Coleção pessoal de celsonadilo

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Ritual de nascimento

para muitos é uma festa e felicidade
em outras culturas se chora de tristeza
por ter pela frente uma vida de sofrimento
quando envelhece todos estão felizes
fazem uma festa pelo motivo de deixar essa vida.
Na minha família a recém nascido é jogado em um lago gelado,
dito que a criança nadando mais um da família,
se afunda deixado que morte o leve pois
nesse mundo tem ser muito forte para sobreviver,
quando s é velho é tratado com muito respeito carinho
pois aquele sobreviveu por décadas ainda tem mesma sede
de vida que no mesmo momento que nasceu nesse mundo.

Agonia morta pelo qual jaz minha alma,
fonia meu fogo a lastima perdida,
em tantas formas os desejos profundo.
mar sem fundo o frio...
é constante da minha constelação.
vagante desejo pois eterno meu coração.
por celso roberto nadilo

amor ador minha vida...
passares com destino traidor...
enfiemos o frio de mil segredos...
testemunhas de jogo...
desejos profundos...
um ar que nunca mais foi o mesmo,
a visão ao termino de uma miragem...
meus sentido se foram,
com apenas um vento que brotou
do frio profundo enigmático,
talvez simplório nas abas do destino...
seja quem for ou flora a tenha
o temido sonho pesado,
como estrelas dos céus.
seja muito ou pouco já passado...
o destro de mil variáveis,
extrapolo meus sonho
em puros desejos.
marcados no fio
passado meus sonhos,
em tal sentido...
o marco que um dia sonhou,
a passagem clara vidência...
pois mundo nunca mudou.
apenas toquei a escuridão da minha alma.
por celso roberto nadilo

Meus corte são profundos no coração, não existo...
por ter amar dei meu corpo como maior sacrifício,
são tantos detalhes deixados pelo sofrimento.
lagrimas latente no profundo sentimento,
desculpas não vão curar minhas feridas,
desculpas não vão mudar minha dor,
suas palavras são poucas pelos teus atos
que feriram minha alma...num teor nu
calado arrasto meus pensamentos,
poucos compreendem pois piores...não fazem diferença,
a loucura pior exílio mesmo achar o primor dos fatos,
em caos o pior medo no exato momento as trevas.
para ter suas amplitudes como própria farsa...
ou mais profundo que ache que seja... são minhas certezas.
dentro do fato que nada é relevante...
por mais faça ou digam não me deferem mais...
pois não tenho mais um coração...
nem sonhos só destino frio na minha alma.

A morte é precipício infinito na minha alma,
de propósitos sem fim apenas a escuridão,
que se encontra na minha alma devorando meus sentidos,
por mais que queira... por mais faça não á um final...
somente as dores nas profundezas,
que diria das piores formas de penas,
prólogos sem sentido

Sentimentos puros passados num muro de intensões...
amargo sentido para os piores temores magoas sem fim...
meus segredos estão na minha peles que sangra,
por ter o amor no coração puramente,
nada deixou tantas marcas na minha alma.

o profundo deserto solitude de meus sonhos,
desastres puro teor a que não compreendo,
pois abutre come satisfeito o corpo apodrecido,
o profundo da mente dos humanos, como fosse esse corpo...
apodrecido entre atrevas dessa terra desolada,
por mais que pense ou seja apenas lagrimas na escuridão.
deixadas ato infinito de um deserto ardi-o...
inóspito, mesmo sereno cativante...
a verdade é um horizonte negro e profundo,
bem perdido, isolado magoado

o deserdo do coração é falta de esperança na alma.

a chuva caie la fora são lagrima dentro de mim...
das trevas a agustia encobre a dor de sentir,
sempre tantas lagrimas sobre essa chuva...
caie la fora se refleti dentro mim,
dentro de tantas lagrimas de angustias...
nunca passaram são com a chuva caie la fora...
diluvio do coração marcado na sedenta cruz amarga,
lagrimas nesse mundo insensato.
minha lagrima são letras de uma canção....
que compôs depois de te amar tanto...
sinta que chuva caie quando choro por te amar tanto,
a tempestade, veja como caie desatino
pois tudo tenho são lagrima que caie nessa noite,
angustiante de tantos amores apenas a solidão...
nessa noite sem estrelas para brilhar...
a noite não passado do teor eterno da escuridão.
marca do luar entre os dons de tantas lagrimas
deixadas por anjos que carregam o desejo de amar...
sob as lagrima que caiem dentro da minha alma...
a angustia é temor que tanto atroz deixa o coração...
deferir as sombras deixadas pelo teu amor eterno.
por celso roberto nadilo

Sois minha prisão.
sois o acalento dentro do meu peito,
sois a virtude que acalma relento da solidão,
sois as trevas consomem meus sentidos,
sois meus temores adversos nos meus sonhos...
palpites da variação desilusão... é uma cuva...
esparsa no frio do apogeu.
por celso roberto nadilo

vejo os poemas escritos
são poemas para os mortais
para imortais são sentimentos
colocados de uma forma perfeita
num sentido eterno para aqueles que realmente
vivem esse momentos espelhando numa folha de papel
grandezas da alma do coração são coisas meros...
aos mortais, não mesmo aos leigos...
com suas grandezas intelectuais...
com as sombras de tantos sentimentos
passos meros vasos de solidão.

Tantos sentimentos deixados no profundo...
nunca é encontrado sem o abito abandonado...
vultos amargos sem sentido.
abrupto sentido aflora a sobras da tua boca.
caminhamos em trevas embora somente...
nunca se vê o calor apenas o frio,
que acaba ou começa em valores,
tudo é enfeites empoeirados,
nos quais teu corpo faz parte...
gostaria que relembra se cada momento passado...
na agustia que sinto minha cicatrizes,
são o coma de ilusões,
o fardo que aprisiona as pequenas coisas.
que nunca tem sentido, mas fazem importância.

sentimentos profanam minha alma, na pura solitude meus sonhos,
apenas uma cruz que carrego com meus sonhos nessa solidão.

Sentimentos especiais se encontram no profundo da alma,
tudo tão especial em você que uma flor profunda na alma,
muitas água passaram pelo teu corpo muitos sonhos se passaram,
gritei teu nome na escuridão foi apenas a sombra do teu coração,
muitas marcas no meu amor deixado meus sonhos,
toda atitudes levaram a poço sem fundo,
muitas vezes me peguei olhando para vazio,
senti cada lagrima que derramei num abismo...
Nos braços da eternidade sua face fria consome meus pensamentos,
na solidão tantos desejos pesado num mar deixado num...
deserto de tantas magoas foram deixadas nas sombras,
digo escuridão um sonho passado num montei...
sombrio meus sonhos param na forma do teu corpo gelado.
tantas pessoas que já vi nesse mundo,
nada se compara a tua beleza que está no meu coração...
sepultada em valores perdidos pelo tempo...
tentei olhar para o passado reviver com teus sonhos,
mas foi apenas mais sonho sombrio...
diante as trevas declarei meu amor e senti os braços da morte...
que foram declarados amor sem sentimento.
amargo fel afunila o doce cálida sendo mais uma noite,
minhas lagrimas caiem apesar de tantos sonhos,
um vasto na imensidão apenas o vazio no interior do coração,
deixado por tantas estradas perdidas nessa alma,
o gosto de uma musica pura atravessa meus encantos,
em sombras obscuras trevas são convidativas...
mesmo que montanha seja um relevo,
o mar da solidão tão real no espaço da eternidade,
tantas cavas deixadas dentro desse sonho.
não compreendo seres humanos nessa fria realidade...
tantas dores que já se encontram perdidas...
são reabertas dentro meu coração... sem relvas...
doces lembranças mortas pela paixão...
tantas canções sobre o sangue nunca descrevem meu amor.
quero tanto sentir o gosto dos teus lábios...
que deixei de viver, tanto que senti o gosto estar no céu.
era pura perdição dos meus pecados, sentir tua face,
que foram profanadas pela decepção que é profanação,
de tudo já senti sem importa com verdadeira face do amor.
por mais que a escuridão tenha me tocado teu coração frio...
minha nunca se calará quando sentir o gosto dessa canção.
tantos cortes na minha alma foram os flagelos
de sensações mortas espalhadas no sangue.
mesmo que eras se acabem ainda sinto o gosto do sangue...
derramado no imenso vazio do teu coração,
marcas foram deixadas na sua face tão fria.
consecutivas as lagrimas sem perdão...
por Celso Roberto Nadilo
Trevas no coração.

Todos dias penso em ti,
todos dias sinto teu amor,
todos dias tenho vos no meu coração,
tudo que canta é verso na sombra...
assim mil momentos são devaneios
no meu coração na plenitude do coração,
o frio que se abate ausência da tua alma...
na minha vida, teus sonhos são meu destino.
belo eterno amor, sois tudo que tenho...
na imensidão do teu coração...
teu amor, tua cumplicidade,
tudo ato profundo na complexidade da tua alma...
espelho do meu coração, felicidade do meu ser...
todas as palavras do mundo seria pouco
para descrever que sinto quando te vejo sorrir.
por celso roberto nadilo

Uma rosa que sangra na minha alma
como gosto do destino frio dessa lapide,
teus gozos um sorriso frio
seu corpo tão gelado,
imenso no calor anseio o sumo da tua paixão,
eterna minha alma, dispersa no meu coração...
trevas de sonhos que se passaram nessa vida,
reato flores que deixo nessa lapide...
com luar revivo sentimentos,
na primeira noite que te vi...
foi tudo primeiro beijo,
sabia era amor para sempre.

o veneno desce por minhas veias
é um contraste de desejos,
profundos no coração,
profundos no conceito,
valores desiludido pelo ador,
perdido minhas memorias...
que são agora uma parte do nada,
uma opera do longe distante...
pois está tão longe
baixo meus ouvidos em imagens
paradas retalhas pelo destino.

você me conquistou dia a dia,
me magoou mero sentido,
triste magoa por que
me conquistou
por que me cativou...
se amas a outro que conquistou,
joga fora como lixo
que não quer mais...
exitem a compaixão...
a paixão se entregar ao amor...
verdadeiramente,
não descartar o lixo que te amou...
seria pequeno o sentimento
de devoção carinho...
não nada pois feita de gelo...
de pó de mármore gelado,
a tua luxúria tua ruína...
pois um dia perceberá...
que te amei e te amo...
mas o amor mais perfeito
agourentará tuas vontades,
pensei em tudo que passou
veja a dor que causou,
a vida que destruiu,
seria belo amor eterno
embora tão frio...
a dor é uma semente plantou,
nunca será mesma...
pois algo mudou dentro de você...
não compreende hoje...
nem amanhã...
mas,
um tempo, em que o
imenso
vazio dentro do teu coração...
abrirá um abismo deixado pelo meu amor.
por celso roberto nadilo

A tristeza se abateu no meu coração,
a vida perde o sentido...
minha alma chora por...
sentimentos que nunca compreendo.
estive no cemitério hoje...
vi dentro da minha mente como um filme
o passado numa armadilha
do qual voltei no tempo....
revivi o momento que
a vida deixou corpo
de alguém que conhecia...
pouco, mais compreendia;
a vida é engraçada
mais mesmo tempo
te ensina que todos são predadores...
apenas numa forma diferente de ser...
sua família seus próprios vampiros
que sugam tua vida pelo seu bel prazer...
vida ingrata uma vida se passa...
tudo que resta somente o pó
nem as lembranças são ditas,
apenas um custo um beneficio...
nesse mundo de luxuria...
você é que tem no bolso...
sentimento frio distante de um ser...
que se diz humano...
para que viver dessa maneira
prefiro não me unir a essa raça...
ate os ditos animais são mais dignos
belos no seus sentimentos,
na sua maneira de viver...
bestas serem seres supremos,
são meros abominações...
ainda busca um lugar ao céu...
com perdão de tantas lamentações.
caímos dos céus por amar o amor...
somos calados por ter tanto para amar.
matam pelo direito de amar
matam pelo gostos de amar...
tudo muito doentio no mundo do ser...
humano tanto para amar ser amado...
mais nenhuma fonte de amor próprio....
cruéis nesse sentimento que move os céus.
por celso roberto nadilo

meus delírios são teias de aranhas na minha face,
meus desejos mortos todos no coração...
sonhos apodrecidos distantes no passado,
tantas velas acessas nesse tumulo que é minha alma.