Coleção pessoal de celsonadilo
Está minha vida é ver anjos caírem
por tanto amar se perder e
sentir o fogo queima
suas almas perdidas pelo amor
foram alvejadas ditas feridas
nessa terra de anjos
somos apenas mais uma chama na escuridão...
tem ver o mundo que deixou, que vejo
são apenas cinzas de um coração partido,
voar sobre imensidão apenas vagar,
buscando um sentido para o amor,
e gritar a sombra de uma arvore o que amor
tudo obstaculo sempre que é parte do teu amor
senti tudo ser o nada diante tantos que caíram,
digo ola a eternidade a dor descomunal,
tenho que viver entre aqueles que não amam
sem deixar que desaparecer meus sonhos,
sou uma voz na escuridão assim por dizer,
tantos caiem por amor que tudo deixou de existir.
testemunhas da solidão
um presente da escuridão;
dentro do coração
as farpas do teu amor;
são marcas deixadas,
pelos sonhos do teu amor...
encontrei tantas trevas
que o profundo era um abismo,
quando quis tocar teu coração.
dentro dessas memorias...
tantos sonhos mas nenhum estou...
olho para o por -do-sol
sinto a luz que me deixou,
procuro nessa escuridão meus sonhos,
sendo que luz que senti era tua alma
que sorria para meu coração perdido
na escuridão de sonhos que deixou,
senti apenas uma janela no céu,
como se fosse deixado para sonhar
tantos devaneios que desejei tua luz
que vi foi apenas a escuridão...
sorri mesmo tempo não compreendo,
apenas aceito o destino frio,
vejo teus olhos na minha escuridão...
procurado meu amor em tantas valas...
que destino deixou diante o teu amor.
nesse dia chuvoso meu coração sangra
pois minhas vontades e
desejos são parte da escuridão,
tudo que está minha volta são apenas,
sombras de um sentimento esquecido,
desencontrados em meados de um começo
que nunca aconteceu embora o sentimento;
esteja adormecido dentro tantas frases,
sendo apenas uma aparição,
pequenos pesares pelo pedaço
que ficou diante ditas como erronias
deixei ser consumidas pelas próprias dores...
tentei observar mais tudo foi um erro maior,
persentir em um sangria, ceifei meu coração,
as trevas eram reais demais , para conter meu amor...
meus sentimentos são mesmos...
olhei para o luar ela sangra com meus desejos,
tudo quis foi te amar, meu corpo sangrou
no fato que amor é uma paixão cega...
devorada por tua vontades de prazeres obscuros...
cortes tão profundos na minha alma,
transcende o tempo que deixou de sangrar...
no momento que desejei te amar...
o céu se torno infinto diante o mar de ilusões,
meu sangre é unica realidade do meu espírito,
faminto pelos teu desejos, como marcaram minha alma
perdida em teus caprichos a noite se acabou,
minha palavras se calaram no gosto obscuro,
tudo que sentido na paixão que mera existência...
é uma fronta aos deuses pagãos pois deixaram o amor,
ocultos pela dor de se arrastar diante o teu olhar,
mera face fria desatina buscando prazer,
sendo tudo que parte da perfeição obscura da tua alma.
prazeres num a noite que a lua sangra seus belos...
momentos que se repente seus desejos de amor,
que foram profanados pelos amantes dessa noite,
abraçando a eternidade na escuridão...
sua marcas foram carregadas pela tua face marcada.
nessa noite fria desejos no teu corpo nu,
sentimentos em tantos prazeres nessa madrugada
o gelo da noite demonstra tuas fantasias,
olho no fundos teus olhos sinto tua nudez.
lábios que desejei
lábios inferiores carnudos ate em sonhos
volúpia ate saborosa,
mesmo escandalosa,
devassa da própria natureza,
escandalosa fogosa,
fruto da natureza,
passa por milhares desejos
em vulcão de prazer,
clamores são insinuações
do quero mais,
do gosto mais gostoso,
corpo delicioso
cheio de gozos
mil a tentações;
milhares formas de prazer.
Mais que nossas vidas ainda amamos...
entre muitos mundos vivemos e...
ainda traímos a nos mesmos,
Por que ainda vivemos entre aqueles...
que tanto nos faz sofrer, ainda amamos...
sem dizer os folclores de nossas almas,
num passado perdido de nossas vidas,
pelo qual já disse que vivi tanto o quanto amei...
sendo tua voz na escuridão o guia da minha virtude,
poderia passar milhares de vida, mas, meu amor...
é único para sempre entre as trevas caminhei,
não temi pois sempre estarei no teu coração...
meu amor é parte de um tudo, dentro da tua carne,
sobre a tua pele o perfume da minha alma,
mesmo que a morte me toque me leve...
o amor não tem fronteiras nem distinção...
somente o vicio de te possuir...
mesmo que tempo pare pois o coração
é uma flor que decora tua vida
entre tantos o destino clamou
tudo que tenho é flor no mar que se diz
destino mesmo assim a´ amo tanto...
tudo é tão atroz sem amor...
que me pergunto se existiu um tempo
um mundo diante a escuridão...
se existir que vida te amei?
por celso roberto nadilo
amor
trevas vos digo escuridão belo coração,
sendo desnudo e calado,
de repente marcado mesmo ferro e fogo,
transpassado o solidão
de tantas magoas se foste
alvo tão purpura...
nessa semente, talvez apenas a tal ternura,
repente amanhecer bem com vem porta voz,
tanto barulho que me acorda de pente,
arte ate acordar, meramente um passo,
sem tal marca passo, sendo despertar
algo estranho maleficar bela voz...
a canto lhe fez o dia amar pois sonho plantar,
sendo grande como porto que bebeu...
ontem a noite com tão poucas
frações se diz amor, se diz coração
ou ate emoção numa clara visão,
detalhes passados num momento,
pedaços caçados nesse ar
tão folclore tidas tua assim,
sentinela, tanto tua morte,
foram passadas nesse templo que te coração,
sem fonética pura gentileza,
tão acida por assim lhe diz,
as drogas que fuma nada se abate,
se diz elegante, drogas se planta que se colhe,
tanto passa como tempo que já passou,
eterno puro amor tão puro só amor,
tão belo meu doce amor.
cantarei tais como vento
no teu ouvido meu amor
cantarei a dor que se insinua tão bela meu amor,
se dão entre as balelas, circo feito de arroz...
após casamento te tantas rosa seja teu nome...
que brilho entre no amor Casa nova vá encontrar,
vários rios tempestuosos pouco o rio tão pouco poluído,
minha cidade meu mundo meu casamento,
doce vida bela vida, mero um grão de pó parece café
como ouro sendo raro meu coração
num mundo de pensamentos pouco só meu amor.
por celso roberto nadilo
centelhas de um dia
Quando morre um escritor morre uma estrela do céu,
meu coração compadece pois sempre vou escreve,
mais seria uma estrela pois minha alma é um constelação,
num mar de solidão compreendo a existência...
pois mar se dá como ar de uma estrela...
mesmo morta está no céu.
por celso roberto nadilo
Engraçado,as mesmas palavras jogadas ao vendo,
sempre o para sempre a perdição dos nossos sonhos
ditos na mesma perdição do teu coração,
promessa eterna dito teu amor.
porque sentimos tanto ate ressentimos...
poucas ou muitas ou nenhumas...
apenas um patamar confuso...
ininterrupto para aqueles
acha que sinto nunca é o bastante...
nunca está limpo ou sujo,
apenas no profundo obscuro da minha mente
Tudo é um partido de um coração partido
são tão declaradas as cheias tantas rosas,
meias jogadas no meio da sala
poucas palavras são donas do teu coração,
em tantas madrugadas poucas palavras
se jogam das janelas da tua alma,
donas pouca palavras cheia de rosas,
todas com mesmas marcas cheias de palavras
donas de tantas palavras são jogadas
pela janelas suas vaidades
boas como a madrugada doces almas,
sempre numa boa com tantas palavras,
numa madrugada de poucas palavras.
mais uma vez se faz guerra
aonde está o amor dos homens,
a liberdade tem preço,
um pedaço de terra tem preço.
a alma de um homem tem preço
a bondade e o amor de um inocente não tem preço,
viver num mundo sem algum conflito não é real
pois a evolução está cheia de conflitos e afirmações...
sendo bem o mal um fato da historia.
clamo por tua alma
no vibrar da noite,
sua carne é prazer,
se dei acada minuto,
por décadas
no ar do meu corpo.
apenas o ador da tu alma,
sombra seca desejo do teu corpo,
fogo na nudez, suspensos no
ato do teu amor,
no fogo do teu corpo.
um anjo na escuridão
clama pelo teu amor,
sentidos obscuros cobre coração,
a tua alma obcecada a escuridão
é templo de dor,
seus olhos sangram
são pecados dos anjos
que dominam teu coração.
