Coleção pessoal de celsonadilo
O vento seco bem como entre fogo
a perdição em pleno ar da tarde
sendo, mesmo o fundo de uma tela
porta voz noite que nunca se calará.
De longe minha alma faminta
gloriosamente perdida...
como sempre o terror
entre um mundo outro
a luz folgaz entre o ardi o
celebre ar frio
de cada fagulha perdida
em cantos no maior primor...
de uma dança sentida...
selada em pontos de silencio
em vetores estranhos...
purpura como uma canção
que vem com vento
em sonhos terás a alegrias
no manto de muitas luas
entre trevas dos quais sonhos
caminham em todos lugares
nunca se acaba pois
centelha boa como água
que flui do rio
mesmo sujo turvo
um dia foi alegre
cheio de vida
A MORTE É UM DESEJO
Intermitente de tantos valores
sentimentos improváveis...
sois um todo dentro do nada...
passivo como a um necromante,
partilha de mil senil até infinito,
possível descrever, indescrevível
entre muitas sentença...
apenas imparcialidade....
mesmo sendo fugitivo,
temeras sem escapatória...
o pavor será somente parte do sabor...
todas sentença são compridas
sem direitos ou punidos...
menos ou mais tempo,
sempre valiosa...
intermitente coração sem fim.
por celso roberto nadilo
Eu Te Amo
minha face demonstra tristeza que carrego...
Enquanto la fora chove meu coração chora...
Sinto te deixa na eternidade,
Caminho pela obscuridade do mais profundos
pensamentos, mesmo nesta a loucura que é mundo,
Nossos coração violentados pela violência,
Abandonados, enxotado, escorraçados...
Assim fomos quebrados separados dessa vida...
Bem no voo solitário de um corvo...
que é um espírito entrega as almas para...
seu destino na eternidade;
Mas o espirito injustiçado pode voltar buscar justiça...
Te amo tanto que nada será pequeno ou grandioso....
Compreenda que vivi muitas vida em todas elas
sois meu amor eterno para sempre no coração...
Me diga que estrelas caíram e seu anjos
tocaram nossas almas eternamente...
Tenho tomar este caminho, pois meu coração ferido
pois perdi tudo de mais precioso;
Toquei tua alma com meu amor, então chorei...
Com lagrimas que derramei, coração queima...
Sentindo a solidão que magoa, no pior...
Sentido me perdi pelo te amor...
Me ame me dei mais um beijo...mundo acabou,
Nos sonhos dos teus braços... me dei teu amor;
O mundo é jogo de sentimentos.
Olhe para céu sinta meu amor...
Podemos caminhar juntos nessa escuridão...
Como pode chover tanto enquanto nos amamos...
Tudo sonho bom eterno em nossas almas.
por celso roberto nadilo
no meio da multidão não mais que toca teu coração,
simplesmente deixo para observar sentir quem sou,
além pequenas pronuncias dei destino tomar conta,
amo profundamente com certeza que nunca deixaria
entre as gotas da morte bebo meus sonhos que nunca
são comuns mesmo caço entre seus maiores pesadelos.
ontem acordei senti sua falta estava escuro,
deu medo de perder tudo nesse jogo...
muitas horas depois compreendi...
que tudo parte do passado
olho entre as entrelinhas...
vejo só frestas aparentes...
oh jogo presente perdido momento,
a liberdade é um sonho
nas trevas de amantes
condenados para sempre.
A chuva branda minha alma
Puro apogeu como desdenho
Abraço o sons do teu coração
Selado em um mármore gelado
Sem calor triste e fria dor,
abstendo demais a mais sendo
brilho abanado pó puro ouro,
pequenos ate minúsculos ador,
que nunca se foi ate começou,
desencontros meramente sobrou,
calado atroz murmurante,cálida,
reflexo perpetuo exclamante...
somente um adeus embora, amor,
tudo seja tão vazio, neste momento,
brando pura passagem, esdruxula,
mesmas nunca a melhor opção...
entre ventosas repletas de sangue,
meros trechos de um sonho.
vejo seu corpo morto inerte
tantas virtudes perdidas
nessa faminta forma de amor,
olhe para espelho nunca me vi,
sempre me amei com uma noite no luar,
desejos de amor me amo tanto,
que perdi todas forças...
uso minha faca no teu ventre
sinto seu prazer...
grita com ultimo suspiro,
me amor por isso,
nunca senti frio...
no tumulo esta minha alma desesperada
tantos dizem tão poucas são as semânticas,
sempre mesmos dizeres, te amo...
tudo que vejo está na escuridão...
meus cabelos são cortados
como meus sonhos decepados
por uma foice de estímulos
traídos pelo dor do sacrifício...
sem maiores conclusões...
mesmo sentimento heroico...
equivalente as armações de amor
sem preliminares...
me beije me diga amor,
sem mais ou menos
me ame...deixe me entrar...
pois o inferno está cheio de bondade...
abraça me diante seus desejos mais profundos,
sempre com tua sacanagem sem fins comerciais...
mesmo que morte me toquei tudo é prazer...
nunca diga que perdeu tempo...
tantos dizeres e um único sentimento...
me amei nunca me abandone...
sinto tudo explodir sem detalhes,
como derradeiro final,
tudo se perde em fragmentos...
mesmo com tantas sentinelas...
nos beijamos como a ultima cena
de um bela ato, muitas dores...
cifradas a longa metragem...
que se torna uma reflexão de uma vida.
celso roberto nadilo
tortura me quando pode pois teu jogo,
apenas um suplicio profundo, sem ardi-o,
cálida de minha alma entre tanto flagelos,
sois o pior e melhor encontrado nesse sofrimento
atroz como espinhos cravados ou mesmo,
flagelo infinito, monumental dizer até se cale,
feito perdido do meu coração...
por celso roberto nadilo
minha alma perdida encantada pela a paixão...
morte sonho pensando dia e noite...
entre o galhos de pensamentos mortos...
sinto muito, mas... não faço parte do seu jogo...
sob a obscuridade tenho sonhos nos maiores tremores,
menos quando estou acordado vejo realidade...
verdade de dores numa síntese morfológica...
que nunca compreenderia o fato ser o que sou.
tanto caminhei por caminhos de pedras
com pés sangrando com muito sofrimento,
abandonei meus sonhos mais arredios,
clamei pelo teu nome... senti o peso,
queria que fosse a morte, apenas o ador...
da noite consumindo nossos desejos...
muitos deles impuros difíceis de pensar,
como dura pena sei que vou sentir belo...
o aroma de tua quando chegar...beberei
um pequeno gole de orvalho...
que está na folhas deixadas por teu coração,
belo e grandioso, tudo que sou já fui,
mérito seu de mais ninguém...
com o bem profundo no coração...
nem pequeno desatino deixarei...
de sentir o amor que me dera
que seja para sempre eterno.
Amar ser amado
virtude pois é vicio mero sonho amor perdido,
profundamente me pergunto o que é o amor,
mero perdido nessa, maré obscura que sois.
sois navegante, profunda, bela minha amiga...
amar é ser amado por dentro por fora...
igualmente,indiferentemente amar...
sem se importar amar definidamente...
sempre o amor que toca que trai...
fundamente se pergunta sois o amor,
dito sobre um corpo sem vida...
ou até calado na escuridão...
sempre muito sonhadores sendo amor...
sensato real motivo nunca apresentado
apenas se ama um corpo nu diante o prazer,
tratado com simples de poligamia, destratante
o seja abandonado com flores apenas o amor,
vendo assim uma palavra linda de sentimento...
belo e cruel nas aberrações como pronomes
são feitos de escravo simplesmente...
se canto se respira ainda se atira,
vultos em templos enormes de adoração...
simples eterno maroto amor...
contra diz com tuas facetas e estilos,
extremo raro muitos corações,
brilha no luar de amantes se cala
por muito tempo por um ato de amor,
que infâmia dizer tudo feito por amor,
mesmo quando se beija la está o amor.
entre tantos beijos apenas mais um repente
trágico nas leituras do coração.
O seu silêncio em torno da agonia...
Sob constante desatino atroz...
Deposito minhas palavras...
Como coisas deixadas vistas...
Sob um simples olhar...
Deixado com carinho...
Mesmo sabendo que não será...
Respondido...não são palavras
São desejo do fundo coração.
A sua vida em silêncio em agonia...
...sob a angústia sempre neste caos...
Que se bate nessa auro perdida...
tão morta embora seja a solidão.
