Citações de Livros
“A autocrítica excessiva mina nossa capacidade de prosperar, pois cria barreiras internas da falsa perfeição.”
O julgamento excessivo nos impede de enxergar a beleza que já existe em nós. O amor-próprio é um antídoto para esse ritmo frenético.
Para chegar ao topo da montanha é preciso aprender lições que apenas o fundo do poço é capaz de ensinar.
Com o tempo, percebemos que muitas coisas ficaram para trás. O que antes parecia importante hoje se torna insignificante, enquanto as pequenas coisas passam a ser essenciais.
Podemos escravizar o corpo pela força bruta,
mas nuna o espírito.
Existem escravos que são mais livres
que seus senhores.
Não coloques a felicidade nas ilusões do mundo
mas nas verdades espirituais do universo.
Elas te levarão ao estado de felicidade interior
que nada poderá destruir.
Não temas, não temas, audaz covarde! A vida pode parecer uma tragédia de perto, mas de longe é uma comédia.
RECONHECERÁS
Choras em contratempos da vida familiar.
Pensa, porém, nos outros que sofrem sem amigos.
Recorda os mutilados que precisam de apoio.
Medita nos doentes que vagueiam sem teto.
Socorre aos que agonizam nas estradas da noite...
E reconhecerás quanto já és feliz.
PENSA E NOTA
Em tempo algum, não digas que não podes ser útil.
Faze de cada dia um poema de fé.
Podes ser a esperança dos que jazem na angústia.
Uma frase de luz ergue os irmãos caídos.
Terás, quanto quiserdes, a prece que abençoa.
Para espalhar o bem, basta o apoio de Deus.
As impressões digitais
Eu nasci e cresci debaixo das estrelas do Cruzeiro do Sul.
Aonde quer que eu vá, elas me perseguem. Debaixo do Cruzeiro do Sul, cruz de fulgores, vou vivendo as estações de meu destino.
Não tenho nenhum deus. Se tivesse, pediria a ele que não me deixe chegar à morte: ainda não. Falta muito o que andar. Existem luas para as quais ainda não lati e sóis nos quais ainda não me incendiei. Ainda não mergulhei em todos os mares deste mundo, que dizem que são sete, nem em todos os rios do Paraíso, que dizem que são quatro.
Em Montevidéu, existe um menino que explica:
— Eu não quero morrer nunca, porque quero brincar sempre.
p. 267
Quando eu já não estiver, o vento estará, continuará estando.
(O ar e o vento, p. 269)
A ventania
Assovia o vento dentro de mim.
Estou despido. Dono de nada, dono de ninguém, nem mesmo dono de minhas certezas, sou minha cara contra o vento, a contra-vento, e sou o vento que bate em minha cara.
p. 270
No problema existe a semente da solução. É preciso plantar estratégia e muito trabalho. A Fênix que renasce das cinzas nunca seria épica sem um vulcão.
Que saudades sinto daquelas tardes deliciosas, quando sem pressa e sem preocupações eu sentia o deleite do calor do sol aquecendo meu rosto enquanto escrevia versos para o mar, recostada em algumas pedras da costa de Dorsetshire1, sentindo meus pés tocarem a areia branca e macia da praia de Weymouth2, desviando meu olhar do papel apenas para admirar a desconcertante vista marítima na tentativa de encontrar a linha onde o verde finalmente se perdia no azul.
Eu quis dizer a ele que sempre há opções, pois somos livres para realizar as escolhas, porém os caminhos errados, sim, podem limitar nossa liberdade.
