Choro sem Motivos
Choro de mãe
O choro da mãe inspira sentimento
Afaga as lágrimas sempre que precisa
Desespera-se com a dor todo momento
Das atitudes de sua cria sempre evasiva
Quando se inclina para a coisa ilícita
O caminho torna-se de muito movimento
O choro da mãe inspira sentimento
Afaga as lágrimas sempre que precisa
Seu filho acalentado ao vento
Quando não dá a esperada alegria
Parece que foi jogado ao relento
Leva sua mãe a uma enorme empatia
O choro da mãe inspira sentimento
Eu choro
Meu coracao esta partido
Acabei de ser abandonado
Logo quando mais precisei
Eu choro
Pois a decepcao e enorme
Sinto-me fraco, triste e desolado
E e dificil seguir em frente
Eu choro
Pois diminui a minha dor
Tao profunda e forte
De sensacao de traicao
Eu choro
Na esperanca de ser feliz
So o futuro o dira
Mas por agora eu choro
A mortalha nos é imposto desde o primeiro suspiro de vida
O choro que se agita cai sobre a face até então resguardado pelo ventre de sua mãe.
E torna-se único...pronto...
E então a vida o consome através das subjetividades que a compõem e os turbilhões de sentimentos que nos segue.
E muitas são as vezes em que se segura o choro, sorri, finge que está tudo bem. Mas chega uma hora, como agora, em que o que mais se quer é ter um ombro, pra encostar a cabeça e aliviar de tudo. Sabe, aquele peso, que só as lágrimas melhoram? E cada gota que escorre no rosto, a gente diz baixinho: “vai ficar tudo bem!”
Se seus olhos penetram a invadir-me...
Tempestades de sentimentos caem sobre mim...
Como choro... Regurgitadas...
Se seu coração bombardeia a fuzilar-me...
Emoções caem inquietas sobre mim...
Não há nada q possa fazer...
Não há lugar q possa correr...
Não sou uma garota incrível, porque eu choro quando estou com medo e nem sempre consigo conter minha raiva. Tenho ciúmes e muito menos, tenho uma pele de ceda ou um olhar de cetim, me perdói se não consigo ser uma Barbie.
Seus olhos estão ardendo, ner? E não é fumaça, poeira nem problema de vista. É choro preso, ner? Eu sei!
Esclareço dúvidas, percebo mudanças, choro com músicas, sinto-me feliz com a dança, sei enxergar o seu sorriso, vejo o lápis de olho novo, digo sem medo que estou perdidamente apaixonado por você, quando sua maquiagem está um pouco forte digo, a cada esmalte novo um elogio diferente, cada perfume novo, uma atitude diferente, se quiser canto, massageio, e ai você se pergunta, será que eu te mereço?
Eu respondo-te,
Não adiante me procurar, Eu não Existo
Teatro
As cortinas abrem (...)
Meus olhos!
Bem vindo ao espaço
do choro e do riso: Teatro!
O palco.
Sinto a força que sai
de dentro de mim:
O encontro com a multidão
de um só!
As luzes, as cores, os sons.
Minha voz!
Aqui eu morro, vivo e revivo.
Eu sou, depois não sou:
O teatro me invade.
Só quando as luzes se apagam,
depois do som do aplauso,
eu desperto: foi um sonho!
Sonhos, quero tê-los, e tê-los,
sempre!
Fronteira
Sou menina quando choro.
Sou mulher quando provoco.
Sou menina quando sinto coisas que não sei explicar.
Sou mulher quando assumo o que sinto.
Sou menina a noite na cama imaginando mil coisas e mil sonhos.
Sou mulher realizando tudo que sonhei e imaginei.
Sou menina quando sinto meu coração.
Sou mulher quando escuto a minha razão.
Sou menina por que carrego no olhar a meiguice.
Sou mulher por que carrego neste mesmo olhar um poder avassalador.
Sou menina a cantar versos de musicas que me fazem bem...
Sou mulher, só por que sou mulher.
Entre a menina e a mulher, eu prefiro as duas, para viver entre a fronteira da magia e da realidade.
Por enquanto que as lágrimas são de vida, está tudo certo e belo. Não há choro apenas de tristeza. Choro é vida, é sentimento, é banho da alma. De dentro pra fora a partir do fora. Que seja um fora de amor, um fora de hora, um fora qualquer. Mas que seja dentro, que toque a pele, que estremeça o corpo, que faça lavar. Que seja sempre de viver e não se faça secar com a morte.
Quando o choro para de molhar e o Sol do seu sorriso nasce, um lindo arco-íris vem pintar a sua face
O choro já apagou a chama, mas seu adeus ainda ecoa no meu ouvido, assim como o coração de quem não ama, que só bate para não ser esquecido
Por que eu choro?
Porque eu te amo e não aguento mais um dia sem você. Porque seu desinteresse dói lá no fundinho. Porque eu sinto falta de tudo que nós vivemos, sinto falta dos seus carinhos, seus beijos, sinto falta do jeito como me tratava. Porque você me trata mal, porque você não tá nem aí pra mim, porque eu passo o dia me perguntando como você está, porque dói saber que você fica com outras, que você faz outra menina sentir tudo que eu sinto. Porque eu estou cansada de te amar e não poder demonstrar, to cansada de tentar te mostrar que sinto a sua falta e só levar patada, corte. Porque eu cansei de fingir que é passado, que eu não to nem ai. Porque eu odeio a incerteza, odeio sua indiferença. Porque eu te amo. Mas não é nada, não se preocupa. Já passa.
