Coleção pessoal de celsonadilo
vulto do teu ser,
no abandono desse mundo
tudo abrange a ausência,
que desnota o valor do amor,
cruel meramente pois bem qual
a qualquer dor da alma,
nesses espaços vazios da vida,
no estante que a paixão torna se únicamente
a obsessão que reluz dramaticamente.
no dia mais frios deste mundo,
que todos não te dão atenção.
num mero bom dia a noite...
até loucos são pequenos desejos,
que ninguém vê a verdade do terror dos nossos corações...
mesmo tentei dormir e sonhar com um dia melhor...
então começou a chover e senti vontade de chorar,
mais ninguém ia ouvir, pois a madrugada é feita de ilusões...
desejos que em sonhos reflete mais um dia...
minha loucura sem sentimentos
no profundo prazer seus lábios...
delicia se na insanidade dessa hora,
em que paramos os jeitos que devoro teu corpo,
audaciosamente estremece cada parte do teu corpo...
todas suas mentiras são reais,
pense no poder que deixou de ter
sobre meu coração partido.
tantas visões mortas do teu amor
tudo é superficial...
nesta convicções que poder escorre por sonhos
que estão mortos pelas tuas palavras de decepções,
que consome cada momento que vivemos...
a partir de um sentimento virtual...
o mundo se calou diante tuas mentiras.
sois um anjo que apunhalou cada sentimento de amor...
e o sangue que escorre são todas ilusões que quis viver...
no terror da solidão vejo todas as vozes que abandonaram...
na paixão que se diria a derradeira poção da eternidade...
para apenas a escuridão da morte entre sua rosas...
no momento que disse te amo.
teias de aranhas...
espalha se entre meu sangue...
seja tantas verdades um sonho esquecido...
nem tudo escorre no teu corpo
de repente tudo ganha novas cores...
o amor é profundo sendo singular a morte.
na beira do abismo sinto teu amor,
no apse dessa existência sois uma ilusão
para exterior do mundo tudo perdeu o sentindo,
com beijo que expõem num mar que secou...
chamas saem do luar,
no frio da escuridão,
seu calor queima o coração,
nas profundezas o sentimento se consome
em meias palavras ate o amanhecer,
quando percebo um desejo incontrolável...
luzes nos teus olhos mortos...
deixa a luz da vida morrer...
enquanto os céus trazem esperança...
ao longe sonhos são parte da tua face fria,
quando os espíritos são jogados nas profundezas dessa vida,
seus olhos dominam o destino...
em tua cruel fenda seus medos são apenas farpas...
do desconhecido a vida está morta.
quando percebemos nada foi real.
tropecei em palavras,
as tais palavras que te fazem feliz,
até mar torna se puro sangue
quando os sonhos parecem ser altivos
aos telespectadores de uma passagem
do perfil o tempo chora.
qual como momento e uma ilusão,
passada no teor da cálida alma.
Atos de lagrimas,
neste momento
o passado puro e esquecido
a dor passa com remédios,
parece que cada dia tem o efeito
de algo que deixa a realidade,
tão obscura nas profundezas.
Senhores das nuvens
Sois o vento.
Que ecoa pela pelas planícies.
E sussurra entre as florestas.
Se desprende no amor.
Dissipar-se tornou se o desejo.
Tão expressivo no alento.
Que diria o amor.
Puro e translúcido.
Para onde deixou cair em uma paixão.
Breve na surdina da escuridão.
Um cálida de desilusão e desejos.
Espalhadas de tantas vezes o amor.
dissipou se nas estrelinha do teu coração.
superar as passagens do coração,
para o qual desvendo o teor da solidão...
ventos que aparecem nas horas mais tristes,
passa se pensamentos e ilusões que querer se derrete,
do nada para o nada, como pode ser tão fluente,
se obstrói nas tais faces... do qual desprendo
para infinito de uma tempestade.
deslumbre de um mundo em destaque em teu coração...
por más recordações expulsa se o choro,
para poeira da estrada que deixa a voz do esquecimento,
abrangente em fatos relevantes te imagino no chuveiro.
A voz única... solidão,
passivamente, seres sem gravidade.
pálida está escuridão,
quem diga o alivio venha em trago de um cigarro,
um gole de bebida, servi para esquecimento...
e branda as chamas do coração.
boa noite...
diga sangrando cada momento
que lhe desejo
sobre a morte te amo...
diga-me por um estante que esteve viva,
enquanto ainda sonho com o amor.
sonhos longes
para tais o firmamento
a beira do vento...
solidão angustia,
perfeição diante da fome
do viver angustia.
bem posta esquecimento
poucas lagrimas
nesta escuridão
um beijo seu..
Ares sobre luar do esquecimento profunda morte...
Relapsos seres doloridos, por tanto que clamei,
Foste se no que lembrei me, por lagrimas,
Repouso nos dizeres pois tudo que tive,
Nas arestas do tempo há poeira infinita,
Bem querer sob os teres do teu luar,
Bom do teu ser sois as profundezas...
Neste que o caos da escuridão espalha se...
Em tais sua voz espalha pelas estrelas,
Que conheço nesta vida entre outras
Palhas do sentimento, se doma
Nessa singularidade que passou a cada devaneio,
Espeço, meros tons de cinza,que se passam a...ilusão.
Desta, que a dor exclama o amor.
Límpido espaço pra longe de céus além de palavras ao vento.
Espírito sem alma julgo por aonde passei.
A onde senti realmente foi que vi.
Sobre os ares do tempo escuro nos teores dessa vida.
Há tanto desespero enteu olhos...
sentimentos mortos...
sem palavras...
deixo teu coração se ar..
nada expressa o terror em teus olhos,
sempre para o infinito
o amor devora teus lábios,
trêmulos pelo desejo profundo de um beijo.
sobre as eras o meu infinito da escuridão...
sonhos que vejo no ínfimo atroz.
parador que sempre aparece nos
dias que tudo parece não ter sentido.
até parece ser almas que tem mesmo coração...
todos se despendem mais nunca compreende a grandeza do mundo,
ninguém sabe o que é sentir dentro do peito.
o infinito....
bem qualquer sonho revolto,
as operas das dores profundas...
num desejos do querer,
oprimo as vozes que deferi minha alma...
