Coleção pessoal de Claudiokoda

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Quer carta de auforria, se debruce sobre os livros noite e dia.

Quanto menos conhecimento, mais escravidão. Quanto maior a instrução, menor o grau de servidão.

Errar é humano!
Repetir, humanidade!
Permanecer, unanimidade.
Muitos errando sob pretexto de liberdade.

Viver a vida com disposição, saber ser brisa em dado momento, e outrora ser furação.

Conhecemos o amor?
Falamos dele a todo instante;
Mas talvez dele tão distante.
Amor é precisidade maioral
Mais valoroso que tesouros mil.
Amor é a essência especial
Que faz chorar por quem partiu
Amor é a harmonia da canção
Que faz tocar no coração
Amor é balsamo da vida
Que faz sarar toda ferida
Amor é tudo e muito além
Que nutre a alma e faz tão bem
Amor é fonte que não se esgota
Infinitas cores que não desbota
Amor é mais que emoção
É vida e luz
Amor é Deus o Pai em nós
Por intermédio de seu filho
O Cristo redentor, Jesus.

Coração e mente
Mentira e verdade
Humildade em vaidade
Diz oh coração o que sente.

Quero eu compor
A mais linda canção
Falando de amor
Abrindo o coração.
Qual flor desabrochar
Na respectiva estação
Palavras de amor
Na mais pura emoção.

Arde em chama sem queimar
De tal modo sem consumir
Assim sucede quem ama, doce amor sempre a fruir.

Preciosa vida que me escapa, sem poder reter em mim
Na constante do tempo passa, segue certo ao fim.

Meu eu desafio meu.

Ler e seguir a bíblia, o alcorão ou qualquer outro livro de religião sem amor no coração é tudo em vão.

Miserável humanidade, que finge amar com a alma cheia de maldade.

Amar é dom, quem não tem dissimula. E quem tem, muita das vezes negligência o devido amor ao próximo.

Antagonismo de um suposto amor, declara o ser amar, se há desavença, vem o ódio em seu lugar.
•°•A.C.M•°•

Existir, resiliente enquanto ser vivente, de vida singular em meio a tanta gente.
•°•A•C•M•°•

A existência humana é um lapso temporal de cada indivíduo em sua manifestação corpórea.

A paz, se depender dos homens jamais, destes possuidos, pela ganância voraz.

As vezes me sinto um barril de pólvora, exposto as labaredas de um incêndio incontrolável.

Antes se falava no divã, hodiernamente é o Facebook nosso afã.

O tempo é implacável.
Quem o subsistirá?
Ele é indomável qual besta fera, não se deixa titubear.