Chamas
Ele me deixa louca...
Ele me beija enlouquecidamente..
Como um vulcao em chamas..
Arranca minha roupa..
Ele rouba a cena... me tem inteira..
Indefesa.. completamente em seus bracos..
Me arranha.. me morde.. me ama.. me devora..
Me pega de um jeito tao forte.. perco o folego.. me arranca suspiros.. gemidos..
Me deixa tremula.. pedindo mais..
Sim senhor.. sim senhor..
Obedeco.. simplesmente faco suas vontades..
Em troca ele me da o extase.. me faz subir pelas paredes.. me possui inteira..
Corpo e alma.. depois vai embora..
Me deixa suplicando por mais..
quando se vai para o inferno não suas chamas que queimam a carne e nem dilacerações e sim as lembranças e as imagens de quem sofre na terra, com impotência as piores punições são deixadas no passado e no futuro,
pois esta inerte em uma escuridão tão profunda que nada pode fazer ou falar apenas observar o sofrimento eterno.
nas paginas do teu coração tudo são figuras...
as vezes tudo torna se destorcido,
em chamas de vaidades,
espalhadas pelo mundo,
revolto, como longe se expressa tristeza.
Tropa tu tem cuidado
a quem chamas de colegas
porque na hora da verdade
metem o rabinho entre as pernas.
Olhando a fogueira
Enquanto as chamas reluzem
O meu olhar, me devaneio
Em pequenas fatias
Do tempo, das coisas passadas
Dos momentos doces
E o que vejo à minha frente
São justamente isso
As chamas com a doce luz cintilante
Que se mistura ao vento da noite
Que me fazem pensar
Que atualmente
As coisas não são mais doces
Tudo hoje é mais rústico-agudo
Mas o que importa isso?
O que passou passou
Se os meus dias perderam
A doçura, pelo menos
Tenho essa fogueira silenciosa
E o meu espírito imortal de criança
Sempre vivo!
Que me faz mergulhar em devaneios
De cujo tempo onde as coisas
Não só eram doce, como faziam
Mais sentido!
(Doces Devaneios) 11/06/16
Percebo teu desejo em chamas
Teu amor em ruínas
Seus olhos tão claros, confusos
O teu corpo me chamas
Mas não me fascinas
São falhos disparos difusos
Não tenho amores vazios
São amares imensos
Sou ave buscando o verão
Somente uma música
Uma só melodia
Não forma a minha canção
São ideias opostas
Desejos distintos
O foco e a dispersão
Você me quer
Eu quero o mundo
Temos a mesma ambição
A Paixão não se apaga.
Não tem como esquecer essas chamas que te fizeram marcas inesquecíveis .
Mesmo que um dia teu cérebro tenha falhas de memórias, as marcas ainda serão inesquecíveis.
A dor é base de uma estrutura rachada, que se corrompe em chamas, trazendo o pior sentimento. Com ela não se pode conversar e não existem propostas visíveis. É um sentimento árduo, semelhante à espinhos que podem perfurar de um jeito doloroso [...]
❤️
LAVAS DO VULCÃO
Nascemos das chamas quentes do vulcão
Fomos expelidas para continuar queimando nas profundas crateras
Aos que nos querem venham em deterioração
Aqui só há lugar para sedentas bestas-feras...
Onde as chamas quentes queimam mas não clareiam
Somos vultos sombrios perdidos de nós mesmos
Os gemidos são músicas que desnorteiam
Entre tantos que tentam sair e vagueiam a esmo...
Do vulcão somos lavas adormecidas
Habitadas por funestas almas esquecidas...
mel - ((*_*))
19/agosto/2016
Um mar de calor sem valor
Caindo sob preludio
Naquela época que estava em chamas
Do seu silêncio a vida partiu-se
Como volume que se passou
Austero como aquele dia que morreu
Sendo uma grande parte das vezes viver
Apenas um momento para conseguir
O amor que lhe deu uma nova página
No teu coração que parou diante do amor.
Letárgico...
Eu me chamo solidão e tu te chamas saudade...
Escuto os passos do tempo...
E neste letárgico é a minha sina de poeta...
Nesta ansiedade rejeitada
levo comigo a tempestade
e na melodia dos raios e trovões.
Tu não vês a minha amargura
e esta dor verdadeira
deste sonho fragmentado queria apenas
Enganar o acaso...
Não costumo colocar minhas mãos no fogo por alguém, eu mesmo já estou em chamas. É preciso significar muito para que eu faça isso.
Corpo abrasante como
as chamas infernais,
Formato dos deuses.
Olhos voluptuosos
Transita entre delírio
e quem o faz surgir.
Com suas mãos efervescente
Agita a aura de
quem se entrega a elas,
Especialmente,
ao pressioná-la forte
sobre as nádegas.
E com seus lábios e dentes
Acaricia deliciosamente os ouvidos
E conduz o outro as chamas
Da qual se faz dono.
Pincelam juntos
O desenho da carne
E do amor fundidos.
Sobre uma cama,
Não param de fazer arte,
No mal sentido. (ou não)
E então seus lábios
Transformam-se
Numa morada das palavras,
Daquelas que amantes
Utilizam do 100 para os 1000°.
E se conectam profundamente,
Fundem-se.
Agito
Calor
Desejo
Toque
Beijos
Amassos
e também amor.
A arte de
Amar e fazer
E sentir
Amor.
Meus olhos soltam chamas
labaredas,
como vulcão jorram desejos
explodem.
Queimam, incendeiam...
pegam fogo,
é fogueira quando vão de encontro aos teus.
O que o vento trouxe só o vento há de levar,
as chamas já perderam o controle,
nem mesmo a água pode as parar;
a água que congelava agora ferve
em meio a essa luta solitária que empata e logo perde
e essas mãos trêmulas que se esforçam para se segurar;
uma mente em delírio se encontra e se perde
em conjunto a essas asas que lutam para não mais falhar.
Traga me o espelho da alma,
traga me paz,
traga me calma,
pois essas asas, ainda encharcadas pela água
são pequenas demais para voar.
E o vento levou o que precisava ser levado,
que a terra contenha as chamas
e finalmente o ciclo possa ser encerrado.
Mais um cadáver no jardim,
mais sofrimento, mais aprendizado;
me pergunto se finalmente a maldição me devorou,
se também serei condenado a viver a vida amargurado,
e que eu não pertença mais a mim
e que meu lugar seja ao lado
de todos esses corpos aqui enterrados.
Que minha alma ascenda e alcance paz,
o necessário foi feito e o passado não se desfaz.
Que a terra permita que eu descanse meus pés
e me dê forças para germinar e crescer uma vez mais.
[Mini história] - Reescrito.
O ponto de ônibus estava em chamas. O bueiro em frente, rachado, criando uma pequena cratera. O vidro dos carros, trincados e o chão pegando fogo por causa do calor. O vento soprava calmamente, aumentando a temperatura daquele inferno em questão. Os prédios se deteriorando em cima dos buracos que foram aparecendo aos poucos. As crateras nas ruas tornaram-se precipícios, tamanha era sua profundeza. As casas(...) - Ri por um instante, quando pensei em escrever sobre elas - não havia nenhuma afinal (recomecei). O que havia de moradia, se assim posso chamar essa estranha engenhosidade feita de aço e a prova de som. Um quadrado, por assim se dizer. A fome era mundial. Seres vivos de ambiente aquático, já eram a muitos anos considerados extintos, e a tendência dizia que tudo pioraria. Homens lutavam com sangue nos olhos, em busca de sua própria sobrevivência.
O mundo estava um caos ontem.Hoje, tudo é questão de sobrevivência. Custe o que custar. Uma crise que virou guerra.
Guerra !!!! Não por território, mas sim por alimento. Um único alimento. O único que restava. A carne. Humana ou não. Era comida. Era alimento. Era instinto. Era sobrevivência. Era a fome gritando mais alto, tornando o homem irracional.
Objetivo no fim, é sobreviver até amanhã.
E amanhã recomeçar tudo mais uma vez
- John. (Maio de 2016)
NOSTALGIA
Eu só queria, em mim, entender
Porque pagãos me perseguem...
Atiram-me fogo, chamas erguem,
Quando me veem em algo vencer!
Será que ainda vou compreender
Como tudo invejar conseguem,
Até o motivo porque me seguem
Numa empáfia sem nada dizer?
Talvez sim, quem sabe no infinito,
Eu ouça, nostálgico, algum grito
Dizendo que querem amar alguém!
Ou, talvez, quem sabe, já amam...
Uma vez que não se enganam
O tanto que eu vos amo também!
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