Cidadania e Qualidade de Vida
A cultura no seculo XXI desempenha em si o igual papel da educação do século passado mas aliada com as novas tecnologias digitais, exerce a função original com uma maior amplitude e ao mesmo tempo e movimento deriva se de forma fácil e ágil no importante caminho de fortalecimento da identidade e da ativa cidadania. Pilares primais de uma renovada sociedade mais justa, soberana e livre.
A cultura como plataforma de educação, identidade e inclusão resultará na mais forte corrente de votos para o governo cultural no exercício e fortalecimento das políticas culturais nacionais de cidadania.
A Cultura enquanto produção simbólica deve focar a valorização da diversidade das expressões e dos valores culturais;enquanto direito de cidadania,universalizar o acesso e as ações de inclusão social, e na vertente da economia, atuar na geração de emprego e de renda, no fortalecimento de cadeias produtivas e na regulamentação da produção cultural e nos direitos autorais,considerando as especificidades e valores simbólicos dos bens culturais.
O cidadão ético é aquele que respeita o meio em que vive sem excluir a quebra de regras, desde que a sua ação não cause danos a terceiros.
A solução para encontrar novos rumos e novos caminhos nas atmosferas da Arte e da Cultura, seria buscar, incentivar e promover ativismo na cidadania cultural de cima para baixo na grande piramide da diversidade criativa brasileira.
"Educar não é um simples ato de transferência de conhecimento, antes é o ato de oportunizar o desenvolvimento do educando, preparando-o para o livre exercício da cidadania."
Uma das melhores maneiras de mudar o mundo para melhor é mostrar as pessoas como elas podem se ajudar
Todo o projeto artístico e cultural co-patrocinado pelo estado democrático na isenção fiscal deveria ter como obrigatoriedade a contra partida da educação, da cidadania plural e da identidade cívica nacional.
Você pode dançar indigenamente ao redor de uma garrafa de Ciroc, Old Parr, Dom Perignon e outros totens sociais etílicos ao som de sua cacofonia preferida, fazendo selfs se sua miséria velada, sem se dar conta que tem gente que mal tem a água de um barreiro para cozinhar o que resta de meia porção de arroz para três pessoas e nada mais. E a única canção é a aquela, à capela, do desabafo sofrido do coração, mediante a voz impotente e embargada, onde o único amparo e força é a fé em Deus, mas a fome não da trégua e literalmente dói. Você pode chamar de esmola aquela “bolsa do governo”, daquilo que considera pouco, ao tempo que esnoba (direta ou indiretamente), chamando de vagabundo aquele em que a fome literalmente machuca em todos os sentidos morais e emocionais. Entendo, também não sei o que é fome, assim como alguns não sabem o que signifique o termo "literalmente". Mas, como diria Mino, certo cartunista cearense: "há quem jogue caviar no lixo e há quem no lixo procure um pedaço de pão".
"Somos absolutistas anacrônicos. Vivemos sempre sob o regime do favor, dos privilégios, da não república".
"Brasil é um país oligárquico, nele os partidos também se organizam de maneira oligárquica, defendendo, sobretudo, os interesses dos chefes de famílias poderosas ou dos ajuntamentos dirigentes regionais. Aqui o programa serve apenas para legalizar a legenda junto à justiça eleitoral e nada mais. Os oligarcas (ou sua família) são longevos no poder."
"O antigo programa partidário do petismo deveria ter sido mudado, com a militância, após a Carta aos Brasileiros."
"O Brasil se coaduna com tal lado do poder absoluto: nele, valores não contam, apenas poder e dinheiro. E privilégios".
