Coleção pessoal de celso_nadilo

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Sou melodia tocada
Entre linhas do esquecimento
Minha lágrimas são parte das chuvas
Torrenciais
Meus olhos abertos dentro do cosmos
O suplício de ilusões são reunidas que afogam e delícia o impensável.

Somos escravos das nossas almas pregadas nos nossos....
...espíritos... São parte da carne apodrece sobre a face do destino.

Nas fronteiras do pensamento somos nomades. Seres animados numa caverna. Sendo horizonte resplandece.
Por que somos copilidos a sonhar.

Todo ato tem consequências mesmo quando mostrado a realidade ambígua.

Estou apresentando novos conceitos para que veja o seu eu como eu vejo seu sendo eu sou diante do mundo
O paradoxo do eu é simplicidade um ciclo infinito para o arco da tênue finitude o ser eu. Nas frequência temporais eu e sou são mesmo so temporais diferente eu apenas e o ser o sou eu admitindo que é.
Dentro deste paradoxo o próprio ser tem ego e regras para os quais existe.
Eu do espelho repete ecos de outras realidade se tornam realidade ambígua ate que eu seja realmente crítico diante sombras implantada por sua mente.
O eu coletivo para tendência da narrativa sois apenas olhares navegantes em ilusões no coletivo do eu.
As doença psicológicas são apenas conflitos dores do eu, esses complexo debatem com natureza humana mostra-se no máximo eu sou diante sombras no espelho.
O espelho pode responder com ecos da mente.
Tendo depressão, isolamento intelectual e espaço translúcido que em tantas versões que se torna fenômeno realista fundo borrado, um paradoxo que transmigra outras expedições fantasias e fantasmas.

Eu do espelho repete ecos de outras realidade se tornam realidade ambígua ate que eu seja realmente crítico diante sombras implantada por sua mente.

O eu coletivo para tendência da narrativa sois apenas olhares navegantes em ilusões no coletivo do eu.

Na arte teu sono meu sonho.
Aberto meus pensamentos fragmentos de meus sentimentos.
Longis meu sonho cobra o preço terminal de alma perdida por amor definho em teus lábios sois o amanhã...
Tão profundo quanto mares deste mundo pujante floresce no meu coração...
Frio na escuridão dentro do corpo mantém a vida.
Para nuvens do céu encontrei o sol mais nunca o toquei pois minhas asas de cera derretem sobre mar repouso do seu lados espero anoitecer para cantar o luar te ver na madrugada.

Diante teu corpo sinto calor que nunca senti neste mundo sois minha alma,
Mas, meu espírito ainda busca a ti meu amor.

Numa canoa de fantasmas sou apenas o vento que revela o frio da sua alma.

Somos vigiado por nos mesmos somos vigiado pelo governo...
Somos vigiados pela polícia,
Somos vigiados pelos vizinhos.
No dilúvio de narrativas somos o silêncio que nos cerca ate que morremos a cada momento que estamos vivos.
As câmeras observam as câmeras gravam mais não capitam sentimentos.
Apenas olhares de monstros tecnológico. Que a atormenta nossas mentes em sua própria existência.
Mesmo assim roubam nossas almas.

Nas fronteiras do pensamento somos cegos por ter o direto de questionas as verdades que nos faz viver,
Dentro de cada camada somos alienados pelas palavras jogadas numa caixa vazia o que compramos com um voto, 4 anos de desastre sera que não lembramos será que a pandemia foi insignificante. Sera que fome a febre de negacionismo foi seu lema, e a verdade te enterrou como as suas vítimas, tudo que dira não sou coveiro, impressa lixo...! Vai pedir para tua mãe vacina! Esta vacina vai transforma em jacare!

Minhas ilusões ganha sentido.
Entre dilúvio de tuas palavras.
Sois sorriso e silêncio,
ironia é clareza que morreu em teus lábios.

"Nossas almas se consomem em ideias falsas e vazias.
Suas próprias convicções são expostas
Como a ruína da própria existência.
​Queres vingança contra a nação que te criou e alimentou?
Ainda assim, sois o paradigma da corrupção,
A personificação da alienação intelectual.
​Como erva daninha que invade a vida,
Que brota até na terra seca e desprovida de luz,
Tu resistes em tuas mentiras, agarrado a uma alma que definha.
Resquício de um mundo que já não te pertence,
Onde apenas te aproveitas daqueles que ainda te ouvem."

Se alma condena é rebelde por um sistema caótico de corrupção somos a tempestade que varre o pais com sopro de ideias.

Aurora de outros tempos sou apenas a poeira que soprou dentro das tuas narrativas nunca prestei, nas sombras caminhei ate encontra a luz de outro olhar.

No luar destino ganha traços da minha solidão marcada nas sombras da catedral as luzes mortas das velas falam sob controle social e rebanho espera a morte,
Seus lábios desejam o amor num efêmero sentido que ousam pairar pulos arcondes da alma.
Luzes mortas falam que as velas acabaram em poças de sangue e lágrimas.
O vento sopra pensamentos perdidos abandonados pela ausência...
Doce deleite nas asas do despertar lembra se que vida foi um pingo no oceano.

Nos atos medonhos serão frutos lembrados.
Nas virtudes ruínas diante do inevitável...
Alma rebelde que busca desesperada por seu caminho na eternidade,
Desespero na noite de experiências a energia beco de iluminação...
Em lampejos do amor que está no profundo sentido da vida.⁠

No isolamento da catedral sou coveiro da minha vida floresce nas molduras das estátuas e do relevo do mosaico espelhando o céus e anjos e infernos em várias realidades rebeldes o anjo caído denota o inferno sendo espelho da politica que crucifica o pobres vulneráveis, o universo conspira num mundo que corvos se alimenta da tristeza da humanidade.

A narrativa do eu para o eu diante do meu ser a história do relativismo do eu infinito para eu no coletivo.