Coleção pessoal de celsonadilo

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sonhos não pagam as contas
sonhos são feitos de lagrimas
em nossas almas partidas,
como enfeites no coração,
gosto purpura na solidão,
marcas vertentes em desejos
em sinônimo de paixão,
pouco tão clara minha alma,
solitude de bem me afogou,
entre mar e um céu
acabei nesse sonho.

nossas duvidas traidoras que afetam nossos corações...
são soma de nossas perdições no entanto amamos...
sem tradições ou questões apenas traições...
de sentimentos puro murmuro,tanto valores...
centrado no cálice do destino, doce vaidade,
privilegiativos, dadivas sendo algo dado a poucos...
belo sentido passado digno em tantas questões...
tenha lhe faltado compaixão... diga lhe amor,
mesmo calado no silencio da tua morte...
que vale teu coração... de tantas formas de amar
buscou se calar... me afogar em solidão ...
bem ferir do gosto cálida por assim ser...
me diga de tanto nunca me respondeu!
apenas mar morto sem vida num apogeu...
entanto sinto que voo ou apenas passou...
me pergunto se amou deixou de amar...
se feriu ainda feri se deferi a angustia ...
que se atrai benéfica o direito de amar.

todos anjos foram tocado pela tua alma
doce amor cálida no teu ser
cálida tua boca, tantas sensações,
condenaram a essa prisão...
meu amor uma flor na tua imensidão...
me sinto sem ar, sem palavras...
que estejam na tua alma, deliciosa,
depravada em tua beleza,
cruel no teu amor...
selado na eternidade.

nos sonhos são crimes sem perdão...
porque deixamos de amar!

o amor é livre meu amor.
a liberdade é sonho livre.
livre meu amor ...
livre nas janelas do amor,
mesmo na tempestade
do coração sinto liberdade
do amor infinito no teu coração.
sinto a liberdade de amar,
sendo amor meu coração,
que nunca parou de amar.
o amor livre nessa vida ou
na outra existência sempre
o amor que esta no coração.

a vida é um beijo profundo no coração...
com consequência doce morte...
puros os sacrifícios seja o amor...
as farpas da morte no teu coração.

O maior papel de um ator sua morte.

meus temores minhas lastimas
percorro meus desejos fugaz...
meramente prazer foragido...
como tumores que consome está carne,
no diluvio reatado mero sonho.
pelo ter obter o obscuro...
sensato momento
num terremoto ardi-o
sentimento obtuso
estranho tanto um vazio,
solto preludio...
mesmo calado trocado
pisado vidrado...
como seria sendo um apenas
momento se diga selado...
fato extremo no obscuro...
teor o digo profundo.
prazer gosto pelo vazio...
temores nessa silenciosa,
centelhas no estimulo...
de tumultos nesse sentido,
larga feroz com ato...
sentido mero absoluto...
vitorioso selado pelo dito..
almejo ate o apogeu...
ferida que nunca cura,
com estrela diurna...
entre as trevas
sejam dilúvios,
de tantos que se foi
mero obscuro.
por celso roberto nadilo
fato de uma vida

Meu pai abraçou a eternidade já algum tempo,
deixou meu coração foi de encontro aos pais,
pois a morte levou meus avos,
primeiro meu avô um guerreiro eterno,
depois de lutar muito contra doenças padeceu...
minha avó morreu de saudades, toda semana...
separava um dia especial para seu amor eterno.
ia ao cemitério levava rosas e uma vela
como um pacto eterno a saudade era muito grande,
meu pai não aguentou a saudade infinita na alma...
sendo brilho da solitude a vida perde o sentido,
nada se mede para ter amor do coração...
ama los tantos e guada los para sempre no coração...
minha vida continua embora a saudade seja eterna no coração
aprende que a um tempo para tudo, mesmo diante da morte...
penso neles lagrimas estão no meu rosto,
mesmo no meu coração uma fronteira eterna na minha alma...
o amor me faz continuar com as historias que guardo no coração.
perdi a vontade de viver tantas vezes que deixei o vazio dentro mim...
deixo como mais uma pagina no imenso livro da minha vida.
por celso roberto nadilo
feliz dias dos pais

olhos de sereia
olhos profundos
olhos que são mares
Deusa dos mares
ador dos viajantes
brilhantes,navegantes
sempre em alto mar
tempestades sempre uma canção
nos teus olhos a perdição...
sempre o para sempre,
olhos que se perdem no horizonte,
vertiginosos como desejo do amor...
sem destino tantas historias,
apenas um desejo...
no imenso mar.

está é minha vida
diante teus olhos
meus sonhos,
diante mundo
minhas chamas,
nas janelas apenas os céus,
entre as trevas...
somente minha almas;
entre tantos sorrisos,
apenas minha alma,
diante tantas perdições
meu coração...
apenas um sorriso,
que tanto esteve...
entre tantos...
e apenas dentro meu coração,
minhas chamas nunca se apagaram,
o único motivo de viver
seu belo sorriso...

Destilo as palavras numa soma de harmonia
desabo meus maiores sonhos e desejos
perdido em meus pesadelos.

esta minha vida
minhas lagrimas parte dessa vida,
esta minha vida é jogo sem rumo
está minha vida
tanta lagrimas são de forma uma regra
esta vida nunca verá um jogo
em belas asas de um anjo...
sinto minha vida,
num jogo de prazeres...
muitos jogos com falsos sorrisos,
este jogo apenas é começo da dor...
esta minha vida
cheia de detalhes que marca o coração.
nessa vida tudo belo...
numa marca única o desejo é morte.
em tantos olhares um desejo apenas o prazer...
nunca suficiente para aqueles que a desejam.

nossos dilemas são tantos
nossos corações tanta lagrimas
ate mar poderia secar diante coração frio
num mar de decepção tantas agonias
diante tantas trevas que no lugar do meu coração.

tantas lagrimas que derramei tudo,
são parte das ferias do meu coração,
tantas marcas no coração são fetiches
na tua alma apenas fantoches.
horrores em tantos frascos de amor...
deixei o coração para chorar,
tantos sentimentos perdidos,
num futuro sem um passado.
desespero num profundo abismo.
por celso roberto nadilo

Me diga que amor nessas trevas dentro meu coração...
diga tudo que quiser tudo mar de pesadelo...
as correntes da minha alma são apenas frio da solidão...
sinto gosto da tua boca morta tanta coisas,
que nunca senti, mas, desejei sentir...
minha alma sangra pelo amor que senti
tantos desejos mortos pelo ador desse amor...

A tristeza profunda...
imensa se destila... no terror....
esse é o vazio no profundo do coração...
sendo dor que infinita nessa vida...
cada momento que se passa a buraco
sem fundo no minha alma,solidão mórbida...
a luxuria sarcástica cobre minha carne,
em feridas que nunca cicatrizam...
uma figura profana no meu coração...
fazem sentir os desejos na pele...
fazem meus desejos fúteis em desespero;
o único vazio negro no interior...
cortes de desejos abrangem um mar na solidão...
um vicio tentar morrer ou viver...
em rio de lagrimas não á mas nada,
espaço para tanta tristeza...
nessa existência não espaço
ou feitiço que acalme coração irado.

meu amor sinto teu coração me chamar dia apos dia,
minha vida sempre meu amor...
meu coração sempre teu como minha vida...
mesmo que eu morra nada me separar
sois o destino da minha vida entre o calor
de tantas vida diria sois tudo meu amor...

doce amor relembro,
cada momento desde o dia lhe vi pela primeira vez,
diria meu coração consumido pelo desejo...
poucas palavras traduzem um sentimento,
deslumbro teu corpo com voz do além,
seria a doce morte perdida meus sonhos,
cala te em sons dos mortos seria apenas um ardi-o,
abadia cálida verazmente o obscuro tem suas compaixões.

Ao escurecer encontro detalhes do teu coração...
marcado pelo destino... assim o diga...
as farpas de desejos encravados na alma,
sendo como fragmentos de um abismo, me diga
pelo que sorri se ter meu amor?
sinta as dores de se viver com tal veneno!
Pense como seria ter tantos sonhos e desejos...
apenas um momento para te los!
nesse momento vejo tudo passando...
pelo intenso ardor que desejei;
sentimento mortos pelo tempo...
tantas trevas em uma vida.
a solitude é um vaso estranho...
cheio de depravações.
permanecem no fundo de sorriso...
o sacrifício de lembranças dolorosas.
tão distante um estrela que brilha com devastação.
como diamante esta numa parede;
seu olhar é base de um coração frio,
que tanto brilhou se apagou,
agora não passa de um abismo...
tão indiferente que gosto amargo me conquistou...
diante o brilho que se apagou.
Senhora que tomou meu coração
pois sois o diamante encrustado;
seja lapidado com minha alma eterna,
que diria com um sorriso frio...
sendo tempo doce amargo num silencio;
que tomou teu coração....um veneno,
que tempo deixou para consumir tua carne...
apenas um sorriso deixou!
olho para o abismo admiro um sonho...
no profundo sei amou tanto...
que brilho se apagou...
Imensidão é porto no fundo do teu coração...
nesse prelúdio que restou nesse veneno...
foi a esquecimento mais o veneno se embreou
no momento que deixou...
percebei que admirava o abismo...
seria tudo na minha eternidade mas passou...
o sabor do veneno puro como o amor.
por celso roberto nadilo
amor