
meramente por existir, sua voz lhe digo,
por que amar se vou morrer,
entre tantos que beijei
somente te esperei,
por entre tanto deixei viver,
pois das te o pingo em minha solidão e
desvairo entre as noite
em profunda compaixão...
desabo em tua forma meu semblante
quando então sou o amor sua morte
como diz não para céus que olhei atônito,
em ambas vozes que nunca se dão no silencio...
fardo tardio no ador do coração...
sonhos,
despejados um mar de infinito desejo,
de corpos ardentes...
num mundo de solidão.
não merece um adeus
não merece minha palavras,
sendo sensatas até o amanhecer
estão todas mortas pois são dizeres
nunca quis ouvi ou mereci
porque somente desejei te amar
que a dor nem a morte parece
ser um doce remédio,
que se dilui num copo de veneno...
por suas mentiras quem sois
alem de uma foto
de uma pessoa que digita...
embora tudo seja ilusão...
dias se passam e anos apresentam se
diante do preludio do por-do-sol te amo
ao que o amor se presume
nesse resumo desejo um sonho.
nas falhas do destino pergunto me
me morda sinta o sabor da minha carne
no caos da minha mente...
paradigmas florescem
pois bem qual sou este sentimento vazio,
nos ares de um amanhã
o fel amargo que se desfez num beijo sonhado
bem mais que o quer o viver,
sobre as sombras meu querer,
por aonde esteve nessa vida...
esquecimento pois o que pensei sempre se foi
nas profundas musicas da alma.
perdido em teus amores, minha paixão...
desnuda para o caos da minha mente,
sem paz ou sossego amor que tanto lhe quero.
sois a felicidade a angustia e está dor
que consome momento a momento
até que ninguém mais ouça o silencio
de meus olhos nessa escuridão te amo.
compreendo ela, mas, sempre não busco mais compreensão,
denoto, teu jeito nas flores do esquecimento.
escrava do amar...
espaços do terror,
entre esse que o amor...
intenso destino,
por desejo está em evidência,
para o qual desvenda
as extremidades dessa que...
abito, ressurge para tal momento
em virtudes emblemáticos se
se desdem em beijo,
condenado por amar...
na loucura que verte
as profundezas do coração...
puramente teu amor...
deixo o simbolismo
passar entre as linhas da vida
o sentimento e desejo...
cravado a cada visão,
a conversa tem o âmbitos
da virtude vários transfeitos,
ao status do perfil...
entra tão fundo no coração...
Do máximo a dor em sonho.
Querer viver e sonhar
Sob o magma da dor
O vestígio do amor,
Sentimento intocado
Por quer amar o destino é morrer,
Por mais, Um estante,
Fogo que espreita a luz eterno da paixão,
E este fogo te devora dia apos dia,
No imenso senso que floresce
Nesse que a escuridão,
Sedução a flor da pele
Que descamba na soma de olhares,
....O fulgor consome sonhos....
desejo teu corpo e devoro sua alma
em momentos cruéis,
um gole de café expresso
parece uma virtude
na cultura do espaço
que reluz no vago sentimento.
Vejo o extremamente seu olhar puro,
Em uma teia uma aranha de desejo,
olhar pela janela de tua alma..
partindo desse mundo...
caos da solidão transcende...
entre as estrelas...
A beleza faz tua perdição em momentos que o coração desdem o mundo, bem o qual a morte deseja o perdão.
Sua alma é livre ate que o inferno devora seus piores momentos,
com a falta de luz,
mundo se vê em chamas,
as labaredas são claras num coração cheio de magoas,
sem perdão para si próprio,
temores são apenas uma parcela do imenso
deslumbre que varia, das profundezas...
beijo...
amor...
demônios,
as coisas são diferentes nesse funeral...
passei por fronteiras que destino quis...
degradado sentimento...
amor suas cartas que se decompõem,
minhas lagrimas são sacrifícios
deixados cobertos por um sonho...
mesmo sabendo que desde do principio
estamos condenados...
nas profundezas...
o veneno corre minhas veias até seus lábios,
me deixe morrer em sonho de amor,
como naquela mensagem que deixou no meu coração,
que gravei em minha lapide...
nas sombras sou condenado a tal solidão,
nessa noite de condenados,
somos apenas é mais um momento
na tristeza de nossos pensamentos,
olhar de seres reclusos,
meramente estrelas na imensidão
do cosmo pleiteio os adores do luar,
apenas a paixão descomunal,
nos retalhos apenas fragmentos
do meu ser que abrange o celeste
azul da alma fria morta pela distancia sem vida
ainda brilha pois tem denota sua trágica,
memoria entre lapso de um beijo eterno.
sois o vento,
águas que corre pelos córregos
da alma,
pro os ares da solitude,
clama por glamour que lhe da a magia eterna,
dessa voz que paira sobre as planícies
aonde a matilha passa deixa parte do teu coração,
por aonde a chuvas caem... cachoeiras...
sendo tenores que voam nos pensamentos...
declarando o amor em sua vastidão...
passos se tomam com passado
entre as nuvens a luz do teu olhar,
que tanto encanta a supremacia benevolente,
as hástias do mar sorrateiro...
até a divergência que sopra por teu espirito,
dessa que é profundas decorrentes
da alma nesse momento se perde
entre laços da eternidade,
os fatos passados no ermo do destino,
mero sentimento a luzes das estrelas,
trevas, sorriso da noite doce espera...
nos braços do amor.
