Coleção pessoal de celsonadilo
corpo que caie sobre os mármores do tempo,
esqueço me nesse ardor da vida obscura,
diante sua face abdico com ternura profundamente,
se perde na paixão tudo parece ter um segundo de vida.
Vampiros de alma,
reluto em acreditar...
preciosa, chamas da angustia...
somas do prazer,
que desvairam e desvirtuam,
na solidão ao primor a verdadeira...
nesse complemento o terror virtual...
A vida passou para o mundo ausente.
Sobretudo nas profundezas da escuridão. Se abrange o vazio...
Sem ter vontade pelo desejo depressivo num ar comprimido..
Pelas emoções passadas...
Passarás as ostentações...
O túmulo do amor se torna distante...
Oportunidade para horizonte a tristeza.
Ofegante destino falta de ar...
Solitude apresente no profundo...
Entre brumas da dor.
O sentimento clama em lagrimas,
Pois profundo dessa existência
Floresce nos extintos sendo substituído,
Num extenso da essência da alma...
dia perfeito,
entre teus olhos que sangram...
nos momentos que a vida seja tão súbita...
os delírios constantes se abrem no teu sorriso,
tudo parece sangrar... quando toca musica de fundo,
nada parece perder o feitiço da paixão,
os dias parecem frios sem vida,
nisso mais uma dose deixou tudo ser tão bonito...
um beijo, tudo que diria, na imensidão,
até insanidade dos dias parece ser tão inútil,
a paixão é um sonho diante o frio da escuridão.
os dias parecem ser o fim por cada estante passado...
mas é começo do fim, se pensar o fim não parece ser ruim,
mais se é o fim, como podemos começar?
desejos,
colapso,
morfologia,
nostalgia,
colar e copiar,
bem querer,
sonhos meu amor,
profundos sentimentos,
palavras desconectas,
pelo profundo sentimento,
solidão esquecimento do amor,
solidez para tal o teu mel,
expressos te ver e ouvir puras palavras
boa noite e note o bom dia e tudo caí sobre a tarde,
docemente os pequenos delírios,
se repetem pois destreza foi esquecida,
madruga um nova parodia é escrita...
numa pedra e quando pensar as eras
tornam mais mistério da humanidade,
calo me em tantos pensamentos,
descritos por cada estante o frio,
em lagrimas que secaram com tempo,
teus pensamentos tornam se poeira,
e teus sonhos se foram em sentimentos de amor.
astro que em lagrimas desaba
atos que me fazem
olhar e ter esperança
entre os céus...
vejo a luz teus olhos
bem como o amor que tem,
sedução, sentimento abrupto...
onda avassaladora,
no teu corpo molhado,
nas intemperes do mundo sois um beijo profundo.
esquecido pelo tempo que chora
os infortúnios desse mundo.
O intervalo de tantos momentos que chuvas torrenciais aparece como precipício profundo.
Querendo te engolir nas alças do tempo.
Sou relapso de tais coisas que coração...
Se consome quase todo somente o suficiente...
Para sufocar mais um pouquinho.
Na natureza selvagem da ausência.
réstia dessa vida,
horizonte de dor e tristeza,
ao longo do tempo,
o vazio se deprime,
pelos auge que destino
urge nos profundos sentimentos...
para o que sentir
dentro da devastação sendo o amor.
Para cada dia que se passa vejo teu amor...
tão vivo quanto meus desejos...
inumerosos... sentimentos em pleno ar,
paira sobre minha vida, muitas vezes
balbucio, murmúrios, sendo sutil
para o amor que tenho.
Meados do tempo
Lagrimas de chuva
Corriqueiro vento
Noturno o medo
Como espelho tem falas
Meia Noite ventania
Sobre algoz terror...
Passado o momento
Trêmulo as dores garganta seca...
Sono que se encontra dormindo...
Parece ser último no ar da madrugada.
Ambiguidade de tais formas surgem
Essas almas que argumenta atroz flagelo.
Em gritos se dissolve com amanhecer.
São bem mais o que aparece ser.
Entretanto o bocejo parece mais um dia longo.
vasto na poeira...
da gravidez do destino...
morte sem amor,
não há musica
sob o ar do luar,
tenores do seresteiro...
que brota em lindas notas,
o refrão que tantos lhe diz a alma
o desejo do coração....
amor perfeito de tantas vidas passadas,
reluz ao luar num amor,
nos contos das nuvens,
soberba voz que não se contêm com as estrelas,
imensidão, fala me da tristeza da solidão,
cala te coração... bem querer sois a paixão.
amor bem único sedento a clamado...
entre as janelas dos céus, esperas tua alma. sorrindo por trás da cortina,
esperança cativa destina... pois me das
no horizonte a vida... que tanto esperei.
dias de calor
no sentimento sombrio,
alma que se magoa...
sempre nos melhores
momentos observo.
os espaços vazies na minha alma...
neste no que diria a voz ecoa
no atroz do coração.
desdenho singularmente na solitude
até sois super compreendida
pois o amanha é enigma
para o qual desejos se dispersam...
na beleza do teu amor,
perco me nos dias te acho na noite,
sobretudo sois a vida...
no clamor dos meus sonhos,
nas sombras a luz revida
tudo que resta...
vultos sussurros...
estão meramente aos redores
se arrastando... implorando
por amor, estagnado numa poça de aguá
suja nas profundas dogmas do querer,
as todavia se presume...
nesse destino reluto o resumo...
a vozes superam qualquer sentido.
passa se momentos que tem sabor novo...
que vagueia entre o tempo...
a solidão se disfarça no amor.
sinto teu amor no terror do céus em chamas,
seus lábios sangram momentos...
em todas estações há paixão torna se a perfeição,
no ador que consome a terra,
teus sonhos meu amor,
sobretudo o infinito que clama por tua alma...
você me deixa sentir a tempestade...
no estante que sentimento devora alma...
os resquícios contemplam as luzes
que invadem a escuridão...
com tanto poucas palavras nos amamos,
ao por da lua cheia vejo uma lagrima teu rosto
a beijo para eternidade...
escute a batida da musica,
sinta o movimento do meu coração,
sinto as luzes que desvenda o ar da paixão...
o ar comprimido seu suspiro
reluz em formas distintas,
sem o infinito deixo gemer...
nos espaços das estrelas
copio o imensidão...
sua voz tremida ecoa
na evolução da noite...
canções, desejos e sensações,
que te deliciam sob o sabor
goteia, mais mais entrando mais fundo
deixando sonhar em um parador...
de paixão e sentimentos em chamas ardentes...
deixe seu corpo se mover dentro dos meus olhos...
sinta a viagem, mexendo ser corpo,
tudo é quente, como a musica que se delicia...
dentro das madrugadas...
minha mente reproduz teu corpo
com tanta perfeição,
em cada detalhe cada curva,
até que tudo esteja escuro,
e não tenha mais nenhum ruido
sinto seus lábios, o dia amanhece,
tudo parece tão real...
sinto seu cheiro sobre minha carne...
o espaço bruto paira sobre a superfície..
de tantos momentos...
