Coisas Novas
Última linha
Hoje, olho pro passado, e vejo que tem coisas que o tempo não cura. Eu sempre achei que um dia eu fosse simplesmente te esquecer, afinal, nunca fomos nada além de amigos, que trocaram beijos vez ou outra. Eu realmente achei, que um dia eu fosse parar de sentir ciúmes quando ouvisse você falar de outro cara, mas não. Eu sempre senti uma conexão incrível com você, e isso, é o que mais me dói, se fosse só um beijo bom, e um rostinho bonito que eu tivesse achado em você, acredito que seria mais fácil superar, mas na verdade, achei uma mulher incrível, alguém por quem realmente valia a pena lutar, mas a incógnita em saber se isso tudo era recíproco, matou minha coragem em tomar uma atitude. Eu poderia ter falado isso tudo olhando nesses seus lindos olhos, mas não, fui covarde, tive medo. O tempo passou, você seguiu sua vida, conheceu alguém, e eu suicidei-me da maneira mais triste e poética possível, amando alguém que não posso ter. E no fundo do meu coração, ainda está vivo aquele fogo, eu, ainda te espero, só não olho mais as horas, cada tic-tac do relógio, é como uma facada em meu peito, porque penso, o quão seria incrível cada segundo ao seu lado. E aqui, sozinho, solto um grito ensurdecedor de tristeza, que não alcança os ouvidos de ninguém, apenas ecoa na solidão de meu quarto, no rosto, onde morava um sorriso, resta apenas o peso de minhas lágrimas. Independente de quanto tempo passe, sempre te levarei comigo, sem você, sem nós, apenas eu. E a dúvida que me corrói, é que se essas linhas todas fizessem um sentido pra você, se eu tivesse falado isso tudo quando tive a chance, talvez essa, não seria a última linha.
até ontem eu acreditava em coisas,
que hoje eu não acredito mais
e que amanhã,
poderei ou não acreditar de novo!
Vivemos esperando que as coisas mudem, que as pessoas mudem; até que um dia a gente percebe que a única pessoa que tem que mudar é apenas a si mesmo.
A teoria deduz, pensa em como as coisas poderiam ser, mas a prática ensina, aprende e mostra.
De nada adianta viver se perguntando, teorizando como seria determinada situação, se você nunca viveu ou não está vivendo ela de fato.
É como, por exemplo, imaginar como seria estar em tal lugar. Quando faço isso, estou apenas teorizando, imaginando, superficializando uma situação na qual não estive, não experimentei de verdade. Mesmo que eu tente deduzir se seria bom ou ruim, só vou realmente saber quando estiver lá, quando estiver vivendo a experiência, no local, experimentando, aprendendo.
Da mesma forma, pessoas que se imaginam em um relacionamento com alguém, teoriza como seria namorar tal pessoa, imaginando como seria a convivência, positiva ou negativa, seja lá qual for o cenário que criem na mente delas. Mas, enquanto isso for apenas imaginação, não passa de uma teoria, sem qualquer prática real. Não importa o quanto deduzam ou imaginem, elas nunca saberão o que realmente é, até viverem isso na prática, até estarem no momento real, vivenciando o que ocorre nos detalhes, nas emoções, na convivência.
Independente de qual for a situação, o essencial é a ação, o movimento, o ir, o fazer, o viver. Só assim é possível entender, aprender e saber o que realmente acontece. A vivência é o que ensina, não a invenção de cenários na nossa cabeça. O que a teoria faz é criar dúvidas, deduções, suposições, mas nunca nos ensina de fato o que é bom ou ruim. Só a prática, a realidade, é que nos revela o que funciona e o que não funciona para nós. Por isso, é necessário se arriscar, se lançar na prática, para realmente saber.
Existem três coisas que impedem alguém de enxergar o óbvio:
O ego;
O orgulho;
O medo.
O ego inflado faz com que a pessoa ache que já sabe de tudo, e, por isso, não consegue perceber o que está na sua frente. Ele cria uma barreira que a impede de enxergar além de sua própria visão limitada.
O orgulho, por sua vez, faz com que a pessoa tenha dificuldade em reconhecer os próprios erros ou aceitar que pode estar equivocada. Isso a impede de ver o que é claro para os outros, pois prefere se manter em sua posição, ao invés de aprender e evoluir.
O medo, talvez o mais forte de todos, faz a pessoa temer a verdade. Ele a paralisa, fazendo com que evite enxergar o que é óbvio, com medo das consequências de enfrentar a realidade.
Essas três coisas criam uma barreira que impede de enxergar o óbvio, e só quando conseguimos lidar com o ego, o orgulho e o medo, é que conseguimos ver as coisas como realmente são.
Quer mudar ou quer continuar do mesmo jeito? Se quiser mudar, precisa fazer três coisas:
1 - Parar de ter pena de si mesmo – Os problemas existem, mas ficar sofrendo e reclamando não resolve nada. A vida continua, com ou sem tristeza.
2 - Largar o que faz mal – Muitas vezes a pessoa continua em lugares, hábitos ou com pessoas que fazem mal, só porque já está acostumada. Mas é preciso deixar ir aquilo que não faz bem.
3 - Olhar para si mesmo e viver do seu jeito – Fazer o que realmente quer, sem viver pela opinião dos outros. Ninguém sente sua dor ou vive sua vida por você.
Se você não mudar essas coisas, os mesmos problemas vão continuar acontecendo. A mudança só começa quando você decide agir.
Eu fico melhor "sozinha". Minha mente consegue focar nas coisas importantes para mim e não ficar perdendo tempo tentando me encaixar no mundo de alguém que no final não vale a pena.
Tente concluir a maioria das coisas que você começa. Se você começar muitas coisas e não concluir, você irá correr o risco de não terminar nada que começou.
Tenha constância. Termine a maioria das coisas que você começa. Quem costuma sempre começar e não terminha é muito inconstante e pode correr os risco de nada ser.
Tenha sempre constância. Termine a maioria das coisas que você começa. Quem costuma sempre começar e não terminar alguma coisa é muito inconstante e pode correr os risco de nada ser.
A pessoa madura costuma terminar, na maioria das vezes, as coisas que começa, ao contrário do imaturo, que é mestre em iniciar tarefas que ficam sempre inacabadas.
