Coleção pessoal de celsonadilo
diga que amas
dentro da simbiose
grite uniforme da sutileza,
banida de terrenos absurdos.
unilateral de teu glamour...
seu gemidos que expressam
tua beleza purpura,
vertiginosa alucinação...
para o caos da sedução
estremece a cada estante.
do teu corpo inerte
ao delírio de gritos...
no apogeu de suas cavas,
lagrimas escorrem
num parador perdido...
nas paredes marcas do sentimento.
que esbouça um olhar vidrado
sob tal o luar cobre tua nudez...
se cala involuntariamente,
ao tal impulso que deseja...
fantasias do tempo e do espaço.
como então voar sobre o luar que sangra,
sentimentos de lagrimas esquecidas nessa vida,
sonhos esquecidos na loucura dessa existência...
crua loucura insana... diga que a magia do mundo,
começou ao amanhecer.
estou sem ar...
ninguém compreende o fogo que consome o coração...
sob um abismo de emoções jogamos o sentimento a tal
perfeição esquecida para eterno deslumbre...
laços eternos.
embora seja seu coração alimentado por o destino.
frio momentaneamente seja ex dessa vida,
recomposta bela como a ferida do profundo ser...
deslocamento pela virtude do terror do coração preso na desejo da morte.
na loucura conheço teu amor,
o fogo consome...
a morte em chamas...
sua vida é uma passagem
para o qual o mundo nunca esqueceu,
que assassinei muitos pelo teu amor...
e tudo que quis foi viver para sempre...
Nos vales das sombras tenho teu corpo
e ofereço sua alma aos chacais,
sobre o rio dos mortos clame por tua vida...
mais moedas de ouro
e outros sacrifícios são detalhe.
num mar de sangue que cobre teu corpo
sem alma ou espírito,
expresso aos anjos que voltem
entre as chamas revoltas
devoram o tempo até o luar
que verte em sangue,
marcando o exato momento caminho das estrelas.
o gelo do teu coração,
transpõe as fonteiras
da solidão como um sonho,
até terror do sentimento perdido,
em sentimento pesado em lagrimas,
expostas por momentos que desdem
a vontade de morrer por mais um dia,
nada parece ser compreensível,
noite passa entre as paredes
desse mundo cruel apenas
sonhos que se vão nas profundezas
olho para o alto que vejo
é profundo do teu coração...
com tantos olhares,
nada pode compreender
tanto sinto nesse momento...
na solidão ouço sua voz.
Adeus,
o diga mais uma vez,
por nem nunca a conheci,
apenas um perfil ou uma pessoa
que assim lhe fala,
amor transgride as barreiras do espaço e tempo.
amor palavras escritas dia a após dia,
sempre tão intimo, que assim chega beira da loucura,
amor a tudo significado do teu ser,
amar bem pouco ao longe,
bem perto dizer amor,
ao prazer bem pouco se senti,
pois somente seu ser atrás de um perfil
e um status de solidão, bem eterno bem querer,
sendo momentos sucedidos com carinho...
um dia nunca te amei ou gostei de você...
apenas queria te magoar ou coisa do tipo...
um passa tempo... o vazio se torna grande imenso
diante tais palavras, tudo perde significado...
pois que sentir diante do amor se existiu? porquê
então figurar algo não representa o nada.
Seus segredos me levam a morte,
no teu espirito os laços do destino,
nessa foi tua vida até a morte te desejou,
mais um beijo e tudo leva a loucura do amor,
suas lagrimas queimam no coração,
ninguém compreende o teu desejo,
unicamente a morte, num profundo amor,
a cada dilaceração tua voz chega ao além...
no teu olhar profundo, o vazio do mundo.
os corpos ardem
em chamas que o luar
exclama pela paixão;
oh inferno,
sua língua deslisa
entre pensamentos e
o veneno consome a carne,
seus olhos fechados
viajam num extremo desejo...
flor da alma perdida por amor...
centelha eterna pura paixão...
coração morto,
sempre para sempre
o amor que sempre te abandonou
por momento te amou.
a desejo com a morte de um sonho eterno e vivido...
ao primórdio de cada momento deslumbro tua vida.
luz paira nos momentos,
que o desespero é um sonho...
em vestígios que o ar do teor,
medonho para linhagens do tempo,
transpõem em marcos do infinito.
abrange nos espaços que uni a escuridão...
vertigem, sombrias as horas são profundas.
luz inóspitas
dores da alma
simplesmente...
tais como a chuva,
busca o sentimento intermitente,
digo o algoz do fel extremo de um sonho,
terrores, que perturbam,
mero ar que desdem do vulto
que se diz o amor.
pensar e pensar pois sonho é sonhar,
entre dias e noites,
sonhei que sonhar puramente ser o coração
ainda sentir o vento soprar,
diante o beijo que me deu,
vou sonhar como um dia sonhei em pensar
no sonhos são desejos,
que brilham como estrelas no amor
neste brilho que universo
se expande na tua voz o algoz
que espalha se entre as nuvens
o sentir de tanto sonhar...
fantasmas...
sentimentos que devoram
ousadia,
que s passa pelo tempo...
lagrimas que dissolvem
nessa linhas que se expressam,
involuntariamente,
o custo de gostar,
reprime se num espaço vazio.
nos falta tantos sentimentos
sinto que tua alma se perdeu
nos dias que se passaram.
não respiramos mais
tantas evidencia de amor...
se a morte deseja até maquinas que te fazem viver
descanse em paz,
na cidade de ilusões seja mais um terror
bebida que se destila nas profundezas da alma.
