Chuva
Quando você nasceu, eu conheci o maior amor dessa vida. Na chuva ou no sol, no calor ou no frio, cansado ou cheio de energia, eu sempre darei o meu melhor por você, filho. Papai te ama!
A chuva lá fora e nós dois aqui lendo embaixo do cobertor com uma xícara de café na mão. Tem coisa melhor?
Na noite fria a chuva vem, e junto com ela vem o frio da neblina, e na varanda sentada estou.
Imaginando como seria bom os nossos corpos entrelaçados no calor do desejo, aproveitando o frio da noite.
Foi assim numa noite fria,
a chuva caia lá fora,
e eu deitado na rede da varanda, e o pensamento em você estava, e você nem imaginava que eu ali estava. jsl
Quando amanhece chovendo
O galo canta molhado
lá fora o tempo fechado
com chuva raio e trovão,
me pego na oração para
agradecer mais um dia
e a Deus pedir valentia
para enfrentar esse mundão.
Agora eu só ouço a chuva estou com frio debaixo do meu cobertor
Nossa que relâmpago incandescente
Lavem ele de novo... meu Deus a casa tremeu toda ao som desse trovão. já é tarde preciso dormir pensando nela e no imenso vazio do será..??
"Você não precisa temer as tempestades,pois Deus é o Autor das nuvens,da chuva,do sol e tem as leis da natureza subordinadas a Ele.É só uma questão de tempo para a tormenta passar(Wesley Kennedy)."
A Chuva
Pequeno mundo lacrimejava
O medo engolia todo a esfera viva
Se proclamando, a ele pertencia
Declarando em digníssima melancolia
O seu vislumbre especial
Um profuso breu espectral
Atacava o solo em gotas
Apaticamente me envolvia
Cobertor de rara alegria
No ritmo lento, sua forma distinguia
Íntima se fazia, pois nunca fugia
Mas de nuvens não vieram
Estranhamente, do além pertencia
A incerta escuridão
Parte a parte consumia
Seu choro mudo ouvia-se em sinfonia
Perdão disfarçado em falsa alegria.
Eu, o mártir da nova sintonia
Com seu plano colaboraria
Em prol do fim
Ao contraste do intenso apertar
Destravei a porta que não deveria
Compondo as palavras sem nenhuma harmonia
Do seco ao molhado, inspirando antipatia
Sufocante sentimento que não produz folia
Desvanecendo na tranquila e doce melancolia
A chuva não me abandonaria.
Mesmo que você sintas as gostas da chuva no teu rosto mesmo que sinta uma brisa suave no teu delicado rosto mesmo que sinta um vento forte passar pelo seu pescoço lhe fazendo arrepiar dos pés ao pescoço não tema nem sinta remorso pois as gostas são as lágrimas do meu coração e a brisa são o encontro suave dos meus lábios aos teus e o vento forte e o meu amor que castigado com a distância viajou de carona com o vento para te abraçar e nunca mais te deixar pois sem o teu amor eu estou morrendo de tanto te desejar pois para sempre só quero te amar
Rouxinol
Bondade toda essa chuva lembrar você
Rios de afetos caindo do oceano do céu.
Um respirar terno pensamentos solto
Necessariamente ser o broto desse dia.
Avançar com seu rosto e com seu sol!
Penhasco de rouxinol a cantar
Esticando as belezas das coisas
Rimando o voou e os sonhos
Eternizando seu cheiro no ar
Indicando os pontos que se pode tocar
Riscando uma afetuosa poesia para assim
Alegrar seu seus riso, mundo e paraíso.
Beneficiar todos os recantos da alma.
Orvalho da manhã que correr pelas ruas...
Rastando o tempo e as águas tão profunda,
Gentilmente para levar vida aos acordados
Esperançados de amar ser livre e namorar.
Será no silêncio a calma, alegria e a alma!
Mulher que brinca na chuva que canta que chora, sorriso espontâneo, que adora amar, atrevida sapeca as vezes menina as vezes mulher... sabe provocar com esse seu ar de que não está nem ai, más não me deixa em paz um segundo já querendo amar. Felicidade tem nome e é você que eu chamo. c.m.
Dou glórias pela chuva que molha a terra. Que faz brotar o fruto da vide e da macieira... Mas, Senhor! Olhai pelo povo sem eira e nem beira, que vive de Petrópolis à Madureira.
SAUDADE AJOELHADA
Cá, sob este chão de superfície rude
de pouca chuva, seco, natal morada
meu eu, jaz pra sempre em plenitude
a causa da minha narrativa poetada
Fora-se-me nostálgico a cada parada
e, vãos, os sonhos da terna juventude
aqui, pelas calçadas, firme e devotada
lembranças, de um tempo de virtude
Repousa, cá, em paz sob este sertão
emoções, as recordações, do genuíno
sentimento... suspirados do coração!
E, cada sensação sentida, sussurrada
da alma, mescla com o dobre do sino
da Matriz, pondo a saudade ajoelhada...
© Luciano Spagnol – poeta do cerrado
03 abril, 2021, 13’58” – Araguari, MG
Se você fosse uma tempestade, eu me deitaria e descansaria na sua chuva. Se você fosse um rio, beberia de suas correntes. Se você fosse um poema, eu nunca deixaria de ler você. Eu adoro a garota que você era e amo a mulher que você se tornou.
Uma chuva fria desse jeito..
concede meu desejo..
de provar teu beijo..
De ser seu espelho...
De adimirar seu corpo inteiro...
O amor é chuva que lava alma, e uma vez molhado, você não tem medo de pisar nas poças do caminho, é até divertido.
" Seja forte como a árvore , vem o sol, a chuva, o vento, o dia e a noite, e ela sempre ali firmada na rocha ".
Sermos gratos nós devemos, seja o dia de aridez ou de chuva de maná/Gratidão pela higidez, pelo o que se come e pelo o que se comerá/Oar que nos rodeia e a luz para as retinas, Ele é quem dá
