Cecilia Meireles Poemas Compromisso
Ai, tenho pensado tanto na gente.
Não sei como seria a minha pessoa sem Cecilia Castro hoje. Você mudou o meu mundo. Você se tornou meu mundo. Obrigado por ser a essência da minha alma, a matéria prima do meu alimento, a chama ardente no meu coração e a princesa nos meus sonhos.
-plr
↠ Mãe Cecília ↞
.
À minha mãezinha,
Ama-me de maneira infinita
Tu és minha Santinha,
Do coração puro e bonita.
.
Santa compreensiva,
Oriunda de vida corrida
Herdou fé e sabedoria,
Da Nossa Senhora querida!
.
Com a força de tua palavra,
Cecília é como a canção que se lavra:
Serenidade, felicidade e salvação,
E o poder da tua benção.
Falta-me
Falta-me chuva e um cobertor
Um copinho de achocolatado
E um livro da Cecília Meireles
Falta-me teu afago
Teu amor
Falta-me um abraço no fim do dia
Um ramalheto de flor
Para a mãe dos nossos filhos, Cecília querida,
Neste Dia das Mães, minha homenagem comovida.
Você sempre foi uma mãe protetora e dedicada,
Seu amor pelos nossos filhos jamais será apagada.
Com 22 anos, Lucas traz consigo sua essência,
Fruto do seu cuidado e da sua paciência.
E Helena, com 21 anos, carrega em seu ser,
O amor materno que a ajudou a crescer.
Você se doava pelos filhos, sem hesitar,
Buscando sempre o melhor, o caminho a trilhar.
Sua entrega e renúncia em prol da família,
São testemunhas de uma mãe que brilha.
Sofredora, porém prática e justa em sua ação,
Ensinou-lhes princípios, com amor e devoção.
Como uma cristã fervorosa, guiou seus passos,
Plantando em seus corações amor e compassos.
Hoje, mesmo que nossos caminhos tenham se separado,
Sua essência materna nunca foi apagada.
No coração de Lucas e Helena, seu amor reside,
E por toda a eternidade, ele sempre persiste.
Cecília, neste Dia das Mães, quero lhe agradecer,
Pelo amor incansável que nos fez florescer.
Sua dedicação e entrega não têm preço,
E sempre serei grato por tudo o que fez.
Que a vida lhe presenteie com felicidade,
E que sua jornada seja cheia de prosperidade.
Você é uma mãe extraordinária, além de ser,
Um exemplo de amor, força e mulher.
Feliz Dia das Mães, Cecília,
Que a luz divina sempre a guie com alegria.
Você é amada, admirada e valorizada,
Uma mãe especial, eternamente celebrada.
A Irmã de Cecília
Em tenra idade um vulcão ativo
ilude-me, faz-me cativo e hipnotizado
Fazendo com que as lavas incandescentes de mais uma fantasia
paralisassem-me, tornando os meus dias
em uma eternidade destruindo as lembranças do passado
Meiga, doce, encantadora
se torna assim uma traidora
aos olhos dos homens, aos olhos do mundo!
Uma traição perdoável
pois Cecília se tornou tão instável após sucessivas estações
Abduzi o espírito de Emília
rasgando seu peito, e em seu ventre
fiz jorrar o mar de minhas emoções
Óh! quão culpado me julgo
por desfazer mil sonhos mas não me culpo
quando em meus lábios sinto os beijos de Emília
que colocou sua vaidade
unida à todas vontades
na alcova que agora não mais é de Cecília!!!01/02/2014
W. Lira Franca
Cecilia
Nesse oceano veleja a poesia
O mistério das palavras
O silencio da solidão,
Vagas imensas,
Imensidão...
Arquipélago em mim,
Ilha na sua solidão
GRITOS DO POETA
Poemas, versos, poesias...
Contos, crônicas e frases curtas
são gritos... São sentimentos reprimidos.
Pelo menos os meus poemas são.
Meus poemas, versos, poesias...
Contos, crônicas e frases curtas são meus pensamentos;
Questionamentos armazenados na alma.
Dilemas, conflitos, mitos...
E até fuxicos, que evito externar,
Exponho nas linhas em versos.
Os meus poemas, versos, poesias...
Contos, crônicas e frases curtas
são pensamentos que me ensinam...
Não perturbo a mente ninguém,
nem fico com cara de bobo.
Conversar comigo mesmo,
conversar sozinho não me faz um tolo.
Sou esperto, sei a quem contos meus segredos...
Conto-os a quem vai ter que resolve-los.
POEMAS SEM NOMES
Não sei que nome daria,
ao meu último poema de amor.
Talvez daria o seu apelido...
Ou seu nome distorcido?
Quem sabe usaria um pseudônimo?
Nomes de trás para frente seria um mimo;
Se fosse o teu nome, e usaria como apelido, Sineos!
Ao invés de amor, eu escreveria roma;
Trocaria meu, por uem;
De eu, redigiria ue.
Meu último poema...
Que pena, não rima!
Pois, um nome não teria.
Amo-te em segredo...
De te perder tenho medo;
Por isso, não importa o tema;
Não importa a rima...
Amar-te é o que queria para sempre.
Quem pensa que quero saber:
A data de escrever...
E que nome daria ao meu poema sem nome,
do meu último poema ,se engana!
O que quero mesmo é usar a pena todos os dias;
Escrever muitos poemas:
Poemas sem nomes, poemas de amor.
SÓ
Me perdi por curvas tortuosas, sinuosas, errantes,
Já não faço poemas,
A inspiração,
Você a levou,
Procuro meus versos, rimas, estribilhos,
Você levou tudo,
Meus beijos, abraços, amor...
Tudo esvaziou em mim,
Mas te espero,
Que venha em meus sonhos,
Em cavalo alado,
Sonhos de perdidas ilusões...
Espero um novo tempo,
Achar-me-ei em todas as curvas,
Caminharei eu sem medo pelas ruas,
Minha inspiração voltará,
Pois surgirá belo,
Voando no Pégaso,
O reacenderá meus sonhos...
Me beijará sedento de amor...
Um pouco de mim em pensamentos;
Mais de mim por mim em palavras;
São poesias
São poemas
São as rimas
São as linhas dos meus versos
São os rabiscos e os riscos no papel ou nas telas.
PONTE DA SAUDADE
Na estrada tem uma ponte…
passa carro
passa gado
passa gente
passa quem quiser passar
passa o vento
passa o dia
passa a noite
passa o tempo...
só não passa esta saudade
de outra vez te ver passar.
POESIA
Esse é meu jeito de fazer poesia
as vezes com, outras sem rima
sem pontuação, às vezes com vírgula
sem perder a razão, uso a emoção
Escrevendo sério, às vezes brinco
sendo sincero, às vezes minto
Falando de amor ou de mazela
minh'alma está contida no âmago dela...
a poesia.
(publicada no livro: Antologia V - CAPOCAM Casa do Poeta Camaquense - 2019)
A RODA
Bendita invenção que nos conduz
por caminhos premeditados
a destinos tão desejados
nos leva com pressa
para cumprir um dever
sem pressa
para cumprir um prazer
bendita é a roda
que tanto roda…
(publicada no livro: Antologia V - CAPOCAM Casa do Poeta Camaquense - 2019)
ÁRVORE
O vento afaga tua infinita beleza
entre sussurros, acenas com leveza
Noite e dia cresces sem parar
Quantos em teu seio
conseguistes abrigar?
Este estar sempre no mesmo lugar
te faz sorrir e te faz chorar
Meus olhos não querem parar de te olhar…
Quem te plantou neste lugar?
DESDE JÁ
Um dia desses quando eu partir
não quero tristeza
e se quiserem chorar
chorem com leveza
Não perturbem minha paz
entendam…
estarei ocupado
escrevendo a derradeira página
da poesia de minha vida
Partirei tranquilo
não sintam pena
minha vida foi plena
Sorriam…
deixem minha alma partir serena.
(publicada no livro: Antologia V - CAPOCAM Casa do Poeta Camaquense - 2019)
EU
Eu...
no verde da mata
no topo da serra
no campo da várzea
na água do rio que vai
Eu…
no sol que ilumina
na sombra da noite
na brisa serena
na lua que sai
Eu…
no canto do pássaro
no vento que sopra
no sorriso da alma
no orvalho que cai
Eu…
poeta que sou
que canta em versos
a musa que encanta
Eu…
poesia que sou.
FRUTO DA CRIAÇÃO
Sou fruto da criação
de sábios progenitores
cultivado com sacrifícios
crescido sem dissabores
infância de maravilha
juventude de amores
vividas na plenitude
sem traumas e sem rancores
sou fruto da criação
de sábios progenitores
