Coleção pessoal de celsonadilo
Muitas vezes não me sinto mais humano,
a premunição acho normal nos humanos,
mas isso em mim muitas imagens de futuro
que não conheço ou ate mesmo atos das pessoas,
não pedi isso nem sei como controlar isso,
o poder mover objetos para mi natural com...
minha ira... mais sei mundo esta mudando a todo momento,
parte da evolução humana, ou, acho ou coisa não sei...
seres com poderes somem sem deixar rastros da sua existência...
anjos ou demônios caminhamos por está terra...
dita terra de ninguém outras horas.
Lembrança de um sonho antigo que está muito vivo,
aqui dentro não sei como começa,
sinto o céu azul cheio de nuvens,
vejo o chão de terra batida com muitas flores arbustos,
sinto cheiro da lagoa e barulho da cachoeira,
a água corre forte, olho mais uma vez vejo rosto do pai,
refletido no espelho de água, do nada sinto ar.
a gravidade me joga nas profundezas escuras...
vejo um galho que paira pela margem como salva vidas
mas, isso não parte da minha natureza...
nadar pois não se afogar um questão perdida no tempo,
que era aquela dor no peito que queimava como ódio,
ao mesmo a tristeza que se abatia... magoa...
sobre sombra chegar a margem ouvir meu filho,
estranho não foi assim o silencio cobri-o aquele lugar...
... como manto... que nunca revelou verdadeiro sentimento.
tentar ouvir suas ultimas palavras é enigma que carrega...
para eternidade, não busco tal resposta ou tal sentimento.
apenas guardo muitas lembranças dos quais passaram
como um sonho nessa minha vida, mesmo ar que sinto daquele dia.
por celso roberto nadilo
Nossos monstros devoram nossos sentimentos,
nessa vida remota de tantos terremotos...
estamos mortos pelo ador atroz
fora de um mar de desilusões...
marca tão profundas que nunca teve cura,
nos passos tantas virtudes...
bem como transpõem esta vida...
em tantos momentos sejam relevantes...
triste caminho sempre mais um sonho.
por celso roberto nadilo
A abadia devastadas mera morte,
cálida deslumbrada imposta,
ate seria mais se julgou,
pois ate passou,
diante lagrimas que nunca chorou,
semeados embora um deserto secou...
diante o planto retrucante
não se revelou pois do nada se calou,
sendo muito brilhante doce clarividente...
inóspita felicidade o faria mesmo sentido...
sepultado nessa fronteira de tua vaidade.
entre tantos retratos uma única nota...
diante tua palidez já morta ...
desejo fúnebre eterno, selado,
com tantos pensamentos,
involutórios esses resquícios,
tantos esquecidos esquecidos...
foram meros pingos de um passado...
que nunca se calará diante teu olhar...
o brilho seja um soneto deixado para eternidade.
por celso roberto nadilo
A morte se torna gloriosa diante meus sonhos,
meu mundo perdido em sonhos reluzentes,
vaidades primitivas no caos dos meus pensamentos,
traições de proposito aderentes a supremacia...
daqueles olhares de falsidade sem conteúdo,
pudor do terror adversos sob zombaria, assim seria,
calado meus adores improprio a encruzilhada, desse,
destino cruel e faceiro sem a dor não a amor...
feitos o direito da submissão acalentos, pela fervura...
da paixão paranoica, deslumbrada, para aqueles desfruta,
o direito opor desejos além do prazer mortal...
insanidade sinos irreais a tua centelha, numa fogueira de paixão,
tantos cálices deixados nos cacos da tua realeza,
zombas por mais atrai teu corpo nu a vareza de muitos,
transpassados sonhos vendidos, ao menos o caos é extremo...
como a magia perdida seja canção teus olhos,
nas profundeza da morte.
Tantas verdades e mentiras
observo os mortais,
nessa insanidade da vida,
as tramas são profundas,
sem maldade entre eles...
sinto as profundezas do inferno,
não busco por clemencia nem piedade,
apenas cumpro minha sentença.
por mais que tente compreende los,
são mesmas sedentas fontes de dores.
mesma busca por prazer os condenam...
a perdição de suas almas imortais.
são parte do meu que assim seja,
que aqueles que caíram dos céus...
pelo que amaram foram jugados...
pelo eterno amor seja único sentido,
entre as leis dos mortais as tabuas
sejam sagradas e leis dos anjos eternizada
com regras que poucos entenderam,
nenhum mortal ira ver ate chegue sua hora.
por celso roberto nadilo
Retratos de traços fundamentais
tirados sonhos prováveis...tiranos
vadios opositores a que cultiva,
sombras inóspitas de tantos valores,
retiro que acho pois o achismo...
mera coincidência, centelhas perdidas,
tantas memorias, para que se lembrar?
se cada fato poço imenso vazio,
tantas pessoas tão pouco valor,
se diz se faz nunca mesmo,
ate mesmo é obsoleto,
virtudes massada pelo menos,
atrativos desperdiçados,
nas depravações das paredes, um beijo profundo,
as paredes sangram, meus profundos desejos,
um beijo por um sentido, sendo proibido aos mortais,
um gole vinho tudo esta perdido,
numa noite de amor tantas virtudes,
largadas nas sombras do meu espírito,
um beijo com gosto da escuridão,
nesse mar de transfeito um ador sem fim,
mesmo amor que brilha distante,
minha vida por fio digo meu amor,
as largas escapas desse mundo
tudo que grito que te amo...
mais um beijo profundo sinto gosto
da morte que me ama pois aceitei te amar...
meus pensamentos são puro abismo na minha mente,
nesse paraíso sinto teu beijo...
tantas vidas sacrificadas tudo pelo amor
um gosto profundo num mundo sem teu amor...
tudo não tem mesmo sentido quando olho...
mesmo céu sem estrelas que cativarão tua alma.
por mais que queria a toquei profundamente.
celso roberto nadilo
deleite da minha vida primor...
o dilúvio que amo meu amor
sobre banho do luar
mar do seu corpo em pleno doce ar,
pura e clara virtude...
sempre esteja nas alturas...
nos maiores sonhos ter o tudo
sob suas cavas profundas...
doce minha vida amor que seja
o infinito de minha alma,
o esplendor tal como aurora
que se reflete nos maiores desejos.
As sombras são maiores entres temores,
solitude plena mágoa sofres ate fim dos tempos,
sobre as fama a abadia daquele que foram...
em brechas fugaz o império de pensamentos
perdido no tempo que simplesmente se foi...
com um sonho de um amor proibido ate...
que mundo não seja um mundo, entre as trevas,
descanse ate que um novo sonho se abata...
sobre alma em tantos pensamentos.
a noite puro sonho a meu redor que tanto que falei ate que sonhei num mar de solidão deixei meu amor te cativar e tudo foi sonho que deixei o amor tomar um rio num mundo de solidão.
Opera da minha alma é esperança no coração,
belo passado refletido num lago profundo,
tantos temores são possíveis ate fim do mundo.
como poucos toques no teu corpo; marco único
mil prelúdios salvo em cálice minha cálida,
abraçaria meu temores ate mundo fosse um sonho.
puro amargo desejo pois meus temores...
são parte de outra realidade...
em frasco de perfume raro nesse deserto...
que é meu coração.
prelúdio da minha alma é eterno sonho
angustiante soberano tardio,
vulgares minha lamentações,
entre as verdades passadas por gerações,
assim tantos adores e sabores,
vitima ou apenas mais um dia...
entre tantos momentos tudo é uma ironia,
velada por tantos sentimentos.
