Coleção pessoal de EdgarFonseca

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Os programas econômicos paliativos criados pelos Estados, para fazer frente a COVID-19 têm se mostrado pouco eficazes para manter a subsistência alimentar de muitas famílias pelo mundo, isto porque, até ao momento, o povo ainda não tomou consciência de que é parte necessária no combate deste mal que a todos oprime.

A maior luta que os Governos irão enfrentrar pós-covid, será essencialmente, encontrar formas de recompor a economia e manter estável os níveis de empregabilidade, que se estão a perder por força desta pandemia que asfixia a economia mundial.

As linhas de força de um Governo, cujo País se encontra de mãos dadas com a crise sanitária global, passa essencialmente por criar medidas eficazes para estabilização empresarial, como forma de garantir a continuidade da subsistência económica das famílias.

Em momento de pandemia, não se consegue reinventar à economia de uma País com o discurso sobre a democracia, pois, a vontade do povo acaba subsumir-se a vontade sublime do Governo.

O povo sofre e chora pelo aumento substancial do desemprego e a vida das famílias vai se tornando cada vez incerta a cada dia.

A identidade do desenvolvimento econômico e social de um povo, resulta da sua capacidade em produzir e fazer crescer uma área determinada do saber produtivo, quer seja agrícola, silvícola ou industrial.

Uma nação cujo povo não sabe definir de per si a sua vocação, é apenas mais uma pequena parcela de terra no globo terrestre.

O maior desafio das Nações emergentes, resulta da capacidade de se autoafirmarem perante as políticas do cenário mundial.

Quando um País se torna igual a uma pequena parcela de um território de qualquer nação, significa que os seus Governos deixaram de fazer sentido.

Um povo que desconhece os segredos da sua própria terra, é um povo sem cordão umbilical, pois, o que liga um povo a sua história, são os segredos que fundamentam as raizes dos seus ancestrais.

Quando os filhos de uma pátria, voltam os seus olhos para sua terra, a certeza de que as próximas gerações conhecerão dias melhores é cada vez mais plena.

O silêncio de Deus não é uma penalização para o povo que o procura, é antes, a escolha de um momento oportuno para responder aos anseios de todos os que Nele confiam e esperam.

Quando uma NAÇÃO tem DEUS como fundamento da sua existência, mais tarde ou mais cedo, esta nação acaba por conhecer a prosperidade para o seu povo.

A dimensão da política e da ignorância, avalia-se na ilusão de cortes de fitas, que feitas aos olhos do povo, levam com que este rejubile sobre a sua própria desgraça e se insurja contra o seu bem-estar.

Os lobos não sobrevivem aos justos, porque os justos são purificados pela verdade e pela transparência do seu ser.

A maior de todas alegrias da nossa vida, passa por vivermos preenchidos em nós, quando o mundo que nos rodeia nos aprecia, não pelo que temos, mas, pelo que somos.

Os privilégios majestosos que a vida nos concede, são fruto da nossa dedicação, que inspirados pela nossa determinação nos levam a desfrutar os bons augúrios da vida.

Nos escombros da nossa infância, está o presente em que vivemos e o futuro que nos espera ainda que incerto.

Os angolanos preparam-se para celebrar o quadragésimo quinto aniversário da sua independência, sob a esperança de ver o País a mudar, clamam para que as pessoas tenham cada vez mais a preocupação de adquirir uma educação cívica sólida, capaz de ser usada para o amplo desenvolvimento da Nação.

O tempo vai passando e a estratégia para o próximo passo eleitoralista se vai escoando, a preocupação do que será feito amanhã, nos vai chamando ao longe, mas, nem por isso deixamos de buscar soluções palpáveis para os problemas que vergam a NAÇÃO ao desespero.