Coleção pessoal de celsonadilo

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Horas atrás falava em amor agora está morta...
está entregue aos problemas...
tudo se tinha era um sonho que acabou,
acorde veja que tudo está como pode sentir,
envie estrelas com pedidos pode ser que se realize...
seu desespero denota harmonia...
vamos lembrar dela com carinho era tão boa...
vamos se entregue mais momento de loucura,
nesta ilusão que retrata os sentimentos,
afetados por sonhos perfeitos.
tem o que para comer não fiz não deu tempo,
esta bem vou para o bar comer...
madrugada se passa a o que aconteceu....
estava ocupado pois não tinha rede...
mais uma tragedia anunciada em rede nacional...

sinta a escuridão
tuas opções são dominadas...
seja uma boa serva
e trabalhe ainda cante parabéns...
bata o cartão vamos mais um dia...
o trabalho enobreci o homem.
e a mulher fica no fogão,
em sonhos e pesadelos...
a mais valia se retrata um mundo sem noção...
basicamente se escraviza se ter correntes,
apenas um momento entre tantos dias atrasado..
aposentadoria artigo de luxo... para tais tem uma serventia...
escolha da classe social. mero traficante. pode sentir isso...
um prato de comida vazio, fome zero... um plano social...
esta desperto o em dia começa para quem trabalha....
quem trabalha não tem tempo para ganhar dinheiro,
nem tem a sabedoria para gastar pois tem trabalhar,
para quem pensa no democratas sociais se vê na reciclagem
impera o imperado de outras eras dono senhor de tantas terras.
sejam abolidas que venha sem terra sem tetos mais uma tragedia no momento estamos fora do ar...
uma facada um golpe social quem vai pagar por isso,
temos a certeza de um amanhã cheio de esperança.
anos se passa e uma nova crise politica influi na sua vida.
viver de sonhos é muito bonito mais não paga as contas...
falta água tudo mais caro avisam que tudo é relativo.
quando estamos nas ruas somos baderneiros e desocupados.
dizem falta de cultura um dos males sociedade e que termos alguns dias melhores.

debulho o caos da mente,
entre absurdos
respiro os momentos...
buscar um sentido é inútil,
tudo será assimilado,
entre discordâncias seria apenas o causo...
perturbo as sentenças da solidão
sendo um ponto na imensidão.
de propósitos se tem compartilhamentos,
comentários na derradeira síntese da evolução...
e dai síntese esta relaciona com ciência,
se contexto retrata a metamorfose,
somente aplico num sentido de configuração...
então te causa confusão pense em algo mais profundo ,
sinta se a vontade... se penso de uma forma
vivo numa caverna e tenho observar sombras
ser conduzido estranho a caverna tem fogo,
e ar condicionado e assim se passam quatro anos
revolta, consumismo é uma tradição...
voltando ao passado descrevo estantes
quem vai entender?
se sou um ícone no absurdo de pensamentos.
passar numa rua com alto falante expressar olha o ovo,
seria ridículo tentar entender a sobrevivência,
pedaço de pão ou salgado mata quem te mata,
então por isso se morre de fome.
se contexto retrata a metamorfose, tema,
mais pouco de café.
a temática e verdadeira,
numa pauta de viver para viver,
tudo pode ser somente por hoje, mais um dia sóbrio,
me esqueço que fui e lembro, que uma salvação,
entre linhas a escuridão tem muitos momentos claros,
são julgados e arquivados.

as horas passam
de maneira que a dor no peito seja apenas a pena que escreve,
o manuscrito que de certo não importa a ninguém,
com tantas virtudes oriundas de um mundo de oportunidades.
a imensidão de uma nova fronteira.
reciproco sentimento que vaga pelo tempo.
a pena foi para sendo marco do tempo
o escrito se desfez com o descaso...
o fogo consumiu.
o autor imortal se tornou pó...
dentro de tantas autorias seu vulgo
abrupto se desretratou no ato da opera
um mar desatino...
furtivamente as palavras torna se poeira ao vento,
sem destino ou origem
no desastre somente o que necessário.
para continuar a existir num contexto
estando palavras lindas momentaneamente
é um relato junto ao momento da certeza
a separação se denota o lapso do tempo...
as lagrimas que escorreram as facetas que foram encoberta
por um instante que a história se apagou num incêndio de descaso.
a solidão ganha formas num abito que uma calça torna se uma obra de arte,
bem com redenção momentos são descritos...
no desatino operas são a destreza de viver.
nesse âmbito o ressarci torna se desculpas...
tudo que acontece torna se parte do perdão,
dando versos repercussões atos de esquecimento,
puramente o espaço da ausência é devido ao mundo desconexo.
escrever uma redação e ser observado e avaliado
por mérito por uma questão de ser, de que aprendi...
nada mais que se foi um termo que tempo levou.
a formação torna se obsoleta nesse descaso.
desato meus pensamentos neste mundo digital,
diferentemente se encaro o futuro como o passado.
um grito parece o nada, correr e mais nada.
então uma folha de papel em branco.
uma vida depende outras vidas, se ainda nem nasceu ainda uma vida,
desastre para um único encontro da realidade da tristeza em objetivo.
palavras reeditadas e somadas em alguma parte e tal vez seja o passado
que esteja sendo escrito nas distorcidas sintonias que descrevo,
em situações de pequenos textos na maresia da teima.
reluto os sentidos para bebedeira e a ressaca se perde na solidão,
tudo que é feito em momentos de sobriedade,
as correções do espaço a falta de dinheiro. e o tempo perdido
a falta de saúde se renovam com falta de amor.

Alienação dos alienados são piores ou melhores que os alienígenas... que estão atônitos com a evolução humana.

a dor me fez ver quanto te amo...
quando dia amanheceu
senti que ia morrer com o peito em chamas,
nunca foi um sonho...
sempre foi real...
num momento mais feliz de todos,
tocou minha alma em profunda tristeza,
tudo pode satisfazer quando é lindo...
o amor perto do infinito é nada num imenso vazio.

bem mal
maldade
solitude
ranço do querer
bem mal querer
desnutri o abito
tão visto quanto morte,
denota se o destino,
vagante alienado,
caminhos que seduzem
dentro de delicias
vão se sempre,
ou para tais anteriormente
mentiras desfiam um novelo de intrigas,
bel véu desnutri o centro dos atenuantes,
desfrute calmaria desejo,
bem como rediz o silencio
manto impuro e o dia trágico,
entre tantos soa se frágil
bela audácia desdem o parador
que definha sobre as sombras,
sensato emolumento
para tais meramente o algoz,
para único destemido
ar para dentro da escuridão
resquício mero determinado
paradigma de dogmas,
adestrado voa ate morrer
simbolismo dia sob a noite
temores somente.
tudo para mim... beijo
está certo influencia
sorrateira fortaleza que encobri
o véu puro eterno
a escasso teor neste deslumbre...
austero bons sonhos
se deita na profunda escuridão
para efeitos singulares
se abranda pela madrugada
senta se no espaço vazio...
procure tantos momentos
num dia que nunca terminou,
sem saber o porquê?
dor que desaponta
no infinito a paira
simbolicamente...
sensatez agonicamente
como num ato impensado
respeito o sopro da morte...
tristemente revogo o ato que ressuscita,
intercalado olho atônito.
venha vivido o timbre.
do murmurio ao escuro...
em frente do espelho faz amor consigo mesma
invadindo a noite em gemidos...
momentos.... congelados no tempo...
vagos sonhos em delírios,
tantos estantes se passaram neste quarto...
e isto foi ate morrer...
sendo um monstro que te amou
nas noites mais frias
destemida o extremos de tuas cavas
no diluvio que representou,
na perfeição que tornou o espelho em outro mundo,
e depois suspirou entre galaxias....
tremulando o sono mais pesado
breves palavras tumultuam te amo
sinuosamente tudo esta escuro
envolto do seu gemidos...
mais fundo e forte
esteja entre tantos desejos.
entre vultos te amo.

Das pedras em chamas que caiem dos céus,
sinto teu perdão, em chamas que transformam...
agonia sonsa em esperança permanentemente...
tantos cortes o sangue corre em mares,
mesmo os céus azuis denotam o amor,
beba a vida sinta a eternidade...
podemos caminhar entre todos e
ninguém vai sentir a diferença,
mesmo com seus olhos negros
somos lobos que estão em meio
ovelhas mortas... não temas
pois a água já é vinho,
tudo o que temos caiu dos céus...
quando nossos corações estavam magoados,
a espera de dias melhores,
e sangue escorreu das nuvens...

Quantas coisas fora do lugar,
ninguém quer dizer adeus,
em horas que tudo esta fora sincronia,
na desordem paira o ar que desilude,
embora se hora de ir embora,
ninguém quer ir... estamos com frio
quero beber ultimo gole,
mais estou bêbado de sono,
estou sozinho o que importa...
outro gole tudo pode explodir,
e que vai chorar se ainda nem amanheceu,
as visões de aranhas andando pelas paredes,
julga gosto amargo, ate ressaca parece um sonho...
entre as estações... as paredes se mexem,
as luzes ganha formas que se diluem num trago...
tudo revira parece inicio do fim,
o coração doe em tantas ambições...
desejo de um beijo se debate num para-brisa de um carro,
cacos e sangue escorrendo desaparece diante dia que amanhece outra vez as dores não parecem nada...

Diga tantas coisas para felicidade,
Distante... pois o momento parece morrer,
Quando... espero ter um sentido na alma,
Os disparates do metro mais um atraso...
Alguém desespero pulo na frente da composição,
Extremo processo que se destina ao espaço politico,
Ninguém se interessa, pois vai chegar atrasada.
Trágico momento que nada se compara
As vozes que se perdem no horizonte onde um túnel
Que é representativo... no estante que deixou a vida,
Semelhantes gritos num espaço escuro apaga se em lagrimas...
Experiencias que se projeta se no inconsciente...
Quem compreende a tristeza ou desafios da escuridão...
A solidão faz se debater no estante que chega e acorda,
No meio da noite não a nada além...
Sobre põem um abraço
Uma palavra amiga que ressoa imenso sentimento.

A cidade de um homem é engolida pela morte...
Calor que tem no ultimo suspiro senti o ador da vida...
sufoca no ápice do desejo... do corpo nu,
perfeito momento, no emblemático sentimento,
escoa pelas escadas ate que descambe
numa cava fria, estando esquecido
apenas a poera que voa nas mais infamas correntes,
choradeiras se debatem num ar escuro.
adeus bem pouco o conhecia,
mais minhas lagrimas morreram com ele.
sobre sórdidos sentimentos que denotam seu olhar
num passado imerso na desilusão... passa se
o ar da sarjeta se afogando na corrente da chuvas,
num passado imerso na desilusão tudo tem forma de saudades,
embora seja o sofrimento e agonia atravesse seu peito
como bala que desferiu o terror inúmeras vezes, respirei fundo,
desejei que fosse parte de uma alucinação
que corriqueiramente deixei passar como o amor.
poema vivido ate tempo o transforme em pó.
by Celso Roberto Nadilo

insides
a luz não vive sem escuridão.
o medo é apenas ignorância...
de fatos que oprimem a vida.
o desconhecido pode ser a imensidão,
desconhecer a verdade se calar na escuridão...
mais o silencio seja uma opção
dentro da solidão tem muitas coisas
podem te dar a evolução,
o sonhos vem no escuro do sono.
a visão das dimensões que te abrange.

seria caos um opção ou seja uma necessidade...?
tantas discussões e discursos como um curso intestinal,
eles aplaudem pedem bis numa ilha paradisíaca...
em passamos fome, sem recursos médicos,
vamos da segurança e saúde.... sua vida é feita do que?
se a deserto á um paraíso fiscal.
isso mídia mostra e contempla... somos apenas a diferença.?
ninguém sabe o que fazemos para viver, apenas acréscimos no imposto. e ainda não tem recursos...

Falaria muito mais não haveria ninguém para ouvir,

seria fácil escrever, mas, tudo seria apenas um escritos

entre tantos momentos passado pela alienações

que abrange o senso comum, a realidade seria opaca

no fundamental da deles a perspectiva do poder,
refecerem sempre disfunção do estado monetário,
as vantagens para seus bens em contas fantasmas,
em paraísos fiscais, e depois denota se o diga serão palavras
que voam ao vento ,
enquanto a esperança torna se um país do futuro,
seria a vida esperar e superar tudo que vivemos,
diante as tantos momentos de desespero e angustias,
pelo âmbito moral que temos atura pois tudo é aceitável,
até a corrupção seja fato tão comum num senso...
de desastres num paí tão imenso cheio de desigualdades,
quando alguém se rebela o ar que é poluído
de recursos frágeis como destaque no ador do dia a dia.

Em uma escala reluta o resultado de suas emoções,
Mistifica o teu ser mítico...
Sobre os flagelos brumas,
No resquício o esquecimento...

probabilidade emocional,
te amo minha tristeza,
não tente tocar imensidão,
com rosas que estão pelo caminho,
e numa cama de desejo e opressão,
num corpo apático,
desventuras que arrebatam,
em idiomas risórios murmura
tantos sonhos e desejos...
aplaudem tocando simplesmente.

Nessa escuridão deste quarto tenho lembranças...

Tantos anjos mortos, Nas eras despedidas...

Ganham a doutrina num mundo vazio...

Tantas mentiras tem suas contradições...

Nesse mundo de oportunidades sou um espirito.

A noite aparece se amarga e fria,
nos contrastes o coração para...
sobre detalhes a canção que paira pelo teu corpo,
delicia tanto quanto imagina,
morde seus lábios em chamas,
retem o integro da alma...

amor eterno,
soberano no ar atrevido,
surpreende no audaz termo
de um sorriso vagabundo,
ao som sórdido,
carisma que vaga sobre lençóis,
extravagantes sob tempo
o glamour ganha seu encanto.

fluxo torna se abruto quando é o desejo mais profundo.
encanta de tal forma que se dilui no extenso do universo,
como corpos celestes que viajam sobre a gravidade
que destinam a imortalidade de ciclo sem fim.
hospedando seus satélites como amantes de mundo estranho,
bizarramente os encontros destilam a vida numa síntese profunda.
nada se igual a singularidade do qual de repente se ama para sempre.