Cartas para Pessoas Especiais

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Do não que já se tem


A maioria das pessoas não está preparada para receber um 'não'. Mas, se elas se dessem conta de que o não elas já têm... perderiam o medo. Se já o têm, não há como ganhá-lo.
Então, se não fizerem nadinha de nada, o máximo que pode acontecer é permanecer no não. Que já é terreno conhecido, é zona de conforto.
Com você é assim também? Não consegue administrar os 'nãos'?
Então, acostume-se, sua vida estará repleta de 'nãos' – é tudo o que você já tem.
Agora, arrisque-se... o mínimo que pode acontecer é você permanecer no não.
O mínimo...


Rosangela Calza

As pessoas nas redes sociais colocam o que querem para você acreditar no que ela quer que você acredite.


"A mentira visualizada e compartilhada mil vezes se torna verdade.".
Mas, é preciso saber contá-las e compartilhá-las.
Seja por quem estiver contando para quem estiver acreditando.

Quando você é chamado para liderar e ser suporte de pessoas mais sensíveis, o inimigo da sua alma não vem fraco, ele ataca direto o teu psicológico, tentando te confundir, te cansar e te fazer duvidar de quem você é.

Mas não esqueça para o que você foi chamado.
Você não foi escolhido por acaso, foi preparado no secreto para suportar o que muitos não suportariam.

Você veio para fazer a diferença… então permaneça firme, porque até as tuas batalhas estão formando a autoridade que vai transformar vidas.

Nem sempre o que as pessoas chamam de depressão é, de fato, depressão.

Às vezes, é uma mulher exausta por carregar responsabilidades que nunca foram divididas. É uma mãe que cuida de todos e se esqueceu de si mesma.

Às vezes, é alguém que entregou lealdade e recebeu ingratidão. Que confiou e foi traída. Que estendeu a mão, acolheu, permaneceu… mas, quando precisou, encontrou o vazio.

Há pessoas que não perderam a esperança. Apenas foram feridas tantas vezes que aprenderam a silenciar a própria dor.

Antes de julgar, ouça. Antes de rotular, acolha. Antes de tirar conclusões, lembre-se de que cada pessoa enfrenta batalhas que nem sempre são visíveis.

Há dores que remédio nenhum cura. Elas precisam de presença, respeito e amor.

Num mundo de pessoas vazias, continue sendo essência.

Enquanto muitos escolhem as aparências, escolha a verdade.
Enquanto muitos seguem tendências, preserve seus valores.
Enquanto muitos buscam aprovação, mantenha sua identidade.

Porque aquilo que é autêntico não precisa de máscaras para permanecer.

Continue sendo essência. É isso que faz você inesquecível.

Aprendi com o meu coração que devemos ser gentis com as pessoas, que devemos tratar todos da forma como gostaríamos de ser tratados.

Tem muita gente sofrendo calada. Tem gente tendo dias maus todos os dias, e não vai ser eu quem vai piorar isso.

Aprendi a respeitar as pessoas mesmo sem conhecer suas histórias de vida, porque sei que cada ser humano carrega sua própria trajetória, suas lutas, suas dores e seus aprendizados.

Aprendi que definitivamente não é a distância que separa as pessoas. O que realmente as afasta é a frieza, a falta de diálogo e atenção, a indiferença, a falta de persistência na busca por compreensão e o irreverente “tanto faz”.
É isso que constrói muros, engendra silêncios ensurdecedores, assola sentimentos e transforma pequenos desencontros ou choque culturais em grandes abismos entre dois corações que se pertencem.
Vença tudo isso, e impacte a sua vida usando força e sabedoria para construir uma ponte sobre o abismo. Deus não brinca quando une pessoas, e Ele sempre será o alicerce dessa ponte.

(Aline M. Abdalah)

O Eco dos Que Se Fingem Cheios


Há pessoas que colecionam “amigos”
como quem coleciona vitrines. Abraçam todo mundo, beijam todo mundo, fazem questão de serem vistas em todos os lugares possíveis, como se presença fosse prova de valor.


Perguntam da sua família, do seu trabalho, até da loja onde você comprou a roupa, como se interesse fabricado fosse sinônimo de afeto.


Vivem famintas por rostos, forçando vínculos que parecem naturais, mas que sempre cheiram a mentira; manipulam com facilidade, moldando a própria imagem como quem esculpe uma versão vendável de si.


Mas basta olhar de perto, bem de perto pra enxergar o vazio. Um buraco fundo, frio, incômodo, de quem quer abraçar o mundo inteiro enão sustenta ninguém.


Gente que fala com todos pra não ter que conversar consigo. Gente que sorri demais para quem chega e pra esconder o silencio que dói. Gente que parece cheia, mas se desmonta quando fica só.


No fim, essas pessoas fazem parte de multidões ambulantes com almas desertas: muita festa por fora, nenhum lar por dentro.

O pacato tem vida longa.

Para viver, deixe viver. As pessoas pacíficas não vivem apenas, reinam. Ouça e veja, mas mantenha-se calado. Um dia sem tensões significa uma noite repousante. Viver muito e com gosto é viver duplamente: é fruto da paz. Tem tudo aquele que não se preocupa com aquilo que não importa. Não há bobagem maior do que levar tudo muito à sério. Manter-se aberto àquilo que não interessa é tão tolo quanto não se envolver com aquilo que interessa.

azul

Nunca entendi por que algumas pessoas têm cor.

Não a cor dos olhos ou da roupa. Aquelas a gente esquece.

Falo da cor que fica quando elas vão embora.

Você sempre foi azul.

Não um azul triste.

Era o azul do céu cinco minutos antes de escurecer, quando o dia ainda respira fundo antes de entregar a noite. O azul do mar quando o vento resolve descansar por alguns instantes. Um azul que nunca precisou chamar atenção para ser bonito.

Talvez seja por isso que eu sempre encontrava paz perto de você.

O curioso é que essa paz nunca foi silêncio.

Porque você também era um furacão.

Só que ninguém nunca fala sobre o centro dele.

Todo mundo lembra da força que arranca telhados, das árvores caídas, do caos. Mas existe um lugar no meio de toda aquela violência onde não venta. Onde tudo para por alguns minutos.

Era exatamente ali que eu me sentia.

Enquanto o resto do mundo parecia correr contra o relógio, você fazia o tempo perder a pressa.

As conversas aconteciam sem roteiro.

O café esfriava porque nenhum dos dois lembrava de beber.

As horas passavam como se alguém tivesse esquecido de fazê-las andar.

Era um furacão porque tudo mudava quando você chegava.

E era azul porque, estranhamente, nada parecia ameaçador.

Você bagunçava a ordem das coisas sem transformar aquilo em desastre.

Depois que você apareceu, comecei a reparar numa coisa estranha.

O mundo inteiro ficou um pouco azul.

O céu parecia maior.

As madrugadas deixaram de ser tão frias.

Até as músicas ganharam um espaço que antes não existia.

Era como se você tivesse mudado a temperatura das coisas sem tocar em nenhuma delas.

Eu nunca tive coragem de te contar isso.

Porque parecia exagero.

Como explicar para alguém que ela alterou a cor da sua memória?

Que existe um tom específico do fim da tarde que continua tendo o seu nome.

Que toda vez que vejo o oceano, penso naquele jeito tranquilo com que você olhava para o horizonte, como se soubesse de alguma coisa que eu ainda levaria anos para entender.

Talvez amar alguém seja exatamente isso.

Descobrir que as cores nunca pertenceram ao mundo.

Sempre pertenceram às pessoas.

Antes de você, azul era só uma palavra.

Depois de você, virou um lugar.

Um lugar para onde minha cabeça sempre volta quando precisa descansar.

E talvez essa seja a maior contradição que alguém possa carregar.

Você foi o único furacão em que eu desejei permanecer.

Porque, pela primeira vez, ser levado por alguma coisa não significava me perder.

Significava, finalmente, encontrar um lugar onde eu não precisava resistir.

Agora passo a vida inteira entrando em lugares bonitos que continuam não sendo você.

O céu ainda é azul.

O mar continua azul.

Mas nenhum deles consegue repetir a sensação de quando era você quem dava cor às coisas.

Descobri tarde demais que algumas pessoas não passam pela nossa vida.

Elas mudam a forma como enxergamos o mundo.

E, depois disso, nenhuma cor volta a ser apenas uma cor.

⁠Quantidade enorme de pessoas aguardando o Natal para receber algo útil ou comestível.

Quantidade expressiva de pessoas aguardando o Natal para doar algo útil ou matar a fome de alguém.
NATAl: dia de religiosidade, caridade bondade, respeito a todos e amor ao próximo.
Quanto aos outros dias é só aguardar novamente o NATAL.

FELIZ NATAL!




Como pode exigir delicadeza das pessoas, enquanto se permite viver de forma tão… libertina?
Não digo isso em tom de julgamento, mas de confusão sincera. Pois, ao mesmo tempo em que pareces saber exatamente o que procuras, tuas atitudes contam uma história diferente — uma história incerta, por vezes contraditória.

Muitos acidentes horríveis tiram a vida de pessoas, mas alguns dão vida a elas. Muitos crimes acabam resultando na morte de suas vítimas, enquanto alguns dão vida a elas.
Criminosos também fazem atrocidades para realizar seus desejos, prejudicando terceiros que, muitas vezes, nem conhecem. Um crime, normalmente, é um crime pela falta de consentimento da outra parte envolvida.

Eu olho ao meu redor e vejo cada vez mais pessoas dizendo que gostariam de encontrar alguém. Mas, ao mesmo tempo, vejo um número crescente de pessoas permanecendo sozinhas.

Se há milhões de pessoas querendo amar, por que elas continuam sozinhas?

Talvez porque já não estejamos procurando pessoas, mas experiências. Já não buscamos construir, buscamos sentir. Já não escolhemos caráter, escolhemos estímulos.

Transformamos homens e mulheres em produtos de um mercado afetivo, onde tudo é descartável e sempre existe a ilusão de que alguém melhor está a um clique de distância.

Na tentativa de romper com modelos antigos, também rompemos com referências que davam direção às relações. Muitos homens deixaram de enxergar valor em assumir responsabilidades. Muitas mulheres passaram a tratar a necessidade de amar e ser amada como algo que deveria ser escondido para não parecer dependência.

O resultado é uma geração que diz não precisar de ninguém, mas passa noites desejando exatamente aquilo que aprendeu a negar.

É curioso: passamos décadas tentando convencer as pessoas de que seriam mais livres sozinhas.

Hoje, a epidemia mais silenciosa não é a falta de liberdade.

É a falta de pertencimento.

As pessoas olham para mim e pensam:
"Como ela é esperta e bonita."
Ajuda a mãe e é uma excelente filha,
é um poço de simpatia infinita.


E, quando perguntam como eu estou,
eu digo: "Bem."
Mas, na verdade, estou destruída,
pois a verdade eles não sabem.


Há tanto tempo sinto falta de mim.
Será que sei onde foi parar essa parte?
Acho que a deixei para trás,
junto das minhas obras de arte.


A única pessoa que sabe como estou
é minha melhor amiga.
Ela diz: "Marca uma psicóloga logo."
Eu sei que ela não quer me perder,
então finjo que estou bem de novo.

Algumas pessoas preferem dias chuvosos.
Eles são reconfortantes como o colo de uma mãe.
Chuvosos como as lágrimas que caem.
Ventosos, com a sensação de colocar a cabeça para fora do carro.


Mas outras pessoas preferem dias ensolarados.
Pois são coloridos como um desenho de uma criança.
Claros como a luz do sorriso de uma pessoa especial.
E quentes como o coração que bate em mim.


Mas não há bondade sem seus malefícios.
Os dias chuvosos podem conter trovões.
Os dias ensolarados podem ser quentes demais.
Mas eu prefiro aquele que corresponde ao meu sentimento no momento.

Reflexão | @CulturaEscola

Julgar o comportamento das outras pessoas costuma ser fácil. Difícil é olhar para dentro de nós com a mesma sinceridade.

Uma reflexão inspirada no pensamento de Confúcio nos lembra que a verdadeira sabedoria não está em encontrar defeitos nos outros, mas em reconhecer nossas próprias limitações e buscar melhorar a cada dia.

Na família, na escola, no trabalho e nos projetos sociais, crescemos quando substituímos a crítica pelo exemplo, a condenação pelo diálogo e o orgulho pela humildade.

Antes de perguntar "O que aquela pessoa fez de errado?", talvez devêssemos perguntar: "O que eu posso fazer melhor hoje?"

Uma sociedade mais justa começa quando cada um assume a responsabilidade pelas próprias atitudes. A mudança que desejamos no mundo começa dentro de nós.

Pense bem. Ore sempre. Faça o bem.

@CulturaEscola – Educar é Cuida

⁠Lutar por ideais sem ter medo de se entregar
Pessoas dizem coisas sem sentido pra te contrariar
E é nessa vida sem sentido que querem te enjaular
A sua história vai ser algo que ninguém pode apagar
O brilho no céu explode e não são estrelas cadentes
Tirada mais uma vida de pessoas inocentes
Nascer no lado certo garante sua existência
E viver sabendo que vão tentar apagar a sua essência

- Segregar

Corações de Pedra


Há pessoas que parecem duras como pedras, mas, na verdade, nem sempre foram assim. Um dia, foram delicadas como pétalas de rosa, sensíveis ao toque e às palavras.


E corações sensíveis, como pétalas, tendem a ser mais frágeis, ferindo-se facilmente ao encontrar outros corações que, por também terem sofrido, deixaram de ser pétalas e se transformaram em pedras afiadas e cortantes.


Assim, a dor passa de um coração para outro, criando um ciclo de feridas que parece não ter fim.


Se um dia você tiver a sorte de encontrar um coração sensível como uma pétala de rosa, cuide dele. Não o machuque apenas para se vingar de um coração de pedra que, um dia, feriu o seu.


Porque quem escolhe preservar a delicadeza, mesmo depois da dor, também escolhe interromper o ciclo que transforma pétalas em pedras.


-Kaiane Macedo

"Muitas pessoas cresceram conhecendo um Deus associado ao medo e ao castigo. Mas o Deus Criador nos ama de tal maneira que nos concedeu o livre-arbítrio, respeitando nossas escolhas. E, mesmo quando erramos o caminho, Seu amor continua nos oferecendo a oportunidade de arrependimento, reconciliação e um novo começo."
— Fabinho Martins