Coleção pessoal de EdgarFonseca

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A corrupção tem como corolário a fraca capacidade que o cidadão tem, de adquirir meios básicos de subsistência para si e sua família, resultante da má remuneração salarial.

Lentamente, sublinho o tempo em que te tornaste a mais bela arte aos olhos dos teus filhos, tão linda e majestosa, que animas e convertes o mundo de quem contigo convive em grande certeza de que vale apenas viver, neste mundo tão incerto e conturbado que é a terra.

A prosperidade de um povo não se revela nos programas políticos, pois, o povo é o caminho e a chegada firme que garante o progresso social e econômico de um Estado.

Os Estados qualificados como pobres, são na verdade Estados, cujos Governos não são suficientemente capazes de explorar com eficácia as riquezas existentes nos seus solos, sub-solos, mares ou outros sectores estruturantes ou fraturantes dos seus territórios.

A forma mais eficaz dos Estados conhecerem a sua estabilidade macroeconômica, passa necessariamente pelo árduo trabalho, pela busca da auto-suficiência do seu povo, que garantirá a sustentabilidade dos seus orçamentos.

A dívida contraída pelos Estados africanos junto do FMI, são em regra impagáveis, pois, muitos governantes em África desviam o dinheiro financiado e, de forma engraçada e quase que de forma mágica, o dinheiro volta para o seu dono inicial, que é o FMI.

Os maiores finaciadores do FMI são os Estados ditos RICOS, que num jogo de inteligência aceitam nos seus territórios, dinheiro proveniente dos Estados com um grande índice de corrupção, tráfico de droga e outros males, que a seu tempo accionam o mecanismo de suposta denúncia de fraude financeira e ficam com o dinheiro que eles mesmos emprestaram.

Os Estados que muito se endividam, pouco ou nada prosperam, pois, todos os programas feitos para o suposto progresso social e econômico dos seus povos, são sempre impostos pelos seus devedores, daí que, nunca atingirão as metas da estabilidade macroeconômica para o bem das suas Nações.

As medidas de austeridade impostas pelo FMI para as Nações, suas devedoras, não passam de manipulações insípidas, pois, quanto mais os Estados devedores sufocam econômica e financeiramente, mas, o Fundo lucra e os Estados devedores entram em ruína.

As dívidas contraídas pelos Estados junto do FMI, não satisfazem os anseios da Nação devedora, pois, ninguém se endivida com intenção de enriquecer o seu credor, nem mesmo o credor tem de exigir o devedor a gastar o dinheiro requerido com base na sua vontade.

O povo choro e clame por um prato de comida a mesa, a insensibilidade dos Governos no mundo, levam-lhes a simular a busca de solução por intermédio de realização de galas de doações, mas, estas doações satisfazem os interesses dos seus promotores.

O seminário preparou-me sabiamente para a vida, realizei nas paredes espiritanas, dois anos de propedêutico a filosofia, tendo rumado para ULA onde fiz um ano propedêutico para início do Direito, hoje somo e sigo em busca de bem estar para o povo, desagradando gregos e troianos, mas, sigo como cavalo de batalha, para a vida de alguns angolanos que nos confiam a sua sede de justiça.

Gerir a máquina pública, não é gerir um bem privado, por isso, a nossa gestão tem de ser feita, tendo em conta a satisfação dos anseios da coletividade, pois, o povo é a base e o fundamento da gestão de um gestor público HONESTO.

O sangue que derramamos nos treinos será o sangue que pouparemos na guerra, por isso, não nos esqueçamos, que todo o sacrifício que consentimos numa vida presente, será o reflexo da nossa satisfação numa vida futura.

O dever patriótico de cada cidadão, começa ao acordar, quando este se enche de motivação e de intelecto para dar o seu melhor em prole do Estado e do povo, que seguramente tem em cada angolano a certeza de um futuro próspero.

Os bons ofícios de um funcionário público, reflete a boa ou má educação recebida no seio dos seus progenitores, pois, somos relativamente resultado daqueles que nos deram as primeiras orientações para seguirmos pelo mundo.

Temos um compromisso com a sociedade e com a Nação, infelizmente, quando somos adultos já pertencemos apenas ao seio da nossa família, somos o reflexo de um Estado e tudo o nosso comportamento é deveras censurado pelo povo.

Os raios do sol que nos envolvem, levam-nos a estar protegidos pelos males que nos vão atirando ao longe pelos nossos perseguidores inconfessos, por isso, deixemo-nos atingir pelo brilho do sol, para que a proteção Divina revele o pó do mal dos sentimentos das pessoas que nos querem ver cair.

O sorriso que de graça nos oferecem, nem sempre está acompanhado de Graça Espiritual, por isso, tenhamos atenção em acolhermos tal simpatia, porque pode estar acompanhado com apatia.

Não temos certeza que o amanhã chegará, mas, realizamos actos que tendem a nos levar para um futuro incerto, mesmo quando os motivos para traçarmos o novo tempo não são tão óbvios, nem concretos quanto podiam ser.