Frases sobre educação escolar que despertam o prazer de aprender
As canções que cantava sozinho
Enquanto aprendia a entoar
Hoje cantas de Terno em linho
Nos palcos qua a vida dá
A voz de Fellipe Arcanjo
Há de encantar a Cidade
Menino de Pouca idade
Que nasceu para cantar
Menino chamado Fellipe
Violão e barba de Hippie
Faz teu som quando anoitece
Dizendo tudo que a gente
Queria ouvir e saber
Teus poemas nos dizem tudo
Amor, esperanças e medos
Que temos no coração
Escondes de nós um segredo
A magia que tens nos dedos
Em contato ao violão
Noite triste, se torna alegria
Antes do raiar do dia
Sublimes arranjos
Escritos por anjos
Que beijaram-lhe as mãos
Quando nasceste
Meu Deus, que canção é esta
Meu Deus, que menino é este?
Aprendi a ser eu mesmo
Praticando ato de ser
A mim mesmo de vez em quando
Eu não posso e não preciso
Ir a todos os lugares
Mas posso olhar calado
E descobrir o que não quero ser
O que restar, sou eu
Aquele que traz no coração
O que merece ser lembrado
Aprendi a errar sem pedir ajuda
Meus erros me ensinam
Que o mundo muda
Mas que há coisas no mundo
Que serão sempre as mesmas
Do pouco que aprendi
Eu sei que tem coisas ali
Que devo levar comigo
Pois não devem ser ensinadas
A mais pura manifestação de vida se dá
Nos momentos em que não se sabe como agir
Pra todas as outras se olha os ponteiros
Enquanto o relógio enferruja
Sem que se veja
Qual dos dois tempos foi mais verdadeiro.
Edson Ricardo Paiva.
Não tive medo da vida
Pois quando aprendi
O sentido da palavra medo
Eu estava muito ocupado
Vencendo todas as dificuldades
Que, por si só
Teriam destruído a vida de muitos
Não tive tempo de sentir medo
Pois o tempo não parou pra isso
Nem busquei uma causa, razão
e nem motivo e nem sentido
A vida passou tão depressa
Que só nesta fase da vida
É que me ocorre o pensamento
Do quanto teria sido inútil
Ter tido o medo que quase senti
Pois a vida não parou pra ser perfeita
Por isso foi sendo refeita todo dia
Qual fosse um castelo de areia
Quando a gente tenta e tenta
E não tem por onde
Pois quando não venta forte
Vem sempre uma onda
De modo que no fim da tarde
A gente percebe
Que nem tudo está perdido
Há uma palavra escondida no vento
O tempo, sem pressa ensina
Que a beleza das coisas
São como promessas, escritas na areia
Mas quando a gente tanto insiste
Em tentar fazê-las
Aprende a fazer desenhos
Nas estrelas que o Céu ponteiam
Por isso não tenho medo
e também não me sinto triste
Existem mais delas no firmamento
do que todas as areias sem firmeza
Que o vento, sem dó
Carrega por entre os dedos
Talvez, por não ter sentido medo
É que descobri
O sentido da palavra vida.
Edson Ricardo Paiva.
Dizer que aprendi a viver...
Eu não posso
Mas eu posso dizer
Que habituei-me à vida
Adaptei-me ao mundo
Percebi a existência do inverso
A força da leveza
Na ausência da vaidade há beleza
Escuridão na luz
Quando o mundo
Busca a luz na escuridão
O bem no mal
Qual se isso fosse igual
A alcançar sua velocidade
Abraçar a verdade do universo
Sem nenhum apego
Dizer que se sabe viver
Não cabe a ninguém
A vida não é uma luta
Muito menos um jogo
Aprendi somente a não tratá-la assim
Pois o vento traz canções
Mas a voz do silêncio é a que fala no fim
Feliz de todo aquele
Que se cala para ouvi-la
Porque tudo é um mero sonho
Pendurá-lo numa nuvem não basta
É preciso depois
Dela afastar-se
Simulando a cautela tranquila
No momento mais exato
Que pro jogo e pra luta
Enveredem
Eu jamais aprendi a viver
Sei somente
Quando não fazer igual
Porque sei
No final
Todos perdem.
Edson Ricardo Paiva.
Fazer o melhor que podia
eu sempre ouvi dizer que era preciso
Assim aprendi
e a todos os lugares onde eu ia
eu fui até não poder mais
era assim que eu fazia
e desse modo eu percebi:
Não era aconselhável ir a todos os lugares
E pensei que era mais fácil assim viver
Mas a vida
Tem sempre outra verdade escondida
Em busca da verdade
Assim que eu vivia
E logo descobri
Que é preciso eternamente perseguir um novo modo
Há sempre um outro desafio
O preço disso é o recomeço
Por conta de desfiar, buscar a ponta do fio
Fazer o melhor que eu podia...ainda era possível
Por vezes sem conta eu o fazia
O difícil era saber o que fazer
Depois que tudo estava feito
Na hora em que chega o dia:
Um dia essa hora chega
Mas ninguém nunca me avisou que isso doía
O que nos rói é o não fazer...é desistir
é querer chorar e rir...é rir sem rir
Olhar e ver
O desfeito se desfazendo
Depois, olhar o que não fez
Compreender que, por ora
era o melhor a se fazer
descobrir que não sabia é descobrir
Que nada se pode fazer
E quando nada fizer....se alguém disser
Ouvir que ficou perfeito
Fazer o melhor que podia era a parte fácil
Difícil é não fazer nada...e a isso fazer bem feito..
Edson Ricardo Paiva.
Nunca se prenda a nada
Nem prenda nada a você
Aprenda que o certo é deixar partir
Que teu coração seja deserto
E que tenha saída
Mantenha sempre aberta
Uma porta de entrada
Mas, lembre-se
Que pra tudo existe sempre
Um outro ponto
Este, o de partida
Assim como toda criança
Que se despede pra brincar na rua
E que nem sempre te escuta
Até que um dia, ela nem te ouve mais
E dessa vez ela parte, mas pra vida adulta
Aquela que você foi um dia
Nem essa jamais foi sua
Mas há de sempre regressar
Por aquela porta aberta que você deixou
Deixe-a
Deixe que ela venha pelo menos de manhã
Mesmo que ela venha cada vez menos
Assim como há pureza
No café que sempre fica
No fundo de uma xícara que você põe
Debaixo da torneira que goteja
E que vai perdendo a pureza
A cada vez que uma gota cai
Que teu coração seja assim
Porque no fim, tudo muda
O ponteiro, a goteira, o movimento de rotação
Algo sempre oferece ajuda
A planta cresce, a folha cai...tudo se vai
Exceto a sua essência, a parte mais bela da vida
Permita que ela sempre volte pra te falar das coisas
Se ela ainda é ou se não é mais aquela
Que teu compromisso seja sempre em deixar partir
Assim é a vida, no fim a gente compreende
Que isso não chega a ser tão triste
E que não existe outra opção
Mas deixe uma porta aberta pra ela
Pra que assim as coisas venham
Sejam belas
e depois se vão.
Edson Ricardo Paiva.
Uma tarde de fevereiro.
Agora, é como se eu sentisse
Que agora sei de tudo
e que aprendi
Como se fosse
De novo os doces velhos tempos
Que olhava em volta e me iludia
Alegria de infância
Ver a lua atrás das nuvens
Quando a luz do dia não permite ela brilhar
E era como alguém comum
A andar na rua
E que nunca lutou numa guerra
Mas que sempre se molhou na tempestade
E tinha a chave que abria a porta
Ela não abria
Andou descalça em algum momento
E que valsou sozinha, diante do espelho da vida
E que ficou vermelha, por vergonha de si mesma
Que era por ninguém saber
O tanto que ela sabia
E sabia consertar a cerca
E sabia misturar e misturava as cores
Que, em resumo, era esconder a dor
De andar sem rumo e sozinha
Numa estranha e triste solidão
Que, quem sente, sabe que ela existe
Repleta do saber
Que vem depois de tanto a dia amanhecer
Da lição não aprendida
Quando encontra uma pena de anjo
Depois de tanto ir lá
Sem rumo e em vão
E descobrir
Que lá não tinha nada
E que todas as flores secam
Mas nem sempre o espinho precisa ferir
Houvesse alguém pra te dizer
Se eu puder ajudar, me avisa
E te acompanhasse, sob o mesmo guarda-chuva
Regar junto pela vida afora, as mesmas flores
Cultivá-las é como à lição
De misturar a cor da lua à luz do dia
E ver dissipar-se o vapor que colore
O ar da cidade após a tempestade
Olhar o mundo da altura da lua
Só que, dessa vez
Enxergar a verdade
Sem precisar
Esconder-se... atrás da doce loucura
De dizer que o Sol foi lá no fim do dia.
Edson Ricardo Paiva.
Com maturidade se aprende, a tão delicada diferença, entre dar uma rosa em uma mão e cravar-lá seus espinhos.
Nas montanhas serenas do ouro,
Vejo a alma brilhar no barroco,
Cada esquina em Ouro Preto ensina
Que a beleza é também um sufoco.
Nas calçadas de pedra e silêncio,
O passado me sopra lições,
Do café ao congado, é ciência
Que se esconde nas canções.
ESTOU SEMPRE NA GUERRA!
ME ARMANDO COM LIVROS E
ME LIVRANDO DAS ARMAS.
Na viola que chora em São João,
Há um mestre que nunca se apaga,
Com poesia se ergue um sertão
Que a dureza da vida embala.
Sabedoria que brota do chão,
Na lida, no verso, no barro,
É a arte que traça a lição,
De um povo que aprende sem atalho.
ESTOU SEMPRE NA GUERRA!
ME ARMANDO COM LIVROS E
ME LIVRANDO DAS ARMAS.
E quando o mundo ruge sem freio,
Eu respondo com arte e saber,
Com um gole de Minas no peito,
Aprendi que é preciso entender...
Que o mineiro fala baixo e fundo,
Como quem já leu o mundo inteiro,
Entre um café e um segredo
Vai moldando o seu próprio roteiro.
ESTOU SEMPRE NA GUERRA!
ME ARMANDO COM LIVROS E
ME LIVRANDO DAS ARMAS.
Desde de pequeno você aprende!
Comida e água são duas coisas que não devemos negar, ao doarem, não estarão alimentando apenas um vagabundo como muitos vejo dizer, e sim, alimentará os valores de quem ensinastes o verdadeiro valor de dividir... "O pão e a água".
Uma das coisas mais importantes da sua vida, que seria interessante você aprender é:
- Não dê ouvidos as lamentações alheias, dê ouvido ao de "fato problema real". E se não puder resolver, não se envolva com situações que não sejam as suas.
Aprendi a admirar os Fakes, eles são tão inteligentes, entram nas nossas páginas, criam emails, criam outro ser, se tornam atores de sua própria imaginação.
E o mais interessante é que são todos descobertos como tal. "Fakes". - O que seria de nossas vidas sem vocês?
Invasão, mentiras que queremos ouvir, pessoas tão diferentes e tão similares que nos dão um salto a imaginação.
"A solenidade perdida dentro de um copo"
Quando eu vou aprender? -Passei da conta... "Um, dois, três... Um, dois, três drinques", irrevogável ato em se perder, temer?
"Liberdade condicionada em passar vergonha", ato livre de erros e acertos, estou indo em rumo ao chão. - Eu cai mais uma vez, só que dessa vez não me machuquei!
Acabo de me levantar, eu quero ser o motivo da sátira relacionada a boatos sobre a minha pessoa, "pássaro ferido resgatado pela beleza de um candelabro", moído em sensações, suas devassas sentimentalidades ao som de Sia, eu nunca conheci um ser que bebesse esperando a sobriedade, perdida totalmente em esquecimento.
Minhas lágrimas são secas, escorrem pelo meu rosto que esta totalmente molhado, me transformo em outro ser.
Meu estômago conecta-se com a minha cabeça, e de manhã eu percebo o grande desfecho em duvidas... "Será que eu fiz alguma coisa de errado?".
Bang, Bang! Fiz!
"Garotas festeiras não se magoam, não sentem nada" - Quando eu vou aprender?
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Preciso aprender a calar-me quando eu estiver dirigindo. Eu falo sozinha e sou multada por estar ao celular. Desde quando falar sozinha gera multa?
No atual governo de "pobres milionários governantes salafrários"... Sim, falar só e expor os seus pensamentos ao universo gera multa"
"Por favor, cuidem da educação, ela é como a saúde, tem a mesma importância, e vejo tanta gente doente sem instrução"
Eu aprendi a deixar para trás tudo o que já me deixou para trás e estou seguindo o melhor dos caminhos, o meu caminho.
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