Casemiro de Abreu Poemas
Quando quiseres amar de verdade não se esqueça de ódio pois ele é o elemento fundamental no amor...ok
As vezes posso estar triste por nada der certo, mas ai fico feliz por que me lembro que tudo que não da certo eu me supero.
Muita das pessoas pedem um lugar no céu, outros pedem um pedaço de terra para viver, alguns pedem riquezas e outros até pedem o impossivel...mas eu peço-te 1 lugar no teu coração...
Se olhares para cima, veras um Deus que te ama e cuida de ti...Se olhares para trás verás os obstáculos que já ultrapassaste, e se olhares para frente verás as oportunidade... por isso não desista dos teus sonhos.
O negocio é se da valor sem humilhação, quem sabe assim encontro a princesa que tenha a chave do meu coração.
Todos os meus pensamentos só me levam a você, nossos abraços, beijos, olhares e sorrisos, tudo isso só me lembram você
Será verdadeiro somente com o que se diz não se afaste da realidade do que se pensa ou o que se faz.
Não vale a pena falar sobre meus problemas – são muito meus, você não poderia me ajudar. Também não vale a pena fingir um equilíbrio que não tenho. A gente tem que descobrir maneiras – sejam quais forem – de ficarmos fortes.
E ficamos nessa de vai e não volta, nessa indecisão de uma certeza, na negação de uma vontade. Eu te amo e você me ama, mas o nosso amor não é o suficiente para nos unir. Precisamos de algo que ainda não temos.
Descobri — numa carta de Clarice Lispector para Lucio Cardoso — que polisipo, em grego, significa “pausa na dor”. Têm sido, estes dias, polisipos.
As circunstâncias não devem ser desculpas para se alcançar os objetivos, portanto transforme-as em impulso e o objetivo será alcançado.
Uso do percalço e calço, palavras óbvias que se aplanam por desastre de um otimismo. Que eu piro e me permito...
Letras que não fazem sentido, quando ao óbvio me permito, entre atritos com meu grito. Desabam nas entrelinhas da minha vida de cor púrpura; Hora ou outra me permito ao capricho de certas escolhas que me fazem flutuar.
Me apaixonei por você e só... explicação nenhuma tenho, quando ao coração me permito adentrar sem bater. Ah!!!! Esse medo de se entregar e ser um ser em dois; sim isso mesmo! Um ser em dois, carregando o fardo desse sentimento que não me da sossego um só segundo... Amar e amar, esses loucos que são sábios, nunca amam, quando amam se tornam tolos... Como queria aprender a arte de não amar.
Fiquei triste ao ver um criança usando um óculos escuro chorei por não poder compra um ao ver que a criança era sega parei de chora
Voragem, vórtice, vertigem: ego. Farpas e trapos. Quero um solo de guitarra rasgando a madrugada. Te espero aqui onde estou, abismo, no centro do furacão. Em movimento, águas
"Antes de me pôr a caminho, abro devagar e completamente os braços para depois fechá-los arredondados, tocando suavemente as pontas dos dedos de uma das mãos nas pontas dos dedos da outra, como se faz para abraçar uma pessoa. Mas não há nada entre meus braços além do ar da manhã. Suspiro, sorrio, desfaço o abraço. Então, com as mãos vazias, finalmente começo a navegar..."
Quando não se tem a voracidade de registrar o que se vê, vê-se mais e melhor, sem ânsia de guardar, mostrar ou contar o visto. Vê-se solitária e talvez inutilmente, para dentro, secretamente, pois ninguém poderá provar jamais que viu mesmo. Além do mais a memória filtra e enfeita as coisas. Até hoje não sei se aquela Ciudad Rodrigo que vi pela janela do ônibus, envolta em névoas no alto de uma colina no norte da Espanha, seria mesmo real ou metade efeito de um Lexotan dado por meu amigo Gianni Crotti em Lisboa. Cá entre nós, nem preciso saber.
