Coleção pessoal de anna_flavia_schmitt

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⁠Passou o Natal,
nada se sabe a respeito
da liberdade
da tropa e do General.

Nada se sabe
do calvário
do Tenente Coronel,
Só sei que do velho
tupamaro também não.

Passou o Ano Novo,
nada se sabe a respeito
da liberdade
da tropa e do General.

Não há notícias de
consolação para
os corações de quem
tem entes desaparecidos.

O Ano está começando
nada se sabe a respeito
da liberdade
da tropa e do General.

Só sei que estes poemas
são todos meus,
e continuarão
sempre os mesmos,
(se nada mudar);
porque mesmo que
eu me cale todos
estão a se espalhar.

⁠Não houve Revolução Judicial,
Ele é vítima conspiração brutal,
Não pode nem se defender na tribuna,
A liberdade perdeu de forma injusta,
A revolução tem nas veias,
Ele é preso de consciência como outros paisanos, a tropa e o General.

⁠De quatro de fevereiro
a quatro de fevereiro
a história de uma tropa
e do último homem
a cavalo tem sido escrita
onde para a justiça
não há uma luz
no final do túnel
e tampouco há uma saída.

As festas e o aniversário
passaram por todos,
ele não foi libertado,
outros presos de consciência
estão em igual calvário;
eis o signo deste poemário
que vem sendo traçado
para que nada seja olvidado.

De quatro de fevereiro
a quatro de fevereiro
a mística do movimento
nunca mais foi vista
desde o treze de março
fatídico do tal ano
que levaram o General
injustamente preso,
e há quem comemore
o dia quatro de fevereiro!...

⁠A tua raíz original por
arcos e flechas não será
por mim esquecida,
Entre o continente e a ilha
quem faz ponte é a poesia.

A tua Padroeira é Santa
e em ti sempre tenho
esperança por nossa gente
que com coragem resiste
e com fé na vida persiste.

Entre a lagoa e tuas praias
com o teu nome de Marechal
você me acolhe de um jeito
tal que só penso mesmo é
no teu amor sublime e perfeito.

Entre te amar ou te amar
a minha escolha é te amar,
Façam com dias sol ou chuva
ou noites com ou sem luar,
eu agradeço no teu peito morar.

Pela reconciliação
caminharmos juntos
por uma nova história
no livro da eternidade
é colocar a Nação,
a tropa e o General
no centro do coração.

⁠Repetidamente e muito antes
desta data fatídica
que marca a injusta prisão:
(O General pediu paz,
diálogo e reconciliação).

Há quatro floradas da cattleya
que é a flor nacional:
Não há idéia de quando
vão libertar o General
que é preso de consciência.

Em nome de cada carta
que nunca enviei e jamais
enviarei por ser estrangeira:
(poemas tenho escrito).

Cada verso escrito
da minha responsabilidade
tem o signo de quem
busca no escuro:
(a luz da liberdade).

Entre contas de 325
e 190 militares presos
na mesma condição
por serem agarrados
na própria convicção:

(Ontem, hoje e sempre
do General e por todo
inocente como ele não
me canso de pedir a libertação).

⁠O amor nos cobriu
de mel e açúcar,
O teu perfume sexy
ao meu se uniu,
A gente se seduziu
e de ter amor na vida
nunca mais desistiu.

⁠O meu amor se encontra
na Proa do Monte Roraima
onde as estrelas podem
ser facilmente contempladas,
As oito estrelas beijam
poeticamente o Esequibo
que inteiro as pertence
e o Sol nasce sempre
onde convergem os dois
quadrantes e o destino
do Hemisfério Celestial Sul
escritos pelo Teu desígnio.

⁠Sob a verdade, o céu e o sol,
O soldado que não foi
convidado se chama intruso;
O canto que resiste a tudo
se encontra em Mariupol:
Ontem, hoje e sempre grãos
de esperança e de girassol.

⁠Quanto mais ignorada
ou até mesmo proibida,
Como eterno romance
secreto assim é a poesia.

⁠Nenhum país do mundo merece ter a sua Soberania agredida e sofrer constantes instigações que ameacem a integridade territorial e a segurança de suas populações.

⁠O mundo todo sabe
que se foram
cento e dezesseis,
Neste instante já
devem ter sido mais,
Por causa de gente
que despreza
a paz e a vida
sempre tanto faz:

(Não foram os primeiros
e nem serão os últimos);

Enquanto existir
quem busque
qualquer desculpa
no passado o cajado
para tergiversar
criminosamente
a realidade presente:

(Só sei que gente assim não é gente).

Nenhum crime serve
para justificar outro
diante de tanto
sangue derramado;
E a vida de gente inocente
sobrevivente continua
correndo perigo no vil jogo
daquele que mente
e de quem cala consente.

⁠O brilho fantasioso
do latão da vida
nós dois trocamos
pelo amor precioso,
eterno e verdadeiro,
Juntos elegemos ser
um coração inteiro;
E mais emaranhados
do que lã muito além
do que imaginamos.

⁠O amor foi moldado
por nós tal como o barro
nas mãos do Criador,
O amor conquistado
por nós é mais forte
do que titânio e mais suave
do que pétalas de papoula
florescendo a cada ano
trazendo paz e esplendor.

⁠Sempre que um país hostilizasse o outro e os céus do mundo fossem fechados para a Nação hostil. As guerras seriam a cada dia mais diminuídas e poderiam até acabar.

⁠Só para poetas, escritores e estudantes e afins com conteúdo postado fora das redes sociais: quando houver confronto de horários de prints nos seus posts nas redes sociais em posts de muitos anos, use os aplicativos para caçar plágio que eles encontram o seu post mesmo que ele não esteja indexado no Google.

Há uma infinidade de aplicativos caçadores de plágio para auxiliar na sua busca como uma maneira ainda mais robusta de comprovar a sua autoria.

⁠LXXXV

As revoadas de poemas
que vem desta cidade
para derrubar muralhas
alimentam a liberdade
onde quer que estejam.

Do estradão rumo
aos Caminhos do Frei Bruno
para muitos a paz sempre
acaba fazendo todo sentido.

Neste mundo que
ainda não se libertou
dos velhos hábitos da guerra:
O quê sempre se renova é
o amor que tenho por esta terra.

⁠Ainda verei Palestina e Israel se reconciliarem, unidos formarão um Estado Binacional e nunca mais ouvirão pressões externas.

⁠Atraídos pelo imã
potente do amor sincero,
perfumado como cedro
e mais forte do que ferro:
selamos o pacto perpétuo.

⁠Oficiais superiores que não instruem a tropa a respeitar o Patrimônio Histórico de um país merecem o pior da vida.