Coisas Novas
Sabe que agora vejo e escuto algumas coisas e prefiro ficar calado para não me rebaixar ao nível da pessoa. ..
Tem gente que não vale a pena gastar meu vocabulário. .. Aprendi muito. O calado sempre vence...
Obrigado Deus por me equilibrar! !
Já fiz besteiras dignas de risadas, quebrei protocolos, e outras coisas que nem deram muito certo. Tudo pelo gosto da liberdade e desprendimento de viver.
O medo e a fé até têm suas semelhanças: ambos nos fazem ver coisas que não existem, porém o medo nos faz desistir, mas a fé no faz acreditar.
Não sofra por coisas que ainda não aconteceram, guarde suas forças para encarar os acontecimentos futuros.
Políticos ganham eleições prometendo gerenciar bem as coisas que pertencem ao povo.
Políticos ganham salário para gerenciar e fazer obras para o povo que o elegeu.
Quando um político faz festa para anunciar um serviço ou obra,pretende atrair muita atenção para aquele feito, ou quer tirar a atenção e arrumar desculpas pelo que não fez.
Eu só precisei provar que consigo fazer isso sozinha, porque vou ter que fazer as coisas sozinha agora! .
Existem algumas coisas que não deixo por "amor";
minha dança, minha liberdade e meus verdadeiros amigos.
É provável que estivessem mentindo, eles dizem que eu preciso aceitar mais a realidade das coisas, a dureza das coisas, e às vezes penso que tornam de propósito as coisas mais duras do que realmente são, só pra ver se eu reajo, se eu enfrento. Mas não reajo nem enfrento. A cada dia viver me esmaga com mais força.
“Na Natureza Selvagem”
Todos os seres humanos são motivados a fazer coisas inusitadas, quase, senão sempre tem que haver um motivo racional. Na história real de Christopher McCandless, protagonista do drama interpretado por Emile Hirsch em “Na Natureza Selvagem”, suas motivações vão além de um livro que o possa influenciar, como por exemplo: “O apanhador no campo de centeio” (1951) de J.D. Salinger que conta a história de um adolescente que ao ser expulso da escola pega o trem para Nova York antes que seus pais fiquem sabendo da notícia; ou do lendário “Pé na estrada” de Jack Kerouac (1951) que influenciou uma juventude inconformada a sair de casa em busca cada qual de um novo significado para a vida da forma que cada um bem entende.
Com Christopher pode-se dizer que foi um pouco diferente, sobretudo no que se refere às motivações que o levaram a ser um “extremista” como ele mesmo se declara. Antes de se lançar em um ambiente inóspito ao homem solitário, sua sabedoria e revolução espiritual estavam bastante avançadas como é mostrada nessa obra cinematográfica que Sean Penn adaptou do livro de Jonh Krakauer que, aliás, leva o mesmo título.
Após concluir seu ensino superior em 1990 aos 21 anos, Christopher doa toda sua poupança (24 mil dólares) para um instituto de caridade. Parte então para uma aventura vivendo à margem desta sociedade de faz de conta considerada civilizada. Pegando caronas ou viajando clandestinamente em trens de carga. Christopher renega todos os “valores” sociais consumistas, abandona a superficialidade da ideia de estar sempre se ocupando em ter cada vez mais movidos pela ganância. Seus valores familiares também não são mais acessados, o pai, a mãe e a irmã nunca mais o viria novamente.
Na medida em que se relaciona com as pessoas em seu caminho sua perspectiva de mundo vai se configurando e, sendo esta uma via de mão dupla, as pessoas também vão se modificando e principalmente revendo seus valores.
Ansioso por liberdade total, desapegado à regras o jovem adota para si outro nome, agora seu nome é Alexander Supertramp (super-andarilho). Apesar de viver sem rumo, sem dinheiro, apenas sua mochila com diários, livros e algumas roupas, vivendo do que se encontra pela frente, Christopher tem um objetivo: chegar ao Alasca e quando lá chegar, viver o mais intensamente possível sendo, ele mesmo, total parte da natureza selvagem.
Portanto, depois de 2 anos se aventurando e indo ao norte dos Estados Unidos, Christopher chega ao Alasca e pretende viver da terra por um tempo. Compra um livro sobre a fauna local para se orientar. Encontra um ônibus abandonado, provavelmente por uma equipe de biólogos pesquisadores, este é o já lendário “Ônibus Mágico”.
A paixão pela vida selvagem caiu como uma luva para justificar sua fuga de uma sociedade que para ele é mais hostil do que viver como mendigo. Em sua mochila, além dos diários, as obras literárias de Jack London, Leon Tolstoy e Henry David Thoreau que carregavam, tiveram grande influência sobre McCandless. Não se tratava de uma nobre missão, apenas de viver sozinho no Alasca, reconfortado com o que a natureza pudesse lhe proporcionar.
Contudo, perto do centésimo dia no ônibus mágico a fome passa a ser latente e cruel. Os desdobramentos dessa história real nos levam a reflexão sobre a condição humana da vida ativa. A ação do homem e o suprimento de suas necessidades de fato mora na relação com outros homens, outros seres humanos ou é possível viver solitário? Finalmente ele próprio conclui sabiamente que “a felicidade só é real se compartilhada”.
Existe prazer nas matas densas
Existe êxtase na costa deserta
Existe convivência sem que haja
Intromissão no mar profundo e
Música em seu ruído
Ao homem não o amo pouco
Porém, muito a natureza...
Eu acredito no poder da oração, na força do bem e do amor, nas coisas boas que um pensamento positivo pode trazer, nas reviravoltas que um sorriso pode dar, na simplicidade de levar a vida.
Eu acredito no aconchego da reciprocidade, na importância de se relevar certas coisas e manter a paz de espírito e a mente tranquila.
Acredito que se o coração estiver leve, tudo coopera para a felicidade.
Só cabe a nós, remover o que não soma, deixar ir o que não traz alegria, transformar os anseios em foco, os medos em fé, e permitir que Deus nos surpreenda.
Crescer,não significa deixar as coisas para trás. Pelo contrário, significa seguir em frente e aprender com todas as coisas que te fizeram mais forte.
Uma das coisas mais hipócritas na vida é tentar agradar a todos... no final acabamos não agradando ninguém.
São as pequenas coisas que revelam os capítulos do coração. São as pequenas atenções, os numerosos incidentes pequeninos e as simples cortesias da vida, que formam a soma da felicidade da existência.
Pobre mesmo é o que se pode descrever e limitar. A grande magia das coisas está em não entender a importância do que é simplesmente essencial. É não questionar os motivos de sonhar. É não cansar de amar.
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