Citações
A esmagadora maioria dos seus problemas nasce de um único ser. Conhecê-lo é compreender grande parte deles. E, para encontrá-lo, basta olhar para um espelho.
Fanatismo e extremismo são a essência do radicalismo! Acreditar é realizar! Sou um ser consciente, não inconsequente!
Acredite em si mesmo e na sua essência.
E não dê explicações para aqueles...
Que já optaram por te julgar!
Eles não sabem do seu esforço.
Rita Simões
Felizes são os que semeiam a bondade.
E pintam a vida com as cores da esperança
e do amor.
Rita Simões
Em um relacionamento, reciprocidade também é aceitar para si o mesmo peso das cobranças que se coloca sobre o outro. Quem exige compreensão, transparência e respeito precisa estar disposto a oferecê-los na mesma medida.
Para quem não sabe... Lázaro é considerado o mártir dos pobres, mendigos e injustiçados socialmente. Leproso, apenas os cães de rua o acompanhavam. Sua história é marcada pela extrema pobreza, servidão e humildade, além de sua imensa FÉ inabalável e sua luta pelos mais necessitados e esquecidos pela sociedade.
... E me proteja de todo o mal...
A ATITUDE é o reflexo de uma pessoa.
Nós moldamos nossas próprias vidas.
Acredite em si mesmo!
Espere sucesso, você terá sucesso!
Torne-se primeiro aquilo que você vai alcançar!…
Nós, Humanos somos ínfimos a nível de intelecto, uns mosquitinhos indigestos que se julgam senhores do universo, agentes de sabedoria vazia.
Há uma evidência científica onde os voluntários da inutilidade consideram que recebem sempre muito pouco.
A juventude é apenas ansiedade. Igualmente quando você não consegue esperar um açúcar derreter no café.
Você se reconhece neste circo espiritual? V
A criança do LSD
A criança LSD acredita que ele é o filho preferido do universo. Ele não sabe como ganhar dinheiro e passa a maior parte de sua vida cósmica no festival.
A criança LSD está disposta a ingerir qualquer substância, desde que seja natural (LSD em uma exceção). Ele acha que qualquer coisa da mamãe terra é saudável e bom para você, aparentemente ele nunca ouviu falar de veneno.
Os autoproclamados ativistas do teclado / teóricos da conspiração estão tão acordados que não conseguem nem falar com o decibel médio da fala humana, gritam e usam letras maiúsculas para acordar as ovelhas. É mais eficiente.
Eles sofrem de grande grandiosidade e seu líder escolhido são os “Trunph´s da vida”.
Eles costumam beber chá, jogadores de quarto, pois ganham seu “dinheiro” com o comércio de criptomoedas ou assim farão um dia.
Eles começam a maioria das postagens com um “alerta de gatilho” e sofrem de paranoia aguda, seus pronomes usados com frequência são “eles” e “eles” e adoram usar a palavra “soberano”.
O Espiritual Não Espiritual
Esses são os zangados. Para eles, a transcendência é um desvio espiritual e a auto responsabilidade é a vergonha da vítima.
O Espiritual não Espiritual foi desiludido por um Guru em um ashram na Índia quando confundiram o ensinamento com o professor. O espiritual não-espiritual não suporta a visão de uma alegria e confunde rabugice com firmeza.
Posso ou não ter mergulhado o dedo do pé em um desses arquétipos. Tudo bem brincar de esconde-esconde com a gente sob a roupagem desses personagens, desde que não nos identifiquemos com nossos pontos de vista e ideias, desde que saibamos que é um circo e que somos apenas palhaços.
Desde que não nos esqueçamos de rir.
“O mais esperto de todos é o homem que se diz tolo pelo menos uma vez por mês.” (fim)
Houve um tempo em que ele acreditava que pisaria num foguete. Não porque gostasse de ciência. Porque toda criança precisa inventar um céu onde a vida pareça valer a pena. O foguete nunca foi um veículo. Era uma mentira bonita. Daquelas que se contam para não perceber cedo demais que o mundo costuma distribuir mais boletos do que milagres.
Depois vieram os quarenta.
A idade em que o espelho deixa de fazer gentilezas.
Ali ficou claro que nenhum foguete pisaria o quintal daquela casa. Restou o café frio, os bares de luz amarela, algumas mulheres que passaram como chuva de verão e amigos que aprenderam a sorrir para fotografias enquanto enterravam silenciosamente a própria fome de existir. Ele ainda procurava alguma coisa. Não sabia o nome. Chamava de sentido porque qualquer palavra menor pareceria covardia.
Agora vieram os sessenta e dois.
A essa altura, não dói apenas o corpo. Doem as expectativas que sobreviveram tempo demais.
Os dias se parecem com copos vazios esperando por uma bebida que nunca chega. Não é exatamente tristeza. É um cansaço antigo. Um animal velho dormindo no peito.
Às vezes, observa uma folha cair da árvore.
E sente um impulso ridículo de colocá-la de volta no galho.
Como quem pudesse devolver um casamento ao começo, uma amizade ao primeiro abraço, um pai à juventude, um amor ao instante em que ainda não conhecia a despedida.
Mas folhas não voltam.
Nem pessoas.
Nem o tempo.
Todo mundo merece um dia melhor, pensa ele. O problema é que ninguém ensina o caminho. Ensinam a produzir, competir, acumular, parecer feliz. Nunca a existir.
Durante muitos anos procurou sua rainha da beleza.
Não a mulher das revistas.
Essa morre quando a maquiagem encontra a primeira lágrima.
A rainha que procurava tinha outra anatomia. Beleza sentimental. Inteligência que abraça sem tocar. Capacidade de permanecer em silêncio sem transformar o silêncio em distância. Uma mulher cuja alma não estivesse à venda por curtidas, status ou conveniências.
Ainda procura.
Talvez ela também esteja perdida em algum balcão de bar, fingindo que o gelo do copo basta para resfriar a solidão.
Olha para antigos amigos.
Todos parecem brilhar.
Casas maiores.
Carros melhores.
Viagens.
Sorrisos impecáveis.
Mas ele já não acredita tanto na luz.
Aprendeu que existe um sol artificial iluminando a terra da normalização.
Lá, o verbo ser foi lentamente assassinado pelo verbo ter.
As pessoas compram identidades em prestações.
Vendem a própria autenticidade em troca de aprovação.
Sorriem como quem cumpre expediente.
Abraçam como quem assina um contrato.
A empatia virou artigo de luxo.
A delicadeza, uma excentricidade.
A verdade, inconveniente.
Talvez seja por isso que se sinta preso numa bolha.
De um lado, o mundo do faz de conta.
Do outro, um mundo real que quase ninguém parece querer habitar.
Nesse lugar antigo, os valores ainda tinham peso. A palavra ainda valia mais que uma assinatura. O afeto não precisava produzir conteúdo. A dor podia existir sem virar espetáculo.
Talvez o erro nunca tenha sido do mundo.
Talvez tenha sido nascer acreditando que honestidade seria suficiente.
Ainda assim, todas as manhãs ele acende um cigarro imaginário para conversar com as próprias ruínas. Serve um copo como quem brinda aos mortos, aos amores que não vieram, aos sonhos que explodiram antes da decolagem.
E continua vivo.
Não porque espere um foguete.
Nem porque a felicidade esteja logo ali na esquina.
Continua vivo porque existe uma estranha dignidade em permanecer inteiro quando tudo ao redor insiste em ensinar a arte de apodrecer por dentro.
Talvez seja isso envelhecer.
Descobrir que o mundo nunca prometeu salvação.
E, mesmo assim, recusar-se a chamar de vida essa enorme coleção de sorrisos emprestados
“Há encontros que parecem acaso, mas deixam na alma a sensação estranha de que já eram esperados.”
— Juliana Hoffmann Liska
“Eu desconfio das almas que nunca conheceram a própria escuridão; talvez elas ainda não tenham descoberto a profundidade da própria luz.”
— Juliana Hoffmann Liska
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