Chico Xavier - sobre Disciplina
Somos causas com quatro coordenadas, deslizando sobre a trama do universo. O acaso (ou destino) é o motivo existencial da passagem e finalidade das coisas. O tempo é o gatilho vetorial de tudo; move do tangível até o improvável; o inconcebível é o enigma da lógica, como também é a base do mistério da fé.
O sol indo embora e a noite chegando aos poucos sobre o mar do meu canto...
Eis o lugar de descanso e reflexão para o coração que sonha, que ama, que tem fé no futuro.
Aqui, os ares são de eternidade e de esperança em dias melhores... Sempre.
Seja Sol, seja Luz, seja Você!
Reflexões sobre "A alegoria da caverna" - Platão, 380 a.C.
(A partir da leitura do livro "A aurora de uma criança", REZENDE, Lenilson Moraes. Goiânia-GO, 2019)
Estaria eu falando não por mim, mas pelo ser humano - e daí, também, por mim, obviamente! - , inspirada nos ensinamentos de Sócrates? 🤷🏻♀
Quando estou habituado, condicionado, a ver as coisas de determinada forma, tenho dificuldade de ver o novo, de ver sob uma nova perspectiva.
O que vejo pode ser uma ilusão, mas não consigo (ou até consigo mas não quero) ver de outro modo. Nas diversas voltas da vida, é-me dada a oportunidade de enxergar: posso aproveitá-la ou não. Posso me libertar das minhas correntes, das minhas prisões, posso me curar da minha "desrazão". A escolha cabe unicamente a mim.
Ver algo novo pode ser difícil, pode incomodar, pode doer. Serei a todo o tempo tentado a ficar ou retornar para a minha zona de (des)conforto. Mas se eu persistir, lá na frente verei que terá valido a pena.
Preciso me permitir o novo. Preciso me esforçar nesse novo caminho. E então verei o sol, tal como ele é.
Ao ver o novo, ao ver a luz do sol, desejo que os demais a veja.
Tentarei falar sobre o que vi, sobre ver novas possibilidades. Estarei atento sobre a melhor forma de fazer isso, pois estarei focado em atingir o meu objetivo. Alguns, inspirarei. Por outros, serei ignorado ou até mesmo hostilizado.
Mas não posso desistir! Mais vale suportar qualquer provação do que voltar àquela caverna.
Preciso aprender a assimilar o mundo pela vista de quem está na caverna e não consegue (ou não quer) ver senão o que está acostumado a ver.
Preciso aprender a assimilar que minha essência - sol - está o tempo todo disponível para iluminar a minha prisão, basta eu querer quebrar as minhas correntes, basta eu querer enxergar, basta eu olhar para o meu verdadeiro caminho e segui-lo. Todos, sem exceção, somos sóis. Só precisamos decidir acessar a luz que pulsa dentro de cada um de nós.
Seguindo firme o meu caminho, subo e contemplo o que há no alto: minha alma ascende aos últimos limites do mundo inteligível, onde está a "Ideia do Bem". Percebo-a com dificuldade. Somente a vejo quando compreendo que ela é a causa de tudo o que há de reto e belo.
Se quer se comportar com Sabedoria, seja na vida privada ou na vida pública, você precisa ver a "Ideia do Bem". E "é preciso que se habitue, para que possa ver as coisas do alto", disse Sócrates.
Que possamos escolher ser luz e nos esforçar nesse sentido. E que possamos irradiar essa luz à nossa volta. Assim, contribuiremos para um "eu" melhor, para um "outro" melhor, para um lar melhor, para uma família melhor, para um trabalho melhor, para uma comunidade melhor, para uma sociedade melhor, para um país melhor, para um mundo melhor.
Quando Deus fala sobre Vida plena Ele não está falando do que você possui na terra mas do Amor que você possui Dele!
Meu coração insiste em te encontrar, seja no meio do oceano sobre o intenso brilho do luar, ou na imensidão do céu que trata de dizer que eu jamais vou deixar de te amar
Sobre seus objetivos, não importa se eles são simples ou complexos, bonitos ou exóticos, rápidos ou demorados, necessários ou supérfluos, se eles são seus apenas atinja-os...
Segundo o meu conceito sobre: sonhos, planos e objetivos em vida, é que eles só são sólidos se estiverem em processo de execução; se o dono dos mesmos que possui o poder de fazer acontecer está na inércia, os seus sonhos, planos e objetivos também estão, e como eles não possuem vida própria capaz de agir em prol de si mesmo, inexistentes são!
O entendimento que construímos sobre a vida nos remete às experiências pelas quais passamos e tudo que delas resultam, sob a forma de aprendizados e transformações. Nossos êxitos se forjam em iniciativas pautadas por alguma dose de ousadia e certa medida de desprendimento e, claro, alguns riscos inevitáveis que nos preparam para os enfrentamentos em diferentes níveis de dificuldades, mesmo que previstos. Acreditar que as iniciativas podem nos levar a descobertas sobre nossos limites faz com que nos olhemos com mais cuidado, principalmente em respeito ao que queremos ou entendemos que deveríamos ter. Compreender extremos que separam as vaidades das necessidades são de extremo valor quando nos propusermos a extrair dos esforços lições que nos mostrem que, às vezes, podemos ser frágeis diante de algumas situações, mas não significa desvanecimento, talvez precisamos descobrir em nós capacidades desconhecidas, mas que precisamos explorar de forma saudável para não ficarmos lamentando a falta disso ou daquilo, acreditando que sobre nós advém todos os males. É desnecessário e improdutivo reclamarmos injustamente do que não temos ou do que é difícil conseguir e quase sempre culpamos o mundo ou as pessoas, e da mesma forma é sem sentido nos lamentarmos de nós próprios, pois nossos empenhos e dedicações nem sempre nos levam ao que queremos, às vezes o caminho é longo e árduo. Muitas pessoas não cultivam o hábito da posse do agora dando importância ao que ainda não se realizou, pois se ocupam demais com isso e, às vezes, perdem muito tempo pensando no que lhes falta ao invés de valorizarem o que têm.
John Pablo de La Mancha
O sentido que nos leva às conscientizações é o mesmo que nos esclarece sobre nossos limites, e isto é bem próximo de um equilíbrio onde a racionalidade, às vezes perde espaço, dando vez ao incomum permitindo aos erros uma constância assustadora. Alguns pensamentos, que pareciam sem importância começam a ganhar vida produzindo palavras e atitudes antes desencorajadas por um medo cauteloso, então os ímpetos também aparecem como se fossem o inevitável destemor que precisava de um momento exato para marcar o destino, porém com a possibilidade de ser a mais errada das escolhas. Contudo os significados vão deixando rastros por um caminho ainda não percorrido que sempre esteve ao alcance das razões, mas distante do querer, e assim as pretensões se apropriam da coerência transformando quaisquer contrariedades em estímulos em busca de desconhecidas experiências, sem nenhuma certeza de que era o melhor a ser feito. Seguirmos nossas convicções em nome de desafios duvidosos, com a intenção de amadurecer ou simplesmente viver experiências, pode ser perigoso e irreparável, pois existem outras formas de crescimento que não exigem sacrifícios por vaidades, pedem apenas paciência e bom senso, pois aprender pela dor nem sempre resulta de uma decisão equivocada muitas vezes é pura teimosia.
John Pablo de La Mancha
Eu não sou o único homem sobre a Terra e talvez só haja Terra e homens.
Pode ser um deus, um engano.
Pode ser que ninguém tenha me condenado ao tempo(essa longa ilusão) a não ser eu mesmo.
Já não sonho a Terra , meus olhos não à percebem.
Já não sonho a noite e muito menos a manhã.
Já não sonho a vida eterna.
Já não sonho os céus.
Sonho o Sol
Sonho a lua
Sonho a aurora
Sonho a dúvida e a incerteza.
Sonho o dia do eterno amanhã.
Mas talvez não haja amanhã,
talvez eu morra, talvez eu nasça e talvez a vida seja, assim como essa descrença, infindável e ininteligível.
Sonho, talvez, um sonho.
Nós temos muitas visões sobre "como ser cristão" e quase nada ou pouca coisa da visão do Cristo. A forma partidária como vemos a vida e as relações nos condena. Parece que não aprendemos nada com Cristo sobre as bases das intenções no coração.
A vida é uma parábola com inúmeros significados. Que remontam sobre a existência humana no mais remoto do inconsciente imaginário.
minha face na escuridão,
você voa sobre meu coração,
nunca espere viver até te conhecer,
sempre pairo pela cidade,
entre laços da perdição...
perpetuo meus pensamentos,
descubro que a vida apenas começou,
passando por cada momento
esperando que os dias morram
para que a noite seja perpetua.
Se me pedissem para escolher agora, eu teria lido a parte sobre vazio. Essa é a única parte verdadeira. Tudo é vazio e fútil. (...) Nunca conseguimos o que queremos.
Ela é como uma noite estrelar
És como uma chuva
Sobre a brisa do mar
Sentimentos afloram sobre a sua calma
Sonhos perfeitos de amor
No céu azul alivia-me a alma
Te ver sentar sobre a areia do mar
Vê-la sorrir na imensidão azul é magnífico
A noite vem surgindo e com ela vem o luar
Viola na mão e uma nota de dó
E antes do luar estrelado
Contemplamos o pôr do sol
Ah amada minha como és belo seu olhar
Tão bela me fascina, me encanta
Fico desejoso de novamente te encontrar
Quem sabe a chuva de pensamentos
Faz os nossos aflorar
Nos mais belos sentimentos.
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