Cobra
Meu pai sempre me contava essa história, de uma Rainha linda e sua cobra.
Era uma vez uma cobra enorme que por onde passava, o homem se assustava, recebida com paus e pedras em toda cidade que passava.
Um homem parou a sua frente empunhando uma espada, ele a desafiava.
O homem lutou bravamente, mas o resultado já era esperado, ele morreu envenenado.
Todos os vilarejos que a cobra passava a história se repetia, um homem valente morria e o povo se escondia.
Em um belo dia, um famoso cavaleiro desafiou a cobra para um combate, o povo eufórico se reuniu para assistir a épica batalha. Um cavaleiro ambisioso que de muitas guerras só conhecia o sabor da vitória, iria cortar a cabeça da cobra para ficar na história.
E do outro lado havia a cobra, que para ela não passava de mais um homem que a incomodava, basta dar um bote e todo aquele alvoroço terminava.
Para a surpresa do povo, antes do primeiro golpe o cavaleiro veio ao chão, o povo ficou espantado, pois não era ela que devia ser o campeão.
Todos saíram correndo como era o costume, exceto uma garota, uma pequena camponesa qualquer que para a cobra olhava toda admirada. E a cobra por sua vez ficou sem entender nada.
Preparando mais um bote esperando que a garota fugisse assim como os outros, logo ela descobriu que como os outros ela nada se parecia, em troca de sua piedade, houve um gesto de amizade, a garota estica os braços e lhe entrega uma simples maçã vermelha.
O tempo passou e a fama se espalhou, a bela domou a fera.
A garota mostrou a cobra um sentimento que antes não conhecia, pois onde havia raiva e dor, ela mostrou que também pode se cultivar amor.
Uma pequena camponesa de nome incerto criava ovelhas com seu pai na encosta de uma montanha, toda manhã ela viajava até a cidade para vender lã, enquanto seu pai tinha uma tenda de maçãs logo mais na praça. E como toda manhã ela ia até seu pai pegar uma bela maça para seu café.
Em um dia qualquer, a jovem foi para a cidade vender suas lãs como de costume, e ao se dirigir para a tenda se deparou com ela vazia, seu pai não estava lá e para falar a verdade nenhum morador também estava deixando todas suas mercadorias a céu aberto.
Até que nesse momento passa duas crianças correndo para a entrada da cidade e ela sente que precisa ir naquela direção, atravessando um tumulto de pessoas que lá se encontravam, ela se depara com seu pai empunhando uma espada frente a frente com a serpente.
Essa foi a última vez que ela viu seu pai.
Alguns anos mais tarde, uma notícia diferente corria pelas ruas da cidade, um cavaleiro destemido que iria enfrentar a maior das feras. Com uma carruagem cheia de maçãs se dirigiu para está cidade tão falada, para vender maçãs e ver a luta tão aclamada.
Chegando lá, a luta já se desenvolvia, o tumulto aparecia e o cavaleiro sorria,
Por um breve momento ela lembra de seu pai e vê a historia se repetir, o povo fugindo, o cavaleiro morrendo, a espada bradando ao chão, ficando apenas uma menina com uma maça em uma das mãos.
Essa era a história que meu pai contava sobre nossa rainha, não à muitos registros de como ela chegou no poder, dizem que foi um presente de sua serpente.
Mas o que realmente importa é mostrar que nossa rainha é diferente, não por ter uma cobra gigante e sim por ter o dom, o dom de perdoar.
Assim como o antídoto contra o veneno da cobra está na própria cobra, a nossa cura está em nós mesmos.
Como o fogo ,eu queimo
Como cobra ,tenho veneno
Como a tempestade tenho Raios.
Como menina boba todos desfazem
"Mas a justiça é no tempo certo aguardem"
Como criança eu arraso agora você é pior que pedra no sapato...
Como dentes, eu mastigo com você te castigo ,sou como um estouro e você não passa de um menino bobó.
Existem dias que a vida nos cobra sermos fortes, para superar, para entender que a vida não acaba quando chega ao fim. Dias que o mais a gente quer é um abraço, aquele abraço, tudo que a gente mais quer é chorar, mas a vida faz um convite a continuar a levantar a cabeça, a olhar para o céu e saber que quem se foi daqui está lá olhando por nós. Existem dias que o preto não é apenas mais uma cor, e sim a cor que representa o vazio, que ficou em nosso coração. vou superar sua perda, vou ter que viver meus dias sem você aqui, mas vou viver eternamente com você no coração. O que ficou foram nossas risadas, nossas conversas, nossas lágrimas, nossa amizade, o que ficou foi o melhor e será este melhor que me dará forças para entender que a vida continua e que tenho que voltar a sorrir, por quem me ama, por quem amo, mim, por você! Saudades eternas saudades.
Fênix renasce das cinzas sempre, não importa a situação!
Já cobra não, alias nunca bata numa cobra, que ela volta para dá o bote de novo e sempre vai ser assim, pois cobras são vingativas, "pequenas", são perda de tempo, deixa ela lá, pq no final ela se mata com o próprio veneno!
Prefira ser a fênix da sua vida sempre, é mais válido! ;)
Cobra não é um réptil como nos foi ensinado na escola, cobra em alguns lugares do planeta, também é conhecida como amigo (a), além de às vezes ter o mesmo sangue. Não acredita?
O AMOR liberta, o medo prende, o AMOR Expande, o medo retrai, o AMOR dá, o medo cobra, o AMOR solta, o medo segura, o AMOR aceita e o medo rejeita.
Contudo o medo é perfeito assim como o amor. Porque não seria possível conhecer o AMOR sem a existência do MEDO. Assim como não saberíamos o que é a luz sem a existência da escuridão.
Para toda sombra existe uma luz!
Com a astúcia de uma cobra e a graça de uma flor venenosa, ela tecia sua teia de influências, conquistando corações e mentes sem jamais revelar a verdadeira extensão de seu domínio
A ausência de segurança jurídica cobra caro: ninguém investe onde o solo muda conforme o humor da autoridade.
Igreja que cobra para adquirir óleo ungido, ouvir a palavra, participarde eventos, orar, ungir ou 'quebrar maldição' não é casa de Deus, e sim LOJA DE CONVENIÊNCIA DO INFERNO.
A aprovação não define quem somos, embora a sociedade insista em cobrá-la. O caminho consciente é libertar-se do peso da opinião alheia e voltar-se para dentro: para o próprio eu, para as escolhas que nascem da alma, para a vivência que é só sua. É no amor-próprio que habita a força. Viver a própria vida é não depender da empatia dos outros, pois ela nem sempre virá. E ainda assim, é preciso seguir.
Sangue se cobra e se paga com sangue. Amor, zelo, raiva, inveja, todos têm seus preços. Na vida, tudo que tem valor requer um pagamento, tudo precisa de seu sustento. No comércio da vida, o próprio caminho cobra seu preço. De uma forma ou de outra, ninguém sai devendo, mas alguns pagam preços altos e dolorosos. Por isso, sempre grata, Esú traz, e ele mesmo leva.
