Classe

Cerca de 803 frases e pensamentos: Classe

⁠Por mais que as famílias da classe media e de bem desconheçam, o mundo do consumo farto é por si só criminoso e imoral. Os rapazes desde cedo buscando vantagens ilícitas aplicando pequenos golpes anônimos e as meninas vão para as baladas fazerem amor fácil completo com cache, entre executivos homens, com mais idade do que de seus pais.

Inserida por ricardovbarradas

⁠Se tem uma coisa que detesto no instagram são moças que são pobres Classe D e C e querem se vestir e postar fotos como moças filhas de Classe Média A e B que são bancadas pelos pais ricos e tem assessoria. Seja quem você é, mostra a tua vida real, não seja status que não existe.

Inserida por Saulodias

“Nessa vida somos todos passageiros, mas alguns vivem na primeira classe.”

Inserida por DAmico

⁠Se você é autoritário o político será autoritário. Todo o político se assemelha com a classe artística.

Se a platéia é afável, o político será afável, e se a platéia é agressiva o político tende ser agressivo.

Quem faz o político é você.

Inserida por anna_flavia_schmitt

⁠Se você se veste bem
ou se você veste mal,
não me diz a respeito,
Sobre a sua classe social
não tenho preconceito,
O importante mesmo
é que o seu coração
seja bom sem moderação.

Inserida por anna_flavia_schmitt

⁠"Estamos todos no mesmo barco, mas alguns acham que a primeira classe vai sobreviver ao naufrágio."

Inserida por DAmico

⁠"Há quem passe a vida inteira economizando para ir ao céu no conforto da primeira classe."

Inserida por DAmico

⁠Fico pensando no dia quando a classe política mundial irá parar de usar a distribuição de angústia como mecanismo de controle social. Do jeito que está não dá, o mundo precisa de uma lufada de esperança.

Inserida por anna_flavia_schmitt

⁠A classe política é o reflexo da sociedade estabelecida. Tenta conversar qualquer tema que vise o interesse de sobrevivência comum para ver se alguém se importa. O Brasil tem que aprender muito com os indígenas para evoluir como sociedade.

Inserida por anna_flavia_schmitt

⁠A classe política em especial tem mania de usar a ofensa como instrumento de corrosão da liberdade de expressão alegando que estão exercitando ela, porque ela tem o objetivo de amanhã cortar a sua liberdade de expressão.

Nos anos pré-eleitoral e eleitoral as ofensas entre a classe política são especialmente frequentes, não caia nesta arapuca de ser inocente útil e comprar uma briga que não te pertence.

Você é povo. Eu sou povo. Eu e você não temos mandato. Deixe que a classe política, militantes e fanáticos se lasquem.

Tratemos da nossa paz interior porque a conta deles quem paga somos todos nós, e eles estão longinquamente trabalhando para cortar até a nossa possibilidade de reclamar.

Inserida por anna_flavia_schmitt

⁠Infelizmente o Brasil é dominado por uma classe dominante dominada e alimentada pelo ÓDIO, incapaz de produzir sem destruir e explorar.

Inserida por Carloseduardobalcars

O aceite mais previsível de uma menina-mulher da classe media por todo mundo hoje em dia, diante de um pedido de namoro, inicia com aquela velha historia bem criativa de um confuso assalto traumatizante onde lhe roubaram o celular do modelo mais caro que ganhara da tia no ultimo aniversario e somando a isto, a infelicidade de está com uma divida alta em compras, gerada de forma injusta por que os bandidos clonaram o seu cartão. Diante de uma ajuda boba, crédula e generosa, a relação começa sem as preliminares mas para os finalmente, sem pudor algum.

Inserida por ricardovbarradas

Saber classe gramatical é essencial no estudo da língua portuguesa, assim como a tabuada é essencial no estudo da matemática.

Inserida por ceumarques

A classe mais desacreditada da Nação sem a menor sombra
de dúvida é a política. A cultura da corrupção prevalece em
todos os poderes constituídos. Os cofres públicos são assaltados,
nossa carga tributária uma das maiores do mundo,

Inserida por RivaAlmeida

"A classe professoral possui real homogeneidade quando analisamos nos seus comportamentos globais. Contudo, isso não significa não haver no corpo docente, ao sabor das circunstâncias, certo agrupamento momentâneo de indivíduos, que desempenham o papel de "esquerda" em determinado problema ou em dada reunião da congregação ou dos conselhos técnicos e universitários. Ao lado desta "esquerda" eventual, relativa e variável, devemos contar um número extremamente reduzido de verdadeiros homens de esquerda, por convicções ideológicas, mas estes são tão poucos, que praticamente só há que contrar com a esquerda ocasional, formada por elementos que, por esta ou aquela razão, tomam, no momento, atitudes contrárias às direções das faculdades e das reitorias, e desempenham, na maior parte dos casos, papel progressista com essa simples resistência ou reclamação. Não se confunde este efêmero comportamento com a nítida atitude progressista, contudo seu valor não é nulo..." Álvaro Vieira Pinto - A questão da universidade.

Inserida por alvarovieirapinto

⁠A universidade assegura a colocação de elementos intelectuais ociosos da classe dominante, a quem temos chamado a "mão-sem-obra". Este papel adquire suprema importância no país subdesenvolvido, pois lançariam na pura e simples vadiagem social se não encontrassem ocupações simbólicas nas quais se entretenham, justificando na exterioridade uma existência realmente sem proveito coletivo. É aí que intervém a universidade, oferecendo aos marginais superiores as suas cátedras, seus laboratórios, suas conferências, cargos de "assistentes", "pesquisadores", "assessores", etc., e tantos simulacros de trabalho válido. Há neste fato mais do que simples troca de favores. A classe dominante, ativíssima nos seus negócios, sabe muito bem quanto é ociosa, e quase diríamos, parasitária, a existência desses doutores inaproveitáveis... na universidade pouco se trabalha, e dificilmente se estuda... A universidade não foi concebida nem é dirigida em função do trabalho social útil, mas do estudo ocioso, da cultura alienada, da pesquisa fortuita e sem finalidade imperiosa...
A QUESTÃO DA UNIVERSIDADE - Editora Cortez

Inserida por alvarovieirapinto

O brasileiro peca pela ignorância, pela falta de bom senso e leitura. Pela falta de interpretação de texto, consciência de classe e discernimento...

São João da Cruz

João da Cruz nasceu em 1542, provavelmente no dia 24 de Junho, em Fontiveros, província da cidade de Ávila, em Espanha. Os seus pais chamavam-se Gonzalo de Yepes e Catalina Alvarez. Gonzalo pertencia a uma família de posses da cidade de Toledo. Por ter-se casado com uma jovem de classe “inferior”, foi deserdado por seus pais e tornou-se tecelão de seda. Em 1548, a família muda-se para Arévalo. Em 1551 transfere-se para Medina del Campo, onde o futuro reformador do Carmelo estuda numa escola destinada a crianças pobres. Por suas aptidões, torna-se empregado do diretor do Hospital de Medina del Campo. Entre 1559 a 1563 estuda Humanidades com os Jesuítas. Ingressou na Ordem do Carmoaos vinte e um anos de idade, em 1563, quando recebe o nome de Frei João de São Matias, em Medina del Campo. Pensa em tornar-se irmão leigo, mas seus superiores não o permitiram. Entre 1564 e 1568 faz sua profissão religiosa e estuda em Salamanca. Tendo concluído com êxito seus estudos teológicos, em 1567 ordena-se sacerdote e celebra sua Primeira Missa. No entanto, ficou muito desiludido pelo relaxamento da vida monástica em que viviam os Conventos Carmelitas. Decepcionado, tenta passar para a Ordem dos Cartuxos, ordem muito austera, na qual poderia viver a severidade de vida religiosa à que se sentia chamado. Em Setembro de 1567 encontra-se com Santa Teresa de Ávila, que lhe fala sobre o projeto de estender a Reforma da Ordem Carmelita também aos padres, surgindo posteriormente os carmelitas descalços. O jovem de apenas vinte e cinco anos de idade aceitou o desafio. Trocou o nome para João da Cruz. No dia 28 de Novembro de 1568, juntamente com Frei Antônio de Jesús Heredia, inicia a Reforma. O desejo de voltar à mística religiosidade do deserto custou ao santo fundador maus tratos físicos e difamações. Em 1577 foi preso por oito meses no cárcere de Toledo. Nessas trevas exteriores acendeu-se-lhe a chama de sua poesia espiritual. "Padecer e depois morrer" era o lema do autor da "Noite escura da alma", da "Subida ao Monte Carmelo", do "Cântico Espiritual" e da "Chama de amor viva"

Precisamos aprender separar o joio do trigo, com intuito de evitar o reducionismo evidenciado quando acusamos veementemente toda classe média pelas mazelas do nosso país de forma generalizada.

Uma vez que, existe uma grande diferença entre grande capital e pequeno capital. O "grande capital" é representado pelas multinacionais, os bancos, construtoras e etc. Este se relaciona muito bem com regimes totalitários, com as ditaduras, com o capitalismo, com fascismo, com nazismo e etc.

Já o pequeno capital, é cara da padaria, da farmácia , da oficina, do mercadinho, da lanchonete, salão de beleza, armarinho, profissionais liberais e etc.. São pessoas que trabalham duro para garantir seu sustento, gerar empregos e pagar os impostos imorais.

Sei que ao longo da história parte pequena burguesia fizeram escolhas equivocadas que deram suporte a regimes ditatoriais, mas daí a colocar todos no mesmo barco acho uma injustiça.

Os pequenos e médios empresários e profissionais liberais, pagam altíssimos impostos, raramente tiram férias, abrem seus estabelecimentos de domingos a domingo, inclusive nos feriados, geram muitos empregos e contribuem de forma significativa para a formação da riqueza do país. Enquanto o governo brasileiro continuar tratando-os como vilões, o Brasil não sairá da miséria.

Devemos lutar juntos por geração de empregos, educação, saúde, lazer e segurança. Itens básicos que deviam estar na ordem do dia dos governantes deste país.

Já pensou se um dia esses pequenos e médios empresários e profissionais liberais decidir fazer uma greve , fechando suas portas. Quem vai manter assistencialismo do nosso governo e seus programas sociais? Quem vai sustentar a máquina pública e seus gastos exorbitantes? Como ficará a questão do emprego ?

Infelizmente os tempos se passaram, porém o conceito do pão e circo criado na Roma Antiga por Otávio Augusto que consistia em oferecer alimento e diversão à população carentes com intuito de conter a insatisfação contra os governantes e uma possível revolta, continua vivo no nosso país.

“Se deres um peixe a um homem faminto, vais alimentá-lo por um dia. Se o ensinares a pescar, vais alimentá-lo toda a vida.” Lao-Tsé

⁠Costuma-se dizer que o elegante, o refinado e o verdadeiramente caridoso é um fidalgo.
O fidalgo é um “filho do algo”.
Eu não quero ser o filho.
Quero ser o algo.