Charles Chaplin sobre a Danca da Vida
Mundo, este poema
I
Não me atrevo a falar sobre as pessoas
Nem sobre os trajes humanos, desenvolvidos
Filhos da faminta industrialização
Fetos de insetos, merdívoros, repugnantes
O homem venera a destruição
Guerra, fome produz inocência
Inocência produz o novo produto
Consumido pelos merdívoros
Em cada hemisfério suas fumaças sobem
Cavando o buraco onde se põem os ovos
Impregna-se
Porém a lentidão dos olhos não vê
É fugaz, essa evolução merdívora
Pena...
Pena tem-se de um copo d’água
Metamorfoseado em vinho
Produtos alcoólatras
Que desperdiçam o fruto pela decadência
II
Nas antigas alamedas
Hoje as ciências obscuras
Não haverá mais o novo velho
Cientificamente haverá o velho novo
Imerge-se e emerge-se
Através de uma nova Lei Gravitacional Tecnológica
As lágrimas coroem o rosto
Os próprios Oceanos consomem os peixes
O ar irrita os olhos
E a terra, estas várzeas continentais, absorve os pequenos seres...
Mas há um lugar...
Um lugar onde esse poema se dissolve
Não se sabe bem onde
Talvez no futuro de uma criança
Ou no coração moribundo de um velho
Ou no significado das palavras de uma dócil mulher
Um lugar onde os olhos adormecem
E o mundo é mundo.
A igreja católica, foi inventada para ter o poder sobre a sociedade, e pelo visto deu certo... Quem inventou essa maquina de fazer guerras? Nunca teve Deus no coração
Por mais que queira esquecer,
que deite uma pedra sobre tudo que aconteceu,
o destino entrelaça-me mais uma vez a você...
quanto mais penso saber tudo sobre você, percebo que não sei coisa alguma...
isso é perfeito! Detesto os previsíveis!
e descobri-lo a cada dia é mágico
é como um dedilhar colorido numa tela branca
é tudo de bom! Sempre!
As vezes fico lembrando do quanto vc sabe sobre mim..mas do que qualquer pessoa que eu conheça.. do quanto me sinto bem com vc,e do quanto apenas seu jeitinho...seu sorriso...seu olhar...e quando te via,até a sua voz me deixam louco por vc.
Preciso parar de pensar um pouco.
Refletir, apagar, e repensar sobre as coisas que eu deveria ter dito, escrito e publicado, não tem me levado a lugar nenhum. E acho que esse é o meu maior problema: eu perco os meu maiores pensamentos e textos na lixeira desse computador por não acha-los bons o suficiente.
E quem disse que eu tenho que ser boa ou sempre dizer coisas inteligentes pra agradar alguém?
Se um dia eu descobrir como essa ideia entrou na minha cabeça, juro que vou lutar contra isso.
Gosto de escrever pra distrair, pra tirar de dentro de mim algumas lembranças que já deveriam estar excluídas por definitivo da minha vida. Se bem que eu acho que não resolve nada, é só ler as minhas palavras perdidas nessas pastas do word, pra reviver tudo com todas as emoções e angustias. Não importa. Existe um tipo de passado que eu reviveria sem culpa nem pesar, esse passado tem 4 letras mas já rendeu muitas paginas escritas: VOCÊ.
No dia em que o caráter for mais valorizado que a carteira, estarei em paz para escrever sobre o amor.
Viver daquele jeito louco, sem se importar com o mundo, num canto qualquer falando sobre paz, amor e futuro
- Mamãe, preciso fazer uma redação para a escola sobre uma viagem. Qual foi a melhor viagem que você já fez? - perguntou a menina. A mãe fechou os olhos e as lembranças invadiram sua mente. A mulher sentou-se ao lado da filha no sofá.
- Eu recebi uma carta um dia, mas não era uma carta qualquer. Nem todos podem receber essa carta. E essa carta me dizia para pegar o trem na plataforma 9 3/4, e assim eu fiz. Eu pensei que seria só uma viagem qualquer, mas lá no fundo eu sabia que seria mais que isso, eu sabia que havia coisas grandes por trás dessa viagem, e eu estava certa. Nessa viagem, conheci meus três melhores amigos: Ronald Weasley, Hermione Granger e Harry Potter. Quando o trem parou, eu me encantei pelo que vi. Era um lugar mágico, era único, havia um enorme castelo, bruxos com suas varinhas, e havia magia por todo lado. A partir do momento em que vi aquele castelo, eu sabia que minha vida jamais seria a mesma, e eu estava certa. Sabe que castelo era aquele? Era A Escola de Magia e Bruxaria de Hogwarts. Acredita que havia uma professora que virava um gato? Havia um chapéu, e esse chapéu falava. Quando colocado na sua cabeça, ele dizia a qual casa você iria pertencer. Eu conheci pessoas maravilhosas, aprendi coisas que jamais irei esquecer, aquela foi a melhor viagem da minha vida, e eu já fui pra lá várias vezes, e sempre que sentir saudades posso voltar pra lá.
- Parece incrível, mamãe. Você pode me contar mais? - perguntou a menina.
- Infelizmente não, você tem que descobrir sozinha. - responder a mãe.
- Mas como? Eu posso fazer essa viagem também?
- É claro que pode. - a mãe se levantou, pegando 7 livros empoeirados na estante e os mostrou para a menina. - Está aqui.
- São apenas livros!
- Não, minha filha, não são. Dentro desses livros está a minha vida, a melhor viagem que eu já fiz. Se quiser conhecer mais, pegue-os e vá para Hogwarts, vá para o melhor lugar que já existiu. Você vai aprender muitas coisas, vai amar muitas pessoas, vai rir, vai chorar, e acredite: sua vida nunca mais será a mesma.
O ódio nunca prevaleceu sobre o amor sabe por que? Porque primeiro tu amas e depois você aprende a odiar, mas quando você perdoa, você ama novamente.
” Por um momento eu passei a acreditar em tudo o que me diziam, mais eu refleti, pensei sobre as coisas que me acontecera as coisas boas ou ruins. Mais eu um belo dia, coloquei minha cabeça no travesseiro e pensei em tudo,analisei. Quando eu acordei no outro dia dei por mim, eu disse pra mim mesma que eu tinha mudado! E eu me pergunto ás vezes, foi ruim? Não, foi ótimo eu passei a enxergar as coisas de um modo muito melhor! Passei a acreditar naquilo que me parecia verdade, eu passei a olhar bem nos olhos das pessoas e falar tudo o que deveria, não posso dizer que não tenho mais medo, porque eu tenho medo. Não posso dizer que eu não tenho defeitos, porque é com eles que eu me torno a Luzia de hoje, eu choro? Sim, por cada coisa idiota mais depois eu levanto a minha cabeça e eu digo que não posso ficar assim. Eu não ligo mais, pra quem falar de mim, é até bom falar que eu fico famosa! rs. Eu não sou perfeita, aliás eu acho que ninguém é perfeito. Se eu falar a verdade, eu me torno grossa mais eu não ligo eu tenho que colocar tudo pra fora não posso dormir com isso me sufocando acordar com isso me sufocando é muito ruim sabia? Ás vezes, eu sinto raiva de mim mesma , sinto raiva de muitas pessoas. Querido, essa sou eu, esse é meu mundo. Espero que compreenda! “
Refletir sobre algo que ainda haverá de acontecer, pensar naquilo que se passou e fazer o seu futuro interior.
Eu já me cansei de ouvir que um dia tudo isso vai mudar, me cansei de criar expectativas sobre pessoas insignificantes, me cansei de amar e não ser correspondido, cansei de tentarem tirar a minha liberdade. Mas só confirmo uma coisa, pra eu estar tomando certas decisões, eu tenho as minhas razões.
Sobre flores, ervas daninhas e mergulhos indevidos
“Joga pra cima: se voltar, é seu”. Num dia desses, estas poucas palavras foram repentinamente lembradas e conseguiram prender minha atenção enquanto eu andava apressada no caminho de casa, querendo chegar logo nalgum lugar que pudesse trazer pelo menos um pouquinho de paz àqueles dias conturbados.
Já faz tempo que tenho essa vontade de passar. Queria te jogar pra cima, te deixar ir – e assim, me libertar também. Mas meu coração parece que integrou você a mim, parece que você se camufla aqui dentro e não me deixa te achar – nem quer sair. Vai ver é essa estranha morada, que mesmo tão cheia de marcas, você adotou como sua. Coração instável, inquieto, incompleto, incansável. Coração tão cheio de “ins”, prefixos de ausência, negação. Coração esgotado, mas que você – sabe-se lá como – ainda consegue plantar alguma coisa.
Ando tão cansada de ser pra fora. Mas ainda acredito que assim somos mais verdadeiros, justamente por possibilitarmos mais facilmente o toque, o “ser tangível”. É quase como se fosse possível pegar os sentimentos, tocá-los, sentir a forma mais pura, quente e simples. Cansada de ser teimosa, também. Porque pegaram meu coração, deram uns apertos, chegou a machucar, e ainda continuo querendo ser tocável; mesmo estando tão cansada que até chego a pensar, mais de uma vez ao dia, em me trancar do lado de dentro.
Preciso me organizar, jogar fora o que é velho e parar com essa mania de lembrança dos cancerianos; mas quando penso em ser pra dentro, lembro como, quase nunca, vale a pena ser tão pra fora. Gosto como tudo se torna tão intenso, de como você chega tão perto do meu coração. Não consigo desgrudar de nada, nem sequer de você, erva daninha que cresce junto às flores que cultiva com esse estranho carinho.
Eu é que não me deixo passar, e por essas e outras, tenho que tomar cuidado comigo mesma: é nessa de tanto me lembrar das coisas boas e filtrar as ruins, que acabo esquecendo a facilidade com que os que vivem pra fora têm de cair. Por mais que os momentos que quase nunca acontecem sejam mais importantes na minha contagem, preciso lembrar-me das quedas. E foi por isso que desisti de te procurar aqui dentro.
Fica, meu bem... eu preciso de você. Eu preciso me lembrar daquela euforia que senti ao mergulhar no rio dos teus olhos pela primeira vez. Principalmente, eu preciso me lembrar o quanto doeu sair daquela água gelada e, ainda assim, ter coragem o suficiente de colocar o coração do lado de fora de novo.
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