Chora
JUDAS BRASILEIROS
O povo chora
enquanto zombam os governantes...
Culpa de suas escolhas?
Como escolher entre o menos pior
numa ciranda de ladrões
corrompendo com palavras
mentiras que tem o propósito
levar milhões de pessoas
ao fundo da decadência?
Uma comadre fala para outra
o peso da sua dor
o fardo que não aguenta mais
e que não pára de aumentar
levando embora suas esperanças.
E o Judas sao mesmo brasileiros
contaminando todas as estruturas
com a podridão de seus aliados
mas que não trocou por trinta moedas
e sim por milhões , bilhões
vendendo todo nosso Brasil
para um domínio muito louco.
Enquanto se apresentam como ovelhas
esses lobos vao devorando tudo
fazendo até mesmo o próprio diabo
achar-se menor nas suas artimanhas
numa caldeira de corrupções
derramando o sangue do povo brasileiro
jogando água fervendo nas suas vidas.
Com seus instintos maléficos
pronunciam palavras nos palanques
anunciando novas mudanças...
querendo levar todos acreditarem
que fizeram um caminho celestial
enquanto todos sentem na pele
as brasas e o fogo infernal.
Pobre Brasil !
Que por tamanha riqueza
é destruido por uma minoria
ludibriado pelos traidores da nação
Os verdadeiros judas brasileiros!
AUTOR - JOÃO BATISTA BARBOSA
MIMOSO DO SUL - ES
CORAÇÃO QUE CHORA!
A lua me disse para não sofrer
Pois temia que desse jeito Eu dela pudesse esquecer
Depois, cheia de encantos me seduziu
Levando-me a caminhos tão claros e belos
A lua falou baixinho nos meus ouvidos
Que não ligasse que por vezes não pudesse vê-la
Ela estava sondando novos espaços
Para ressurgir cada vez com um novo brilho
Ela me falou, que por ironia
Em certos instantes se mostrava minguante
Como a desejar esconder-se em partes
Para que eu assim encontrasse nela
Mistérios e não pecaminosos segredos
A lua fez meu rosto pratear sua beleza
E pude sentir seu intenso desejo
Com o meu espírito em chamas
A lua falou de todo seu amor por mim
E eu falei pra lua de todo meu amor por ela.
João Batista Barbosa
Bom Dia!
Todos os dias ha muitos compromissos, por isso quando cair não ficai ai no chão chorando lente sacode a poeira e de a volta por cima 🌹🌹
Mãe é toda aquela que acolhe, acalenta, chora baixinho, cuida, acompanha e mesmo calada otimista se revela sempre com um farto sorriso de esperança, nos revelando que no fundo, tudo vai dar certo, sem entender nem o fim e nem o começo, mas tentando aprender no exercício do amor, todas as novas mudanças, as opções de escolhas e os diferentes comportamentos contemporâneos de seus filhos e filhas.
'CORAÇÃO QUE CHORA'
Queria que a noite me falasse,
Dizendo-me onde te encontrar,
Que teu amor me abraçasse,
Como água doce abraça o mar.
Já não ouço sua voz a me chamar,
Mas, no profundo, no meu interior,
Até na eternidade eu irei te amar,
Imensamente com todo fervor.
Às vezes me pego a perguntar:
Onde foi parar nosso amor ?
Eu aqui... e onde você está ?
Que foi embora e não voltou.
Assim Rege dentro desse triste peito,
A solidão de um coração que chora,
Ao acordar sozinha no meu frio leito,
Recordando o dia que foste embora
Maria Francisca Leite
Direitos Autorais Reservados Sob a Lei -9.610/98
REGISTRO N° 122958067065
Esconde o rosto no meu peito e chora aquele choro entalado que você engole todo dia para os outros não verem que você está sangrando por dentro. Você passou tanto tempo sendo o porto seguro de todo mundo que esqueceu que também tem o direito de desabar; deixa eu segurar o teu mundo um pouquinho, porque a tua dor não te faz fraca, ela só prova o tamanho da força que você teve que ter até aqui.
Dizem que homem que chora não é homem de verdade, mas é mentira; o fraco finge que é de pedra e quebra por dentro, o de verdade chora, esvazia o peso do peito e volta pro jogo mais forte.
Poema senhora.
Poesia agora.
Sem hora!
Poesia chora.
Senhora!
Poesia brinca.
Finca!
Poesia adoça.
Choca!
Poesia torta.
Entorta!
A espada finca.
Sem norma.
A vida sempre nos mostra os dois lados da moeda: o de quem machuca e o de quem chora. A dor que causamos no outro sempre dá um jeito de ecoar de volta na nossa própria paz.
13 de Outubro #DiaDoEscritor
O poeta quando nasce
não chora como todos
os recém-nascidos...
Ele/Ela declama sem saber
o seu primeiro verso...
@MiriamDaCosta
O poeta quando nasce
não chora como todos
os recém-nascidos...
Declama sem saber
o seu primeiro verso.
Pru quê tu chora? Pru quê? Hem?
Pru quê teu peito saluça
E o coração se debruça nos abismos do sofrê?
Tu pode me arrespondê?
Pru que tua arma suzinha
Pela estrada caminha sem alegria mais tê?
Pru quê teus óio num vê
E o coração não iscuita
No sacrifício da luta esse convite a vive?
Eu te pregunto, pru quê?
Pru quê que os pé já sangrando
Continua caminhando pela estrada do sofrê?
Pru quê tua boca só fala
As coisa triste da vida
Que muitas vez esquecida dentro do peito se cala?
Quando o amô prefume exala
Pru quê tu mata a semente
Dessa alegria inocente que no seu sono se embala?
Pru quê que teu coração
É como um baú trancado
E dentro dele guardado só desespero e aflição?
Pru quê num faz, meu irmão
Uma limpeza lá dentro
Varrendo com pensamento os espinho da mardição?
Pru quê tu veve agarrado
Nas asas desse caixão
Que carrega assombração desse defunto passado?
Hem? Se tu já veve cansado
Enterra todo o tormento
Na cova do esquecimento pra nunca mais se lembrá?
Dispois disso vem mais eu
Vem ouvi pelas estrada
O canto da passarada que em seu peito emudeceu
Escuita a voz das cascata
Cheira o prefume das mata
Olha os campo, tudo é teu
Aprende com os passarinho
Que só tem voz pra cantá
Com o sór que nasce cedinho e vem teu frio esquentá
Óia as estrela, o luá
Mas antes de tu querê isso tudo arrecebê
Aprende primeiro a dá
Deus sempre ouve suas orações, até mesmo aquelas que você nada diz, só chora.
Ele continua fazendo milagres todos os dias.
Creia, aquele pedido guardado em seu coração, será atendido, muito breve.
Amém!
Gyomei — A Montanha que Chora
Autor: James Richard Ferreira Pantoja
Pseudônimo: KANGAL
Silencioso, ele ora e faz sua prece,
Enquanto a noite se prepara para o fim;
Seus olhos, que não veem a luz, choram sempre,
Mas sua alma permanece firme assim,
Como uma montanha que não conhece o fim.
A Respiração da Pedra desperta em seus braços,
E o chão parece estremecer sob seus pés;
Corrente e machado rasgam o silêncio,
Cada golpe revela a força que ele é,
E até a própria terra se curva à sua fé.
Não luta por glória, tampouco por vingança,
Luta por aqueles que não podem lutar;
Carrega os mortos dentro da memória,
E transforma a dor em força para proteger e guiar,
Mesmo quando a esperança começa a faltar.
Diante dos demônios, ele permanece imóvel,
Como um rochedo enfrentando a tempestade;
Sua força não nasceu somente dos músculos,
Mas da fé construída sobre a adversidade,
E de um coração maior que sua própria força.
Quando a batalha finalmente chegar ao fim,
Talvez seu corpo rígido encontre o merecido descanso;
Mas enquanto houver alguém precisando de proteção,
A memória de Gyomei permanecerá como um templo,
Pois algumas montanhas não ruem — nem o tempo as pode corroer.
© 2026 James Richard Ferreira Pantoja — Pseudônimo KANGAL. Todos os direitos autorais reservados.
Nômade
A vida passa e o incompreendido chora
Pelas ruas o andarilho some
Intensamente busca o que perdeu
Sem saber que achou.
Nada entenderá sem ser compreendido
Compreendendo se perderá
Nas buscas e buscas exteriores
Como nômade pairando nos cantos do mundo.
O incompreendido chora
À inexistência do palpável
Pela terra escorrem entre os dedos
Os sonhos perdidos pela lembrança...
Ah! Tristes olhos
Por que chora em silêncio a dor que ninguém ver?
Por que deposita tuas lágrimas no oculto do teu vazio?
Por que corre?
Por que foge?
Por que se esconde?
Por que se disfaça?
Quando escuridão cobrir teus olhos e não enxergar mais nada, porque não volta seus olhos ao criador?
Coração Ardente
Pra que sorrir,
Quando a alma chora.
Pra que sorrir,
Se geme o coração.
Como uma máscara é o semblante,
Um dia acabará fundindo ao vazio imenso.
No silêncio da noite,
Coração dispara,
Libertado enfim,
O que por pouco me consumia.
