Chantagem Arma dos Fracassados
A ignorância é o que alimenta a irrealidade. Conhecimento: a única arma capaz de mudar a realidade atual.
O sorriso é uma arma que ilustre que ilumina a vida dos humanos, que atormentados pela dor de viver, socorrem-se da alegria de estar no mundo e saboreiam os momentos de bem-estar que este universo oferece.
O silêncio do povo que vive na miséria acaba sendo a sua arma de vitória, pois, quanto menos pensa e fala, menos fome sente e mais vida conserva.
O populismo é uma arma letal para os Estados Democráticos, por isso, é preciso combater o radicalismo popular com obras concretas que satisfaçam os anseios do povo.
A ingratidão é uma arma letal, quando usada contra quem sacrificou a sua vida para fazer o bem, ela destrui o coração e alma todos os dias.
O amor é um tiro dado por uma arma sem munições, mas, que perfura com intensidade o peito de quem é alvo desse tiro.
A política quando mal usada, transforma-se em uma arma bastante letal, chegando mesmo a ser pior que qualquer arma nuclear.
O sol é uma arma frágil, cuja intensidade destrui com facilidade os vírus ruins, que tendem a aniquilar a bondade da vida.
ÚLTIMA POESIA
Você puxa uma arma
Eu mostro meu coração
Você aperta o gatilho
Essa é minha última poesia
Não a toa a arma do cupido é um arco: seus dardos são maliciosamente lançados e cravados no peito de um desavisado.
Suas pontas são embebedadas na imagem de alguém aleatório a quem passamos a admirar, e por mais que se tente, não conseguimos arrancar aquele dardo, então vivemos a perambular, com a imagem cravada pelo anjo, que o escolheu para amar.
O amor dói! são flechas impiedosas de uma criança; lançadas, nos enganam com a aparência da ingenuidade, doçura, inocência e leveza... Cada flecha é lançada ao seu tempo, fazendo com que a solidão seja a primeira companhia do atingido.
O cupido sofre com o esquecimento de também atingir o outro da imagem, e assim, o solitário sofre até aquele arqueiro decidir alvejar a quem deveria também no peito cravar a imagem daquela vida sofrida por amar.
Não adianta fugir, chorar, se esconder, fazer calar, se isolar, dormir... essa dor não se cura só! o amor só possui um antídoto: o amar. Até que se tenha, vira obsessão, sonhos, planos, imagens... Sem o outro não há alívio para sua dor, não há remédio para sua febre.
Ai do escolhido!, o amor fere a pele e atravessa o peito, sua dor é profunda e constante, seu arqueiro não usa critérios ou padrões, apenas atinge quem de peito aberto fica da vida a esperar, por isso ganha forças, foco e objetivos ao ser escolhido para amar.
