Coisas que Ficam para Tras
O difícil na vida não é entender as coisas complexas que ela nos impõe e sim as básicas. Pois se não conseguimos entender as coisas simples da vida como podemos entender as mais complexas?
Então isso é uma crítica ao criador de todas as coisas, inclusive da distancia? Saudade é melhor do que caminhar no vazio,sem nada do que lembrar. É necessária para dosar nossa vida, é necessário para que tenhamos boas lembranças. Não é pela distancia que é possível medir o quanto estamos longe, mas sim pelo pensamento, se pensa logo está perto, é só sentir. O convívio é feito também de silencio e de sinuosa distancia. Tem que aprender a lidar com ela. Madre Teresa dizia em sua jornada de caridade pelo mundo, que é fácil amar o que tá longe, o intangível, o difícil é olhar pra si mesmo e amar o que estar perto. Quanto a distância, perceba, somos valorizados quando ela precede a saudade. No fim, todo encontro é uma despedida
Pessoas falam de "coisas" que nem sabem o significado,falam do que nunca sentiram e do que nunca viveram,falam sobre as "coisas" que não praticam e que de for alguma condiz com o próprio modo de agir.
O fim das coisas é o reinício do desejo mais ímpeto do ser humano.
Somos livres num lugar onde nos privam de fazer as coisas mais incríveis que o tempo quer que façamos.
Talvez em outras dimensões, existam verdades, diferentes das nossas fantasias anuais que distorcem a felicidade durante alguns dias e sufoca a solidão num grau infinito, formando oceanos de angustia numa terra desabitada por areia, vento e sol.
Posso ver além. Meus olhos vêem, meu coração vê, meu universo é inverso. Meu ponto de início é a fixação extrema de perceber que o que começa termina. E nada é pra sempre como dizem. Quando dormimos a vida termina. Quando acordamos, o que começa é o incompleto buscando seu encaixe perfeito, feito nuvens que formam desenhos completando o céu numa aquarela chamada vida.
Eu digo sem dizer, e ouço sem nem ao menos escutar.
Caminho sem pegadas.
Sorrio sem felicidade.
Sou incompleto, buscando o que me completa.
A vida é uma rua única, que te leva a qualquer esquina, a qualquer via, a qualquer praça onde você se depara com a sua velhice e com a sua infância. Você percebe que seu rosto mudou, que você cresceu, que as coisas mudaram, menos a sua maneira de buscar aquilo que lhe completa, não de forma perfeita, mas simplesmente, da sua maneira.
Tudo que é causado por impulso não provém de Deus, e com o tempo essas coisas são levadas para longe de nós. Os que esperam no Senhor renovam suas forças e são recompensados com o Melhor dEle.
Uma das coisas mais importantes que a vida te ensina meu amigo é o seguinte, tudo sem exceção tem começo, meio e fim, algumas ainda insistimos até o ultimo gole, a ultima gota, como numa boa dose de whisky, encontramos o inesperado e testamos a nossa resistência e por fim os fortes continuam fortes e aqueles que ficaram no meio do caminho, ah estes, como ficaram.
A perspectiva faz toda a diferença. Tudo depende do modo em que se vê as coisas, portanto, pense sempre positivo.
Quando estamos apaixonados nossos sentimentos nos fazem acreditar em coisas que não existem. É como se estivéssemos sobre o efeito de alguma droga poderosa que nos turva as vistas e o raciocínio
Hoje em dia as coisas são tão superficiais, relacionamentos, pessoas, sentimentos, tudo acaba com a mesma velocidade que começa, vamos pensar, repensar muito bem, antes de sair se iludindo e iludindo outras pessoas, isso causa dor e um coração despedaçado no final acredite!
Está tudo tão banalizado que dizer “EU TE AMO” ficou como um “BOM DIA” crie raízes primeiro, para que o seu “AMOR” não se vá com a primeira tempestade que passar.
Se você quiser viver bem nessa vida, será necessário ignorar muitas coisas ou pessoas... Digerir tudo que aparece a nossa frente pode causar séria indigestão.
Eu sempre tive essa preocupação idiota de dizer apenas coisas que não ferissem. Ela podia estar sangrando e eu saber exatamente o que dizer pra estancar o sangramento, mas ia doer, então eu me calava e saía de fininho como se não soubesse da cura.
Foi aí que eu também sangrei, também me feri, e procurei alguém que tivesse a cura. Eu encontrei palavras doces, cheias de uma coisa colorida e flácida, sem cheiro e sabor, que não me causava reação alguma. Eu continuava sangrando, a ferida continuava ardendo. E quanto eu pensava em esfriar a cabeça, refletir um pouco, eu ia olhar o mar, e a brisa que encostava suavemente na ferida fazia arder.
Apesar de muitas conversas que tive com tantas pessoas de olhar sem brilho e mãos mais geladas que as minhas, pouca coisa foi dita. O essencial - ou seja, aquilo que eu realmente precisa ouvir e que eu ainda não sabia que era a parte mais dolorida de tudo - sempre ficou no fundo, esmagada por uma maldita superficialidade.
Todo mundo vem com a ladainha de que, nessas horas, é preciso alguém chegar, sentar ao lado com cara de piedade, segurar a sua mão e dizer: "Calma, eu estou com você." E eu concordo - apesar da ladainha -, concordo plenamente. Mas não é só isso. E onde ficam as verdades? A mesma pessoa que segura a mão pode deixá-la, não porque quer, mas porque também precisa viver.
Se tá doendo, tá sangrando... Experimente ouvir a verdade. Eu resolvi dizer a verdade e perdi todos os meus amigos. O que eles não entendem e talvez nunca entenderão é que foi com a verdade que eu me curei, e sarei, e carrego as marcas com orgulho porque cada uma delas me lembram de como foi difícil, mas eu sobrevivi.
Eu resolvi falar a verdade e doeu neles. Porque a primeira reação que algumas verdades causam é a perca da força, o mundo desabando sobre a cabeça, a vontade de abrir um zíper nas costas e sair do corpo. Mas depois, depois que os ânimos se acalmam e o vento seca o suor misturado com as lágrimas do rosto, aí vem uma força que vai brotando devagar e trazendo uma esperança, uma vontade de mudança que nada nesse mundo paga.
Triste é pensar que quem sofre nem sempre está disposto àquela dor do parto, àquela dor que faz mudar tudo de rumo.
Ser curado é olhar a cicatriz como algo belo. Uma cicatriz significa: Eu sobrevivi!
Quem muito vive no passado acaba lembrando de coisas que deve esquecer e por fim esquece daquilo que deve lembrar.
