Frases sobre educação escolar que despertam o prazer de aprender
... cada vez mais funções intelectuais e cada vez menos funções puramente instintivas e emocionais.
“A cadeirinha do pensamento”
Aparentemente inofensiva, a cadeirinha do pensamento se apresenta como um recurso educativo. “Vai para lá e reflita sobre o que você fez!” — dizem, com a melhor das intenções. Mas o que será que realmente acontece na mente de uma criança sentada ali, sozinha, com olhos que ainda mal entendem o que fez de errado?
Em teoria, é um convite à introspecção. Na prática, é um pequeno palco para o sentimento de inadequação. A cadeirinha ensina, sim, mas o que ela ensina pode não ser o que esperamos. Ensina que errar é um ato vergonhoso, algo que precisa ser punido com o afastamento. Ensina que, em vez de buscar compreensão, é melhor temer a consequência.
E o que passa na cabecinha dela enquanto encara a parede? Talvez não seja arrependimento, mas uma raiva que não sabe como expressar. Uma criança isolada tende a imaginar coisas: “Por que sou sempre eu?”, “Isso é injusto”, “Quando eu puder, vou fazer diferente… ou pior.” Assim, a cadeirinha planta sementes: não de reflexão, mas de ressentimento.
O pior é que, ao ensinar o isolamento como resposta ao erro, a cadeirinha faz algo ainda mais profundo. Ela deixa a criança sozinha consigo mesma num momento em que mais precisa de conexão. A mensagem implícita é clara: “Quando você errar, ficará só.” Será que é isso que queremos?
Educar não é fácil. Ninguém nasce sabendo como lidar com as tempestades emocionais de uma criança. Às vezes, recorrer à cadeirinha parece ser a única opção para ganhar tempo, silenciar o caos. Mas talvez devêssemos questionar: a quem ela realmente beneficia? À criança ou ao adulto que não sabe o que fazer?
Talvez o erro da cadeirinha não seja apenas o castigo em si, mas a falta de diálogo que ela representa. E se, ao invés de apontar um lugar solitário para sentar, apontássemos para o nosso coração? “Senta aqui comigo. Vamos conversar.” Assim, ensinaríamos que errar faz parte do processo, que as emoções podem ser compreendidas e que, mesmo nos momentos difíceis, o amor e a empatia não precisam sair de cena.
Porque a verdade é que as crianças não precisam de cadeirinhas que as afastem; elas precisam de braços que as acolham.
✍🏼Sibéle Cristina Garcia
Quer lugar na “janelinha”? Pague!
Na era das redes sociais, tudo vira tribunal público. O caso da passageira Jennifer Castro, que se recusou a ceder seu lugar à janela para uma criança em um voo, é o mais recente exemplo de como a civilização às vezes tropeça em sua própria etiqueta.
De um lado, uma mãe indignada, filmando a cena e postando sua revolta. Do outro, Jennifer, acusada de egoísmo por se apegar ao que comprou com antecedência e planejamento. Entre as duas, uma criança que ainda está aprendendo a lidar com uma palavra aparentemente simples, mas cada vez mais ausente em sua formação: “não”.
Crianças não nascem sabendo que o mundo não gira ao redor delas. Isso é ensinado. Mas, quando se cria a ideia de que tudo pode ser conquistado por insistência, lágrimas ou exposição pública, o que será delas no futuro? Que tipo de adulto nasce de uma infância onde a frustração é tratada como ofensa?
No avião, o assento de Jennifer representava mais do que conforto; era um símbolo do esforço de alguém que escolheu, pagou, e estava, no direito absoluto, de ocupá-lo. Sua recusa não deveria ser enxergada como um gesto mesquinho, mas como um lembrete de que limites existem — e precisam ser respeitados.
A questão vai além do assento à janela. Está na cultura crescente de evitar dizer “não” para poupar os sentimentos das crianças. Um “não” dito hoje poupa adultos decepados pela realidade amanhã. E que realidade dura será esta, quando descobrirem que nem tudo se resolve com um pedido educado (ou uma gravação postada no Instagram).
Jennifer não deveria ser condenada por defender o que era seu. Afinal, como ensinamos às crianças o valor do esforço e da responsabilidade, se a lição implícita é que o choro ou a viralização sempre vencem? Quer um lugar na janelinha? Pague, planeje, mereça.
Assim, no futuro, essas crianças talvez entendam que o mundo é muito mais do que um assento de avião. É um lugar onde limites, direitos e responsabilidades coexistem. Respeitá-los não nos faz piores; pelo contrário, nos torna mais humanos.
✍🏼Sibéle Cristina Garcia
Lecionar é mais do que transmitir conteúdos; envolve interação, discussão, reflexão e troca de experiências. Professores, que estão em formação há mais tempo, têm a responsabilidade de ajudar os alunos da melhor forma possível.
Embora mestres e livros sejam recursos valiosos, os resultados mais completos e brilhantes são fruto do esforço individual de quem tem interesse em aprender!
E como são lindos e infindos,
Os mundos que existem escondidos dentro da nossa mente,
Infinitas possibilidades, peculiares,
Particulares,
Particulares essas que os artistas expõem em tinta, caneta, versos,
Quão lindas e infindas são as possibilidades?
As criaturas, as criações,
São tantas as religiões,
Discussões,
Comunhões também,
Porquê não?
Se tudo que é fim também é recomeço?
Só muda tudo de endereço,
Os apreços,
Pontos de vista,
Sem ser egoísta,
Mas, sim um malabarista,
Do saber, que nada que existe aos olhos é só o que o globo ocular pode ver,
Somos vários observatórios,
Que bem alinhados e empenhados,
No bem, podemos chegar além,
Então, seja bem vindo,
Adentre a meu Universo,
Me faça perguntas que não tenho a resposta e filosofamos juntos sobre a nossa estrada,
O Universo é um paralelo do saber,
Talvez não precisamos entender,
Somente conviver e perceber,
Que caminhar, é sobre aprender e ensinar.
Gritar, Pirar,
Criar,
Extravasar,,
Barulhar,
São coisas pra pensar,
Viralizar, mencionar, contextualizar,
Só não pode endoidar.
Mas lambuzar, com a noiva no altar,
Pra casar, morar, namorar, beijar,
Uma filha pra amar, um pássaro pra cantar e uma amorinha agarrar.
A corrupção, espraiada por todos os domínios, revela-se como um ato vergonhoso, um veneno nefasto para toda a nação. Contudo, quando infiltrada na esfera da educação, assume a faceta de um verdadeiro câncer, um roubo insidioso que dilacera não apenas a vida, mas também a essência e a dignidade alheia. Nesse contexto sombrio, não há perdão que possa mitigar a extensão desse mal.
A felicidade é o que temos de mais íntimo e intrínseca do DNA. Uns conseguem através dos vícios, outros através das virtudes. Então não podemos querer ser professor de felicidade tendo a nossa como padrão.
Todos temos problemas, a vida é composta com vários problemas, tendo que solucionar.
O nosso dia a dia ultrapassamos várias barreiras e etapas.
O problema é consentido quando vivido, no seu todo.
Há problemas que se resolvem, com facilidade, os difíceis também se resolvem.
Os impossíveis levam mais tempo, mas o tempo os resolve.
A solução do problema está dentro de cada um de nós.
Exercendo força e boa vontade, nossa mente acaba por se abstrair e construir outros universos percorrendo, por outros locais, trocando outras energias que canalizam a confiança em nós e no que está para vir.
Por muito teneo o caminho a sempre esperança e nessa virtude devemos nos reunir e subir a montanha em passos largos, para chegar o mais rápido possível, não dormir, para não se perder e depois desistir e não prosseguir, ir avante a pé, ou trote, ou a galope, o que interessa é ir andando e conseguir suprimir o furacão com uma verdade sempre no coração e dizer que também é um irmão ou irmã que veio para vigiar e ajudar a prosperar e tudo solucionar.
O verdadeiro discípulo é aquele que, por mais que seja detentor de conhecimento, sempre terá um coração ensinável.
Preparar a juventude para o futuro, para os desafios da vida adulta é um privilégio, são eles a força, a esperança. Que saiam das faculdades profissionais competentes e equilibrados, orgulhos para as famílias e úteis para a sociedade.
"Muitas vezes damos as mesmas aulas que tivemos no passado para alunos que são de uma nova geração, que vivem um tempo único e totalmente diferente do nosso".
"Portanto, ide, fazei discípulos de todas as nações, batizando-os em nome do Pai, do Filho e do Espírito Santo; ensinando-lhes a obedecer a todas as coisas que vos ordenei; e eu estou convosco todos os dias, até o final dos tempos." (Mt 28.19-20)
Foi o próprio Jesus, ao ordenar a Grande Comissão, que destacou a importância do ensino como parte fundamental do discipulado. O ensino faz parte tanto da ação evangelizadora, de conquistar novos discípulos para Jesus Cristo, quanto do discipulado, que visa a formação do caráter de Cristo na vida do novo discípulo. Sem a educação cristã não há como fazer novos discípulos! (Pr. Gersé Jordão)
"Instrui a criança no caminho em que deve andar, e mesmo quando envelhecer não se desviará dele." (Pv 22.6)
A educação cristã é para todas as idades, pois Jesus manda fazer discípulos de todas as idades! (Pr. Gersé Jordão)
"O que um dia se foi não nos pertence mais;
Para que carregar bagagens que já não nos servem mais?
Não vale o peso dos passos, o suor da caminhada, o que um dia existiu, lá no passado ficou e não faz sentido viver ele mais;
O que um dia o ser foi, não justifica ser mais, que descabido seria vestir uma roupa que não te serve mais?"
(do livro: Libélula (o diário))
Já errei muito na vida
Lutando pra melhorar
Oque não posso dar jeito
Ajeitado já esta
Mas sempre bom entender
Que tudo pode mudar
Vivemos pra aprender
Que os erros vem pra ensinar
Não espere que ser concursada lhe traga felicidade, isso pode custar a felicidade que você já conquistou.
- Relacionados
- Primeiro dia de aula: frases que celebram esse novo começo
- 57 frases sobre escola que destacam o valor da educação
- Textos de volta às aulas para um começo brilhante
- 47 frases de volta às aulas para motivar no retorno à escola
- 87 frases sobre educação provocativas e transformadoras
- Frases de Paulo Freire sobre educação e sua ação transformadora
- 77 frases de futebol que ensinam valores e inspiram a vencer
