Clarice Lispector Frases de Livros

Cerca de 1549 frases Clarice Lispector de Livros

“A problemática do meu amor não está no sentimento do amor em si. A problemática do meu amor está justamente na minha V-O-L-U-B-I-L-I-D-A-D-E”.

Inserida por marcusdeminco

Escrevendo o futuro... (21/01/2018)

Inserida por larissasardagna

Alguns relacionamentos são como Tom & Jerry: Eles se provocam, se batem, se irritam, se odeiam, mas não podem viver sem o outro.

Inserida por jonasfarias91

- Nem pergunte porque eu te amo (...)

- Porque não ?

- Ficaria Dias dizendo os motivos de te amar.

Inserida por HellenArauco

O mundo só é o que é porque o cliente só foi criado depois do projeto.

Inserida por JohnKabira

A nature a a maior maravilha desse mundo e como você minha musa inspiradora

Inserida por Sabio1

– Não se precipite ao caos, não ache que o mundo é do tamanho da sua compreensão (Do Livro – O Segredo de Clarice Lispector).

Inserida por marcusdeminco

Ela veio atrás de água, da água que Deus não manda lá pro sertão, pois é justamente a água, a mesma desejada e perversa água, que lhe rouba a vida. Isso é injusto, é desumano... (Do Livro – O Segredo de Clarice Lispector)

Inserida por marcusdeminco

Escrevia para afugentar as amarguras, para exorcizar velhos fantasmas. As letras vigoravam além de toda manifestação compreensível das palavras. Tornavam-se a única sobriedade remanescente da sua introspecção doentia. (Do Livro – O Segredo de Clarice Lispector)

Inserida por marcusdeminco

Buscando consumir parte da ociosidade, e procurando ocupar o imenso vazio no qual se afundou inevitavelmente, nutriu também uma mania obsessiva pela literatura. (Do Livro – O Segredo de Clarice Lispector)

Inserida por marcusdeminco

Orgulho separa mais do que distância.

Inserida por maarcoslevi

– No seu entender, qual o papel do escritor brasileiro hoje?

– De falar o menos possível.

Clarice Lispector

Nota: Trecho de entrevista com Júlio Lerner para a TV Cultura, em 1977.

Inserida por Vinischuartz

É em mim que tenho de criar esse alguém que entenderá.

Clarice Lispector
A paixão segundo G.H. Rio de Janeiro: Rocco, 1998.
Inserida por julianemaciel

Qualquer que tivesse sido o crime dele [Mineirinho], uma bala bastava. O resto era vontade de matar, era prepotência.

Clarice Lispector

Nota: Trecho de entrevista concedida para a TV Cultura, em 1977.

Inserida por CarlosLispector

Minha alma humana é a única forma possível de eu não me chocar desastrosamente com a minha organização física, tão máquina perfeita que é. Minha alma humana é, aliás, também o único modo como me é dado aceitar sem desatino a alma geral do mundo. A engrenagem não pode nem por um segundo falhar.

Clarice Lispector
A descoberta do mundo. Rio de Janeiro: Rocco, 1999.

Nota: Crônica Engrenagem.

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Foi apesar de que parei na rua e fiquei olhando para você enquanto você esperava um táxi. E desde logo desejando você, esse teu corpo que nem sequer é bonito, mas é o corpo que eu quero. Mas quero inteira, com a alma também. Por isso, não faz mal que você não venha, esperarei quanto tempo for preciso.

Clarice Lispector
Uma aprendizagem ou O livro dos prazeres. Rio de Janeiro: Rocco, 1998.

Fiz do meu prazer e da minha dor o meu destino disfarçado. E ter apenas a própria vida é [...] um sacrifício. Como aqueles que, no convento, varrem o chão e lavam a roupa, servindo sem a glória de função maior, meu trabalho é o de viver os meus prazeres e as minhas dores. É necessário que eu tenha a modéstia de viver.

Clarice Lispector
Felicidade clandestina. Rio de Janeiro: Editora Rocco, 1998.

Nota: Trecho do conto O ovo e a galinha.

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Para escrever tenho que me colocar no vazio. Neste vazio é que existo intuitivamente. Mas é um vazio terrivelmente perigoso: dele arranco sangue. Sou um escritor que tem medo da cilada das palavras: as palavras que digo escondem outras – quais? talvez as diga. Escrever é uma pedra lançada no poço fundo.

Clarice Lispector
Um sopro de vida. Rio de Janeiro: Rocco, 2015.

Vi, sim. Vi, e me assustei com a verdade bruta de um mundo cujo maior horror é que ele é tão vivo que, para admitir que estou tão viva quanto ele – e minha pior descoberta é que estou tão viva quanto ele – terei que alçar minha consciência de vida exterior a um ponto de crime contra a minha vida pessoal.

Clarice Lispector
A paixão segundo G. H. Rio de Janeiro: Rocco, 1998.

EU NÃO ENTENDO! Por medo da loucura, renunciei à verdade. Minhas ideias são inventadas. Eu não me responsabilizo por elas. O mais engraçado é que nunca aprendi a viver. Eu não sei nada. Só sei ir vivendo. Como o meu cachorro. Eu tenho medo do ótimo e do superlativo. Quando começa a ficar muito bom eu ou desconfio ou dou um passo para trás.

Clarice Lispector
Um sopro de vida. Rio de Janeiro: Rocco, 2015.
Inserida por joakinasoares