Coisas Lindas

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Existem muitas coisas errada com a vida, a primeira é ter existido a humanidade.

Inserida por FabricioSalomao

Existem substantivos que dão nome a coisas, pessoas, eventos da natureza e etc, mas a Ele é dado substantivos solitários em sí mesmos que não significa nada para outro ser.
Tudo que existe tem suas qualidade e recebem adjetivos comuns a todos, porem só a ele cabe todos os adjetivos que falam, atribuem e derivam da perfeição, Ele próprio é o verbo.
A imaculada, inalcançada transcendência de Deus tomou conta de mim a alguns minutos e me encheu de assombro. Violentou minha alma por estar na presença do Monstro. Transcendente, monstruoso, incalculável, retíssimo, santíssimo, poucas são as palavras que conheço para tratar o Eterno, mas sei que só cabem a Ele. Como mencionar o nome de Alguém que se porventura subir a meu coração algo aleivoso Ele já sabe, Alguém que já sabia que estaríamos aqui neste dia a conversar e Alguém que já sabia que eu escreveria este texto, me ensinou a escrever, me deu capacidade de movimentos para tanto, me incitou a escrever e é o Único inspirador legitimo de minha alma,pois todas as coisas que a alma deseja que não seja estar com Ele é secundário, paralelo, finito, corrupto, limitado e correr atras do vento.

Inserida por TYMonteiro

COISAS DE MÃE!
TAMBÉM NÃO GOSTEI DO SEU CROCHE
-CROCHE MÃE?
ISSO?NÃO E ASSIM QUE ESCREVE
-MAS MÃE EU NEM COSTURO PRA FAZER CROCHE......!!!!

Inserida por 5489

O ser humano é capaz de fazer coisas terríveis, coisas que nós mesmos não acreditamos, destrói famílias e deixam sequelas pelo resto de nossas vidas. Não importa a gravidade do mal que ele praticou, MAS SOMENTE DEUS TEM O DIREITO DE TIRAR Á VIDA.

Inserida por osobrenaturalexiste

O melhor da vida são as coisas incertas, que se tornam certas

Inserida por IsahCarvalho

A trama
Certo dia, bateu uma vontade de escrever sobre três coisas que a minha fé considera viável para a vida humana. Digo isso pensando no nascimento, na morte e na ressurreição do amor.
Aí me bateu uma nostalgia. Lembrei-me de uma obra que li do Rubem Alves O canto do pássaro encantado. Recordo também que no dia do lançamento do respectivo livro, na cidade de Belo Horizonte, ele estava por lá, porém naquela noite não pude ir.
Carrego comigo um pedacinho de saudade. Como assim “saudade”? Se não o conheci pessoalmente. É verdade! Mas quando lemos demais um autor, achamos que o temos conosco.
Basicamente, é assim que a fé rege a nossa vida. Não vemos Cristo, mas o sentimos conosco o tempo todo. Fortalecendo-nos e até mesmo carregando no colo quando necessário.
Mas como a fé nasce em nós?
Boa pergunta!
É preciso uma pausa.
Silêncio.
Contemplação.
A fé nasce de um sentimento profundo de esperança. De um amor profundo pelo bem comum e particular.
A fé, ela nasce de vários tipos. Como um transbordamento de sentimentos de paz e tranquilidade, como os amanheceres nos seminário menor em Caetité-Ba. Experiência propedêutica inesquecível.
Recordo-me de acordar bem cedo para comprar pão na padaria. E ao descer aquela rampa, orgulhosamente me perguntava: o que estou fazendo aqui? Deveria estar em minha casa. Com os meus pais. Saindo com os meus amigos, porém estava ali, fazendo uma experiência diferente, vivendo momentos de profundos silêncios e solidão.
E hoje percebo que a fé não nasce apenas do louvor. Nasce em almas profundamente silenciosas, amorosas, amigáveis, singelas. A fé nasce na tranquilidade do amor sincero.
Tendo como exemplo: Mahatma Gandhi, Tereza D´avila, Francisco de Assis, Maximiliano Kolbe, Dalai Lama e tantos outros que lutaram e lutam por uma fé mais límpida.
Todos partiram, todos partem. Todos nós morremos acreditando ou desacreditando em alguma coisa.
Mas, afinal, o que virá ser a morte?
Qual o seu sentido?
Por que a tememos tanto?
Há tempos quero ler As intermitências da morte do José Saramago e em minhas viagens para Vitória da Conquista pude compra-lo numa livraria. Deleito-me apenas em sua “orelhinha” fico pensando o que ele escreveu sobre a morte.
E descobri, ouvindo amigos que leram que a morte faz tanto sentido quanto a vida. Então, vale a pena morrer? Vale! No tempo certo. Mas qual é momento certo para morrer? Sinceramente, não sei.
Mas acredito que temos que viver enquanto estamos vivos. Parece loucura, mas é necessário.
Precisamos aos poucos buscar a “mediania” como pensava Aristóteles, filósofo grego, que refletia sobre a busca humana dentro de uma perspectiva ética. Nem a escassez e nem o excesso. É preciso encontrar a justa medida.
Sendo assim, a morte tem tanto sentido quanto a vida. A morte é um sinal de finitude humana.
Voltando a Saramago, a sua obra aborda um dilema que pode ser moral, pois a morte entra de férias e o planeta entra num colapso, ninguém mais morre, todos que estão em seu leito de “morte” não morrem, agonizam-se na esperança da morte que entra de greve.
E todos, mas digo todos mesmo! Entram em desespero. O sofrimento é a raiz do mal do corpo e da alma que clama pela morte do corpo para que ela possa partir... Fazendo uma alusão a Platão que ressalva que “o corpo é a prisão da alma”.
Nos pilares da fé cristã está a ressureição como prova de amor, não necessariamente ela, mas a morte. Então, porque a tememos tanto? Talvez, porque a sede de viver é maior do que a de morrer. Se é que existe vontade para tal fim?!
Ninguém tem o direito de doar a vida por compaixão como elucida Milan Kundera na sua obra: “A insustentável leveza do ser”, pois ou se faz isso com um profundo amor ou não se faz nada.
Sendo assim, qual a vida que vale a pena ser vivida? Para que sejam reconhecidos todos esses valores? Ainda em Milan Kundera que coloca a eminente perspectiva de uma vida profundamente bem vivida no seguinte requisito: o corpo está mais próximo do chão, carregando o peso de uma existência que precisa ser vivenciada para que a supremacia da realidade transborde sobre o ser.
Nesse caso, veio uma pergunta, também direciona por Milan Kundera: O que é positivo, o peso ou a leveza?

14/12/2015

Inserida por AVANDELSON

Tem muitas coisas que irá nos diferenciar dos demais e a PACIÊNCIA é uma delas...

Inserida por osobrenaturalexiste

Não meça tua fé pelas coisas que conquista, mas pela gratidão do que Deus lhe proporciona!

Inserida por peds

Procure fazer as coisas boas enquanto estiver vivo, para que, quando o seu espírito desencarnar e chegar no mundo espiritual, este mesmo Espírito não se arrependa.

Inserida por osobrenaturalexiste

Sou católico e quando participava das missas percebi que havia muitas coisas erradas dentro da igreja. religiosas. Além de participar com a graça de Deus tinha tempo para ajudar o próximo. Nos dias atuais deixei de participar, mas não deixei de ajudar aqueles que precisam, melhor que muita gente que ainda participa e tem o prazer de virar as costas para o próximo.

Inserida por osobrenaturalexiste

“Em certos dias meu próprio silêncio fica dizendo coisas que não quero ouvir.”

Inserida por HELENVILLIGER

Todas as coisas boas que eu acreditava, eram apenas palavras, denominações, conceitos, forma de expressão.

Inserida por AdrianaVargas

Não sei quem sou.
Também me cansei de acreditar nas coisas que quero acreditar.
Isso não me alivia em nada, faz-me apenas , refém de minha busca pela perfeição.

Inserida por AdrianaVargas

As religiões são especialmente apreciadas pelos que preferem ouvir coisas com as quais já concordam.

Inserida por AntonioMatienzo

Deus nos livra de más coisas , que nos pensávamos que seriam boas.

Inserida por dudakauan

Bom dia 20/06/2016

Esteja sempre atendo as coisas que aparecem em sua jornada diária com certo grau de facilidade, carregue sempre em sua mente que o inimigo fica dia a dia lhe rodeando esperando um segundo apenas para destruir tudo que já conquistou até agora. Ele não desiste em lhe destruir.

Inserida por Alevillela

Exposto a coisas extremamentes degradantes, pensamentos altamente corrosivos, estava nu. Dentro da minha consciência a transição que a minha vida passava os meus pensamentos também eram submetidos. Emoções embaralhadas, sentimentos à flôr da pele, olhos marejados, narinas abertas, prontas para a queda. A imponência nunca foi um desejo, tampouco aspiração, manter-se de pé já custava sacrifícios. Ser quem era, ser o que era, ser quem devia ser ultrapassava os limites de qualquer entendimento como mim mesmo ou sobre o que eu achava de mim mesmo. Ódio, amor, felicidade, raiva, desdém, fraqueza, tristeza, razão, emoção, paixão, quantos sentimentos perdidos e devassados cabiam dentro do meu corpo? Nenhum. Todos grandes demais, ou pequenos demais, extensão de uma alma dilacerada.

Inserida por arthustorres

A vida nos ensina muitas coisas para que não sofremos ás consequências mais tarde e irão sofrer mais aqueles que não aprendem.

Inserida por osobrenaturalexiste

Aprendi muitas coisas na VIDA e uma delas é que devemos sempre REZAR pelos mortos e chorar pelos vivos.

Inserida por osobrenaturalexiste

"Não espere um novo ano ou um novo governo, para que as coisas mudem"

Inserida por CesarPacco