Charles Chaplin Amor Proprio
Civilização! Grande palavra de que se abusa, e cujo sentido próprio é tornar civil, sociável, cortês. Há civilização pela religião, pelo pudor, pela benevolência, pela justiça, pois todos eles unem os homens; e há incivilização, ou volta à barbárie, pela contestação, a irreligião, a imprudência, a audácia, a ambição, o amor exclusivo de si mesmo, a procura desenfreada do lucro, pois todos esses separam os homens e limitam cada um a si mesmo. Joseph Joubert, Pensamentos
A Maria, jardineira das flores do próprio túmulo.
Co'a lata na cabeça parte a moça,
(na estrada triste e torta ela se some)
que tem ela, Maria, senão força?
que tem ela, Maria se não nome?
A lata bate forte e se encerra
Um tambor ruge vulto no estombo
Mal se difere a moça e a terra.
Se entortece Maria e o seu lombo.
Enquanto pinga gota da lata
e gota até do corpo dela,
No chão vasto pisado nascem flores
Quando a noite cai co'a lua prata
E a morte desce rude em sentinela
morrem latas, Marias e amores.
É preciso começar por se conhecer a si próprio, numa espécie de viagem interior guiada pelo conhecimento, pela meditação e pelo exercício da autocrítica
Caminhávamos para o nosso próprio fim, isso nos amedrontava. Pois Adão nos deixara uma grande dívida, o pecado, como herança, Mais Cristo pagou a dívida e nos deu de herança, uma nova vida, no seu reino, e nos reconciliou com Deus.
Sou um peregrino dentro de meu próprio pensamento, sou aquele que corre atrás do destino mas se esquece que talvez já tenha o alcançado. Quem sou eu?
A arte é feita para o público ver. Mas, por vezes, é o próprio público quem vira arte para, em seguida, ser visto por uma nova plateia. É assim, nessa relação entre o ver e o virar, que a arte e o público se transformam numa coisa só.
Uma mãe de verdade as vezes luta contra o seu próprio filho,e isto dói,mais não dói mais do que ver o mundo lá na frente esmaga-lo...
Há homens que trazem o sol dentre de si. Que possuem brilho próprio, carisma inabalável , que conduzem uma multidão pelas atitudes. Que fazem do próprio sofrimento um experimento para minimizar a dor do próximo. Há homens que transformam o inimigo em aliados a causa maior, que não se escravizam para conseguir a liberdade de ideias e ideais. Há homens que nasceram forjados no aço, que seus olhos ensejam um abraço, que suas mãos acenam para o mundo, que pulam os muros do medo desafiando a si mesmo. Há homens que honram a Humanidade, que orgulham a existência de cada semelhante. Há homens que, na sua essência, indicam a razão da nossa existência!
