Cinzas
" Nas cinzas "
Sois o calor, que ainda com a distância me queima
Es a penumbra que cobre os autos e
Vastos campos .
Em meus impróprios pensamentos
Neblina negra , mais bonita que as
Tempestuosas cerejeiras
Doce , amargo , ácido , maldita,
Na minha cega incerteza
Fuja de mim borboleta
Se esconda dos meus olhos
Que incapazes fazem o trajeto Proibido
Seguindo tua beleza
Ouça o meu sussurro que clama.
Fuja de mim borboleta...
O que perdi em meio às chamas intensas da vida,
Reencontro nas cinzas da experiência.
Mero Pensador..
Dia frio,
um cigarro de bom gosto,
com cinzas
tão bonitas
que invejavam
as do morto.
Tragou a morte,
por sempre tossir
com a vida.
Foi jogado
ao mar,
onde há
poesia.
A força não vem do que podemos fazer, mas de superar o que pensamos que não podemos.Nas cinzas da adversidade, renasce a esperança. A alma que se levanta, jamais será vencida.A vida nos molda, mas somos nós quem escolhemos a forma. Escolha ser forte.
Rosinei Nascimento Alves
Ótima semana!
Deus abençoe sempre 🙏🏾
Tenhamos fé!
"Cinzas"
Faz tempo , faz tanto tempo
Que a beleza não habita em mim
Tanto tempo
Que os meus olhos não reflete os seus
Nesse caos que perpétua a minha travessia
Nessa réplica imperfeita
Quem roubara de mim
Quem sos-tes tão imprudente
Em cada linha em cada brilho seu
Dois passos ate-de te
Sois perfeita para mim
Contém a petulância divina da lua
E sua relutância em ser vista como és
Minha aurora das estrelas
Minhas palavras perderam o valor
O calor, o sabor , sem te sem ar, sem respirar
Quanto desequilíbrio cabe em mim
Sua , sussurrei paras as estrelas
Sua , sua...
A alegria que Jesus proporciona, não acaba na quarta-feira de cinzas, porque ela não depende de meios externos e passageiros para existir. Ela é fruto do Espírito Santo, a terceira pessoa da Trindade, morando em nossas vidas.
Creia e experimente!
"Quarta-feira de cinzas!
Sexta-feira Santa!
Não se come carne.
E a única galinha do terreiro
Está na menopausa!"
Rogério Pacheco
Poema; Chute no saco
Livro: Vermelho Navalha - 2023
Teófilo Otoni/MG
Algumas páginas do passado eu já queimei,as cinzas só eu sei onde joguei,as cenas vividas somente eu posso vê-las.
Eu virei poeta por você
E você, virou poesia
E agora você é, somente pó
Só restam as cinzas
De uma chama que se apagou
Que se afundou
Em lágrimas
E hoje, me sinto só
Mas já sabia que iria
Sabia o que estava a mercê
Amarilis-do-Cerrado resnasceu das cinzas, em fins de setembro, após intensos incêndios. O nome deveria ser "Esperança". O homem, por cega ganância, tem destruído o bem maior dado por Deus, a natureza. Então, apesar do chão sofrido e destruído pelo calor, a vida renasce! Podemos ir, mas a natureza vai continuar.
#bysissym
Casa de meu pai e cinzas
*
Adentro a casa habitada por meu pai desde menina
- agora espírito!
Estranho a sua ausência...
Onde está o ser vivo
de matéria carbonada de infinitos?
*
Dos céus, estrelas caem, cadentes,
sobre minha existência.
Deixam-me a pensar na vida:
__ Como pode, aquele ser,matéria viva,
ser hoje, espalhadas cinzas?
*
Enfim, a madrugada finda...
*
2024
Nos dias cinzas, há uma profundidade silenciosa, uma sabedoria oculta onde olhos carnais, cegos à sua essência, não percebem que, sob a superfície do desespero, um vibrante colorido aguarda. Esses ensinamentos, sutis como a brisa, ensinam que a vida não se limita ao que se vê e no vazio, encontramos um espaço para refletir, e nos tomamos ainda mais ricos em entendimentos que transcendem a paleta visível.
*Ventos em Alvorada*
O lápis ecoa a voz e as cinzas, dos seres que perecem
Desenhando no vazio do papel
A dor, o fim, o que desvanece
Os troncos tombam, as florestas sucumbem
Enquanto a multidão, no louco sonho da ilusão
Em vestes passageiras, vagueia sem direção
Surda ao grito da natureza
Cega ao esplendor das cores da vida
E ao sussurro dos ventos em alvorada
A multidão segue em sua jornada vazia
Sem notar a grandeza que se esvai a cada dia
Ignorando o clamor das árvores em agonia
E o lamento dos rios em sua melancolia.
Clarão de certezas,
Os dias passados são cinzas,
E hoje a fagulha insiste em olhar pra mim e dizer,
Queime,
Gotas cinzas,
Nesta tarde ordinária,
Escrevem no espaço,
Entre chão e céu,
Um instante,
Cinzento molhado,
