Citações de Filósofos
QUEM SÃO OS MEUS VERDADEIROS MESTRES?
Os meus verdadeiros Mestres são:
1. Espírito Humano:
Constrói e mantém o meu Corpo vivo e faculta Intuições.
2. Jesus Cristo:
Ensinou-me a oração ou comunicação com meu Espírito Humano.
3. Siddartha Gautama:
Ensinou-me a meditação.
4. Lao Tsé:
Ensinou-me a harmonia com meu Espírito Humano e com a Natureza.
5. Sócrates:
Ensinou-me o questionamento e a reflexão crítica.
Os meus verdadeiros Mestres ensinaram-me ainda a Integridade.
Os meus verdadeiros Mestres não são Doutores, por isso, não preciso ser Doutor.
Os meus Mestres Escolares são reais e não verdadeiros!
Não sei mais do que sei
Sei menos do que preciso saber
Sei que nada sei
Não sei tanto, que preciso aprender
A ignorância não se reconhece como tal, pois vive cercada de certezas. A sabedoria, por outro lado, é inquieta, pois conhece o peso de cada dúvida.
“... Dentre aqueles que respeitam o pai, a mãe e os irmãos, são poucos os que realmente desobedecem aos próprios superiores! E ainda não se viu um homem que, não querendo desobedecer aos superiores, provocasse desordem. Para o senhor, tudo isso é fundamental: de fato, é a partir disso que nasceu a ‘norma’. O respeito para com os pais e os irmãos é à base da superioridade...!”
Acaso na própria arte há qualquer defeito e cada arte precisa de outra arte que procure o que lhe é útil, e esta, por sua vez, de outra, e assim até o infinito?
Um nascer! Um crescer! Um se esmagar! Um não se completar e morrer! Assim! Por tão pouco ou quase nada... Seria totalmente absurdo!
Nada vive, que fosse digno de tuas emoções, e a Terra não merece um só suspiro. Dor e tédio é o nosso ser e o mundo é lodo - nada mais. Aquieta-te
"Se acreditamos que a cultura deve ter uma utilidade, logo começamos a confundir a utilidade com a cultura."
(...) Na maturidade da vida e da razão, sobrevém ao indivíduo o sentimento de que seu pai errou ao gerá-lo.
Acaso sereis suficientemente filósofos para me fazer esta objeção? (...)
Escolhei a BOA solidão, a solidão livre, frívola e ligeira, aquela que vos dá o direito de permanecerdes bons, num sentido qualquer(...)
O cinismo é a única forma sob a qual as almas torpes tocam ao de leve no que se chama sinceridade. O homem superior deve apurar o ouvido perante qualquer variante do cinismo, felicitar-se de cada vez que ouve IDIOTICES do FARSANTE despudorado ou do sátiro científico (...)
Para um homem dotado de profundo pudor, os destinos e as decisões delicadas escolhem caminhos por onde poucos transitaram e de cuja existência nem os seus mais íntimos confidentes devem ter conhecimento(...)
Devemos livrar-nos do mal gosto de querermos estar de acordo com muitos(...)
Aquilo que pode ser comum tem sempre pouco valor. Em última instância tudo deve ser como é e sempre foi. As coisas grandes estão reservadas para os grandes, os abismos para os profundos, as delicadezas e os arrepios para as almas delicadas e, de um modo geral, tudo o que seja raro, para os raros.
165. Da felicidade da renúncia -
Aquele que renuncia absolutamente a uma coisa e por muito tempo, se porventura volta a encontrar, quase acredita que a descobriu; e qual não é a felicidade do homem que descobre! Sejamos mais sábios do que a serpente, que fica tempo demais exposta ao sol - ( Friedrich Nietzsche - in Gaia ciência)
E a cada minuto que passa
Palavras, mentiras expostas no ar
Te vejo às traças
Seus disfarces mentem sem ter onde chegar
