Zuccarato Al-Sukkari
EU sou Palestino...a Palestina são aqueles que me antecederam, os meus antepassados.
Eu sou eles, e eles são como eu e todos nós somos Palestinos.
Somos a Resistência.
E os covardes são os invasores
Estadunidenses e Sionistas que desde 1947 atormentam quem só tem as estrelas para contemplar, pois os muros bloqueiam o belo horizonte de Gaza.
Nazi-Sionistas, que querem a terra, que impedem crianças de terem sua infância, então se tornam infantaria de resistência.
Resistimos até nosso sangue escorrer, até vocês nos matarem, mas outros nascerão, por tanto pegue seu plano Nazi-Sionista e vão embora.
Vocês que nunca se fixaram em lugar algum do mundo Árabe, saiam daqui.
Vocês que criaram um livro de mitologia pra dizer que um personagem disse que a terra é de vocês, saiam daqui.
Vocês que foram para a Europa e não se integraram com nenhum outro povo, saiam daqui.
Vocês que quando foram perseguidos na Europa por intolerância e nós os defendemos e salvamos muitos de vocês, saiam daqui.
Saiam daqui e vivam onde quiseres, de menos na nossa terra.
Lá em São Paulo ele nasceu,
Com olhos claros de céu e de mar,
Enquanto o pai em Belo Horizonte
Sonhava em chegar pra poder abraçar.
Os avós atentos, o tempo parou,
Fotos e risos pra acompanhar,
Os irmãozinhos em festa esperavam
O doce menino pra vida adoçar.
Daniel, doce como o açúcar,
Veio ao mundo pra iluminar,
Nosso amor feito mel e ternura,
Nosso tempo de paz pra cantar.
Dos bisavós herdou esse olhar,
Brilho de estrela, cor de luar,
Veio com o vento trazendo esperança,
Pequeno encanto, promessa de dança.
E a sua luz nunca vai se apagar,
Que seus caminhos sejam de sol,
Que a vida cante pra você dançar
Nosso doce menino, um farol
Daniel, doce como o açúcar,
Veio ao mundo pra iluminar,
Nosso amor feito mel e ternura,
Nosso tempo de paz pra cantar
Nas montanhas serenas do ouro,
Vejo a alma brilhar no barroco,
Cada esquina em Ouro Preto ensina
Que a beleza é também um sufoco.
Nas calçadas de pedra e silêncio,
O passado me sopra lições,
Do café ao congado, é ciência
Que se esconde nas canções.
ESTOU SEMPRE NA GUERRA!
ME ARMANDO COM LIVROS E
ME LIVRANDO DAS ARMAS.
Na viola que chora em São João,
Há um mestre que nunca se apaga,
Com poesia se ergue um sertão
Que a dureza da vida embala.
Sabedoria que brota do chão,
Na lida, no verso, no barro,
É a arte que traça a lição,
De um povo que aprende sem atalho.
ESTOU SEMPRE NA GUERRA!
ME ARMANDO COM LIVROS E
ME LIVRANDO DAS ARMAS.
E quando o mundo ruge sem freio,
Eu respondo com arte e saber,
Com um gole de Minas no peito,
Aprendi que é preciso entender...
Que o mineiro fala baixo e fundo,
Como quem já leu o mundo inteiro,
Entre um café e um segredo
Vai moldando o seu próprio roteiro.
ESTOU SEMPRE NA GUERRA!
ME ARMANDO COM LIVROS E
ME LIVRANDO DAS ARMAS.
