Casulo

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Não adianta se esconder em seu casulo interior, porque precisará um dia mostrar a cara para todos verem seus erros cometidos

"Casulo "


Tão severo
Quanto o ar que respiro
Incontáveis vezes me desfiz
Assombrada pela inércia


Cacos que gritam me impuseram
Como destilar pelo fio invisível
a minha alma ?
Como mastigar os fantasma que me aplaudem?


Em tais falácias eu pairo
Como a brisa
Que é densa dimais para ignorar
E leve dimais para toca-la .


Me queime ...

Borboletas: Arte Viva

Vêm do casulo, obra da natureza,
Pintadas com toda a delicadeza.
São símbolos vivos de transformação,
Trazendo leveza ao nosso coração.

No mundo real, polinizam o ar,
Ensinar-nos a vida a renovar.
E na arte, na moda e na decoração,
Viram estilo, encanto e paixão.

Guardadas com zelo, em coleção,
Ou como brinquedo de pura emoção,
Sempre serão, com seu brilho e cor,
A mais perfeita expressão do amor.

O Voo da Coerência: Do Casulo à Liberdade Eletromagnética do coração Crístico:
Aquele que estremece diante do limiar do tempo, temendo a travessia, ainda não desvendou o segredo alquímico: como transmutar a dor em poesia rítmica e potente.
Em nossa essência, tudo é fluxo constante. Caminhamos em um perpétuo estado de vir-a-ser, onde tudo anda, se transforma, se transmuta, se metamorfoseia em busca de uma oitava acima.
É preciso ter a sabedoria das borboletas e, com fé inabalável, honrar o tempo sagrado da travessia. Nem lagarta, rastejando sobre o velho, nem borboleta, alçando voo sobre o novo... ainda.
Neste instante liminar, precisamos aceitar, com gratidão e paciência, o mistério do Casulo. O casulo não é uma prisão; é lar, é abrigo, é o ventre da gestação da alma. É o tempo que brinca de ninar os nossos sonhos mais audaciosos.
Mas não se engane: o casulo também esconde asas invisíveis.
É neste silêncio profundo que a mágica acontece. A borboleta só atravessa o Jardim e poliniza a vida depois que se transformou por inteiro internamente. Ela permite que cada parte de si doa e se desintegre, para que o novo possa renascer, mais leve e mais forte.
E o ápice desta metamorfose humana ocorre quando, no coração deste casulo interior, algo extraordinário se alinha. É a sincronia perfeita, a pulsação única onde o cérebro e o coração cantam a mesma frequência. É o instante da coerência.
Neste alinhamento cósmico dentro de si, as amarras do antigo eu se rompem. O ser humano liberta-se de vez do casulo não apenas para voar com asas físicas, mas para revelar suas asas mais autênticas: asas eletromagnéticas.
São asas tecidas em luz e vibração, irradiando a coerência Crística do ser para todo o Universo.
Asas de cristal líquido que nascem do coração...Elas são a nossa assinatura energética no jardim da criação, o nosso voo de pura liberdade.

A manhã surge como uma borboleta rompendo a escuridão do casulo, deixando-se banhar pela claridade que aos poucos a envolve, até que plena em toda a sua beleza exibe todas as cores da vida.

Chega um dia em que o casulo aperta,
em que a raiz, de tão profunda, transborda.
E a gente percebe que a verdadeira cura
não está em guardar a luz dentro de um pote, mas em ser o próprio farol.

"Reflexão"
"O casulo não é morada; é apenas um lugar de passagem. O processo até dói, mas é nele que você se transforma.
Quem vê a lagarta se rastejando, não imagina que o céu já a espera para o voo.
O seu estado atual não é o seu
destino final. Todo processo dolorido sempre nos transforma para o melhor."
@Suédnaa-Santos

É como uma borboleta,as vezes,precisamos sair do casulo pra voar.

O casulo é o fim para a lagarta, mas é apenas o começo para a borboleta.


SerLucia Reflexoes

"Quando o amor à vida tremula e o casulo familiar aparentar ser insuficiente para a socialização; é sinal que a mente está vulnerável, a alma tornou- se incrédula, o espírito está a caminho das trevas". - E o corpo?
- O corpo; ... padece.


160126

" Voar é normal
depois do casulo
o céu é o limite...

⁠A borboleta só sai do casulo quando aprende a voar.

Cuidar-se


Cuidar-se é voltar ao casulo para reencontrar a própria essência, renovar as energias e buscar o alimento que fortalece a alma. É resgatar a paixão pelo ensinar, que muitas vezes, se perde em meio à rotina, às demandas e aos desafios da profissão docente.
A lagarta representa o tempo da dasaceleração. É permitir-se caminhar em passos mais lentos, respeitando o tempo necessário para olhar para dentro de si , acolher as emoções e reconhecer as próprias necessidades .
Nesse movimento de recolhimento e transformação, nasce a força para recomeçar.
E, então surge a borboleta: símbolo da leveza da alma , da mente, das atitudes e das práticas pedagógicas . Um educador que se cuida ensina com mais sensibilidade, inspira com mais autenticidade e transforma com mais amor .
E chega o momento do voo. Voar é acreditar que sempre é possível ir além , superar limites, reiventar-se e alcançar novos horizontes . Afinal, quem cultiva o autocuidado descobre que pode , sim , ir além do sol. Transforme, transforme-se e alce voos cada vez mais altos.








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⁠Ela resolveu sair do casulo ...pois viu que voar era bem melhor do que se isolar ... se fechar, se trancar, se guardar de tudo..vai te fazer perder o mundo aqui fora... e as coisas extraordinárias que poderiam te proporcionar... sai da tua zona de conforto ..o mundo espera de braços abertos pra te ver feliz ... só você pode fazer algo bom por você mesmo! Não espere que ninguém te dê asas...voe por si só!!!

⁠Torcem pra você viver em um casulo...odeiam quando você se transforma em borboleta..
Moral da história: amam te ver na desgraça...no caos , detestam as tuas vitórias, teu sorriso no rosto...
tua felicidade incomoda!!!

Filhos são comparados a borboleta, só permanece no casulo até criar suas asas de voar para a liberdade.🕊

O deserto não é para qualquer pessoa, porque o deserto e o casulo de contenção.!




Sonia Solange da da Silveira
Ssolsevilha
Poetisa do cerrado

Borboleta que não sai do casulo,
Se perde no tempo.

A lagarta acreditava que o casulo era o seu túmulo. Debatia-se contra as paredes estreitas, lamentando a perda da liberdade. O que ela não sabia era que algumas prisões não existem para nos limitar, mas para nos ensinar a voar sem medo da altura.


- Tiago Scheimann

BORBOLETA
Nasci num casulo
Como a borboleta...
Num corpo limitado
Presa por um cordão
Sem saber bem a razão
Não lembrava do passado

Até que um dia...
No tempo certo me libertei
Através da minha essência
Do colorido da minha alma
Livre, leve e solta
Abri as asas e voei

Foi o êxtase da vida
A libertação do pecado
A transformação do encarnado

Voei, voei e voei...
Conheci o verde das matas
Pousei nos lírios dos campos
Nas rosas do jardim
Onde as cores
E o perfume das flores
Se misturavam em mim

Sentia a carícia do vento
Que no compasso das minhas asas
Meu vôo harmonizava
No pouso, bebendo o pólen das flores
Outras flores semeava

A borboleta tão frágil...
Tão leve e pequena
Nessa simples passagem
Encontra a felicidade
E assim...
Como tantas outras borboletas
Pousava...
Para seguir nova viagem

Inserida por Waldetes