Cartas para Pessoas Especiais
A Estranha Geometria da Ausência
Existem pessoas que a gente assume como parte da paisagem. Como a poltrona velha da sala, o barulho da chuva no telhado ou o cheiro de café passado às sete da manhã. Não precisamos olhar diretamente para saber que estão lá; elas apenas ocupam o espaço, garantindo que o mundo permaneça em ordem.
Ela era essa presença. A única que esteve lá o tempo todo.
Na mudança de apartamento, ela carregou as caixas mais pesadas não as de papelão, mas as da alma. Nas noites em que a ansiedade vinha, era a luz constante no fim do corredor. Conhecia minhas piadas sem graça e suportava meus silêncios de homem de poucas palavras, aquele mutismo típico de quem tenta resolver o universo sem usar verbos. Ela não cobrava explicações; apenas ocupava o espaço, segura.
Sempre achei que, se tudo ruísse, ela ainda estaria ali, segurando a última viga para que eu não fosse soterrado. Acreditava piamente na perenidade daquela âncora.
Mas a vida tem um jeito irônico de nos ensinar sobre a efemeridade. A pessoa que mais permaneceu foi a primeira a encontrar a porta de saída.
Hoje, quando chego em casa, a poltrona está no mesmo lugar, o café ainda tem o mesmo cheiro, mas o ar... o ar está leve. Leve demais. A ausência dela não é um grito, é um sussurro contínuo, uma frequência de rádio fora do ar que eu ainda tento sintonizar.
A única pessoa que esteve lá o tempo todo, é a única pessoa que não faz parte mais da minha vida.
Olho para o lado e há um vazio inabitado. Aprendi, da maneira mais seca possível, que presença não é garantia de permanência. E que o silêncio dela, agora, fala mais alto do que qualquer "adeus" que eu jamais ouvi. O tempo segue, as coisas mudam, e eu, um homem de poucos verbos, me vejo tentando aprender a gramática da solidão.
Crescer também inclui remover pessoas do passado da sua vida. As pessoas do passado guardam uma imagem antiga de quem você era. E quem não convive mais com você nunca vai ver, entender e as vezes até acreditar no seu crescimento.
Algumas vezes as pessoas inclusive precisam ter fixado na mente a imagem de quem você era, pra justamente não se sentirem culpadas por algum erro que elas possam ter cometido com você (já parou pra pensar nisso?)
O que dá pra fazer nessa situação é aceitar que você não controla o que o outro pensa. O importante é saber que o que importa é quem você é no seu presente.
A normalidade
As pessoas normais estão presas à normalidade e a normalidade à loucura. As pessoas normais matam. Matam por ódio, ciúme, amor cobiça e nas guerras. E nas guerras matam por amor, cobiça, ciúme, ódio e por vontade de matar. As pessoas normais não estão satisfeitas com o mundo e querem reformá-lo e, assim, destruí-lo. O mundo reformado é repleto de plástico, gases, ácidos, radiação e tanto lixo que mesmo as pessoas normais percebem a enrascada em que se meteram. Quando estão deixando de serem normais, essas pessoas logo procuram um médico que as normalize. Isso não tem efeito e elas procuram uma saída normal, como beber álcool, cheirar cocaína, injetar heroína, respirar a fumaça de cigarros ou começar a frequentar um culto religioso. Isso não dá certo e elas procuram o mais normal: trabalhar desesperadamente e viver dos sonhos que o cansaço produz. Cansados do cansaço, os normais adoecem e morrem, sendo enquadrados num túmulo onde não podem mais reclamar dos elogios e outros delírios que os outros dizem sobre eles.
Agora
As pessoas vivem muito, embora só existam por um dia. Assim pensava eu, na poltrona, tentando descrever as sensações da tarde. Os ruídos da rebelião e do caos soavam lá fora e eu percebi que o ódio e a visão pessimista, que eram minhas, haviam se espalhado pelo mundo. Eu tinha medo pelo meu temperamento e aonde ele iria me levar, certamente longe daqui.
Temos apego à inércia e tememos o desconhecido. Quando a chuva fria chegou para acalmar os ânimos, parecia que Deus tinha se arrependido e procurava reverter a situação em que todos tinham perdido as estribeiras. Gritos, urros dos policiais contra a falta de dinheiro, o mundo havia deixado de ser familiar. Sentado aqui, eu examinava o funcionamento da vida. Parece que, a cada dia nascemos ao despertar e, no final, com o sono, morremos, para renascer no outro dia. Só que, ao nascer já éramos outros, melhorados. É uma bela ideia, mas, se formos humildes temos consciência da nossa ignorância. O que sabemos é que pela manhã acordamos com impressões vagas, fragmentos de sonhos, com um humor inexplicável que se manteve até agora. Temos muitos preconceitos para entender isso, e o preconceito errado: o de que eu posso antecipar e prever o que acontecerá até o fim do dia. Se nos basearmos em tudo o que sabemos, o que é muito, mas inútil, a vida começa pela manhã, transcorre pelo dia e termina quando dormimos. Isso é tudo. Mas, o que podemos saber, ao admitirmos a nossa completa ignorância? O que haverá daqui a um instante se a vida cabe num suspiro, como a gota que desgasta o rochedo?
Este mundo vai se acabar
Haverá um tempo em que existirão poucas pessoas e os poucos serão gente de qualidade, não muitos supérfluos. A propaganda não existirá para promover o muito, o inútil e o daninho à vida, ao contrário, virá do real desejo de preservar e promover o conhecimento da sua Natureza. Os materiais usados serão mínimos, ampliados pela imaginação, que será usada por todos para criar, através da arte, um mundo que realiza a sua beleza. Assim, só haverá Um. A doença da cobiça se findará e o dinheiro não será mais sinônimo de culpa e auto sabotagem. Apesar dos seus inúmeros defeitos, as pessoas encontrarão um denominador comum que as una, fazendo que parem de competir e se voltem ao apoio de todos por todos, acabando a inimizade recíproca. Isso é difícil de acontecer, mas é inevitável, sob a pena de não haver mais humanidade.
Caxias
As pessoas acham que viver irá preencher o seu vazio, isso acontece, pelo menos é nisso que elas acreditam. A ideia, aqui, é justapor as experiências com as emoções, as memórias com as sensações até que se crie uma história. Naqueles dias, no velho apartamento, sentávamos sob o sol. Nos esquentávamos, no frio do inverno, naquela nesga de luz e apreciávamos o gosto doce e ácido das bergamotas. Só que isso não existe. Eu estou velho e as bergamotas há muito foram comidas. A minhacachorrinha morreu, não existe. Percorrer as memórias ativa o banco de emoções e produz a sensação de uma volta ao passado. Eu não sou ninguém, apenas um vazio. Esta casca, que muitos desprezam e que acham que é a residência de algo interior, é a existência. Queres conhecer a verdade sobre o mundo? Ela está bem na tua frente, ao alcance das tuas mãos. A profundidade está na superfície. Qualquer um que tenha sensibilidade já compreendeu que a realidade é uma forma. É algo que muda constantemente já que estamos sempre a criá-la. É a forma da nossa mente. Ela é a forma que contém todas as outras formas e que está contida em cada uma delas. Eu pensei que estava sendo límpido e claro, mas surgiu quem discordava, e ainda ficaram ofendidos, e queriam brigar. Parece que as pessoas têm um enorme apreço pelas suas convicções e não admitem que se discorde, imaginando que os que pensam diferente podem corromper a pureza das suas ideias. Claro, podem brigar comigo, mas não adianta, porque eu não tenho convicções, só tenho ideias velhas. O que está na memória não tem valor no hoje.
Ultimamente as coisas estão dando errado
Até quando feita certas, com tudo.
Pessoas, trabalho, escola
Sou julgado por todos, apontado por todos.
E é aí que eu não entendo, qual o erro?
Sou eu? Eu sou o erro?
O que eu fiz? Meu jeito, meu ser ?
Ou até mesmo minha alma?
Porquê me punes tanto?
Porquê me machucar tanto?
O vida sofrida, tão dolorida
E doentia
Estou cansando disso
Cada vez mais e mais esgotado
Me tornando incapaz de continuar tentando
No fim todos se vão, todos se afastam
E me deixam sozinho dnv e dnv
O ciclo sempre se repete e se repetirá
Pessoas vêm me conhecem e me deixam
Logo depois, nada está diferente tudo está igual
Do jeito que sempre esteve.
Espero qua algum dia as pessoas não se vá, é que esse vazio em meu peito diminua
Fila do osso... vergonha da realidade.
Fila dos restos do mercado municipal.
Pessoas dormindo no relento das ruas.
A rua dos drogados terminou ou foram realocados....
Farra da existência social...
Todo cartaz muta a visão dos inocentes tolos pois a realidade ambígua é a simplicidade no campo visual
O vulgo se o coração não vê o coração não sente...
Abismo social se torna lindo parque de diversão.
O espaço quantas contornos e destaques de clamor !
Será para aonde caminhamos dentro de tantos mundos multiculturais.
Fila do osso,
O bom prato,
Fila do mapa fome mundial.
O ser racional se torna navegante num mundo de desigualdade!
No plano de governo ganhamos uma visão do que virá sera uma retrospectiva de 2020.
As pessoas são usadas e jogadas fora!
A reciclagem das pessoas faz parte das antigas moralidade da geopolítica e politismo da boa troca de escambo.
As estruturas humanas são julgadas e pesadas e vendidas.
Quanto vale prato de comida?
O quanto temos que pagar pelo café?
A simbiose da economia são expostos pelas taxas e impostos pagos..
Tudo calculado em base de uma regime da politica.
Como um homem pode ser dono da sua vida?
Os costume do senado corroem a moralidade.. a ética deixou de existir.
Geopolítica, quebra as asas da democracia.
Politicamente correto da da direita o governo governa para o governo!
Nem ricos nem pobres apenas o governo do Império.
Entre as faces da fakes news todas notícias são manipuladas. Acreditar em quem?
Nos atos insanos façam amor
Esqueça a guerra...
Mais não esqueçam das pessoas,
Todos atos insanos pela ganância,
Tantas lágrimas veladas pelos filhos perdidos.
Tudo é feito por louco...
Os grandiosos diluem a paz e a descoberta de novas descobertas...
De novos valores para a humanidade próspera...
Num suposto sonho de esperança vivemos em uma época remota no tempo...
se eu quero você, não se preocupe com quem me quer.
eu não deixarei pessoas entrar, a porta está fechada, e a chave só abre com a sua presença, sem você essa chave não existe; pode ser quem seja, nenhum desses que me quer, é você, só você me importa, só você me faz assim, desse jeito; apenas o ser que é você, me importa e pertence a mim.
existem pessoas que dão a vida, uma pelas outras, que coisa linda, né?!
é uma pena que a humanidade esteja acabando com isso, as próprias pessoas estão deixando o amor para trás, e esquecendo o verdadeiro significado de amar, onde um “eu te amo” virou qualquer palavra, um “namoro” virou motivo de incerteza, suplência de carência e apenas um rótulo.
hoje, você demonstrar seus sentimentos por alguém, dizem que você está sendo emocionado, mandar rosas para quem você gosta,
assumir pra família, ter um amigo para todas as horas, que dividem sentimentos, momentos e boas memórias,
virou clichê.
onde simplesmente dizem ser impossível.
e a confiança?
essa daí quase não existe mais,
é abominante a maneira que está chegando o nível das coisas,
onde simplesmente confiar em alguém virou algo, raro, que na maioria das vezes, você diz confiar,
mas seu próprio cérebro te diz, confie, mas nunca cem porcento.
e cada dia que passa, as coisas bonitas, atitudes românticas, amizades verdadeiras, sentimentos reais, amor e empatia pelo próximo,
estão apenas se tornando cenas de filme.
Pele parou um conflito de guerra...
O sacrifício de um homem na frente de tanque guerra, pessoas foram contra a ditadura militar. Tudo mundo melhor.
As pessoas deviam olhar para o amor não fazer guerras criar conflito por ganância e luxuria do ego humano se pode dizer humano.
"Se a genialidade de Pelé foi o farol que dissipou, mesmo que por instantes, a névoa de uma guerra, e se a coragem de um homem diante de tanques foi a semente que rompeu o asfalto da opressão militar, por que insistimos em caminhar pelas sombras? Aqueles que nos antecederam plantaram o desejo de um mundo melhor.
É hora de arrancar as ervas daninhas da ganância que sufocam a nossa história As guerras nada mais são do que o incêndio provocado pelo ego, uma fogueira de vaidades que queima a nossa própria humanidade. Só o amor pode ser a raiz que nos sustenta e a água que apaga a nossa sede de destruição."
A pergunta que fica essas escolhas nos deixa a frente do grande filtro ou tras do grande filtro pois aa guerras so tras atraso tecnológico e ambiental.
Aonde vamos no inverso seremos cegos e vamos ser agressivo com ser pirata e predatório. Pensar no futuro é agir no presente em paz e consciente que temos presevar nosso ambiente aprender com meio ambiente todos estamos ligados numa teia ambiental. Que nosso bioma é unico no universo.
Diante do silêncio do universo, fica a pergunta: seremos capazes de superar o Grande Filtro da autodestruição, ou nos tornaremos apenas piratas predando o cosmos com a nossa cegueira? As guerras e o colapso ambiental são o atraso da nossa espécie. Salvar o futuro exige agir no presente, compreendendo que estamos todos entrelaçados na mesma teia viva. Nosso bioma é único no infinito; se não aprendermos a cultivar a paz e a preservar nossa casa hoje, seremos apenas uma breve faísca que o universo insistirá em esquecer."
Talvez ninguém saiba exatamente o que você carrega.
As pessoas conhecem o seu sorriso, mas não conhecem o seu cansaço.
Conhecem suas palavras, mas não conhecem seus pensamentos.
Conhecem aquilo que você faz pelos outros, mas talvez nunca tenham percebido o quanto você gostaria que alguém fizesse o mesmo por você.
Talvez você tenha aprendido a esconder tão bem aquilo que sente que, depois de algum tempo, até você mesmo já não consegue explicar o que está acontecendo dentro de você.
Você se acostumou a dizer:
“Estou bem.”
Mesmo quando não está.
Mas existe alguém que sabe.
Deus conhece aquilo que você não consegue colocar em palavras.
Conhece a lágrima que ninguém viu.
Conhece a batalha que você considera pequena demais para contar.
Conhece a noite em que você sorriu para todos e, depois que ficou sozinho, não conseguiu mais sustentar o peso.
“Senhor, tu me sondas e me conheces.”
— Salmo 139:1
Então, lembre-se:
Você não precisa fingir diante de Deus.
Pode chegar cansado.
Pode chegar confuso.
Pode chegar quebrado.
Pode chegar sem respostas.
Ele já conhece você por inteiro.
E, ainda assim, continua chamando você para perto.
Talvez algumas pessoas tenham ferido você.
Talvez tenham mentido.
Talvez tenham usado sua confiança.
Talvez tenham abandonado você.
Talvez tenham dito coisas que você carregou durante anos.
E talvez uma parte de você acredite que precisa lembrar daquela dor para nunca mais permitir que alguém faça aquilo novamente.
Mas tome cuidado.
Uma ferida pode ensinar prudência.
Mas também pode ensinar você a desconfiar de todo mundo.
A dor pode proteger por algum tempo.
Mas, se você permitir, também pode se transformar em uma prisão.
Perdoar não significa dizer que aquilo foi certo.
Não significa fingir que não aconteceu.
Não significa reconstruir uma relação.
Significa entregar a Deus aquilo que você não consegue resolver sozinho.
Você pode lembrar sem continuar vivendo dentro da lembrança.
Pode reconhecer a ferida sem transformá-la em sua identidade.
Porque aquilo que fizeram com você faz parte da sua história.
Mas não precisa ser o seu nome.
Me reeduquei da maneira errada.
Confiar no amor das pessoas é um erro. As pessoas são decisões ambulantes e transitórias; carregam em si o princípio da incerteza.
Quem ontem estava perto, hoje pode estar longe.
Quem está longe, às vezes deseja estar por perto.
Tudo é ilusão. A qualquer momento, você estará sozinho.
Ninguém realmente ama — apenas decide se fica ou se vai.
Aprendi a viver. Isso já não me afeta.
Posso amar, mas também sei desistir.
Não sei insistir, porque ninguém é ouro.
Carne podre sempre será carne podre.
Ponto dE VisTa
Tudo na vida depende do seu Ponto dE VisTa
Somos bons para as pessoas quando fazemos o que elas gostam, independentemente se isso fere à ti ou a uma outra qualquer pessoa, desde que ela seja beneficiada no processo.
Uns acreditam que somos àquilo que às pessoas dizem que somos.
Já outras,
Outras acreditam que somos àquilo que oprimimos porque a sociedade vai julgar se determinado perigoso ou estranho para elas.
No meu Ponto dE VisTa
Ninguém é!!
Porque se fossemos, todos teríamos uma única imagem sobre "nós".
Como pode? Uma pessoa ser:
-Calma, gentil e acolhedor.
Ser:
-Agressiva, repugnante e impulsivo
Como pode?
Confusão dentro de MIM
ORAÇÃO DO TRABALHO
Senhor, venho lhe pedir que abençoe meu trabalho e de todas as pessoas que trabalham honestamente. Guia meus passos e não permita que sofra alguma queda, acidente, violência, maldade ou qualquer outro mal, no trabalho ou fora dele, para que possa retornar bem ao meu lar. Rogo-lhe renovar minhas forças, durante meu descanso, para que possa retornar novamente ao trabalho e prosseguir evoluindo, com amor, saúde, disposição, bondade, paz, alegria... Amém.
Ela cansou.
Cansou de acreditar
que as pessoas poderiam mudar.
Que um dia iam olhar pra ela
e ver o valor que ela sempre viu nelas.
Cansou de esperar respeito
que nunca chegava.
De esperar um "eu gosto de você"
que morria na garganta dos outros.
Cansou da humilhação.
Da ironia disfarçada de brincadeira.
Do tom de voz que diminui.
Da mão que aponta e do dedo que acusa.
Cansou de mendigar amor.
De mendigar atenção.
De se fazer pequena pra caber
no espaço apertado que davam pra ela.
Ela conviveu com gente
que só sabia agredir.
Que só sabia diminuir.
Que tratava com falta de respeito
como se fosse normal.
Mas um dia ela entendeu:
Amor não se implora.
Respeito não se pede duas vezes.
E quem gosta de verdade, cuida.
Então ela parou.
Parou de esperar.
Parou de provar.
Parou de sangrar pra ver se alguém notava.
E começou a se escolher.
Porque ela cansou dos outros.
Mas não cansou de si.
E agora ela caminha sozinha,
mas de cabeça erguida.
Porque quem aprende a se respeitar,nunca mais aceita menos.
No trem Maria Fumaça, cada viagem é um capítulo de uma história única, e as pessoas que passaram por aqui são parte dessa viagem. Olhar para as fotos daqueles que embarcaram comigo é sentir risos, abraços que permanecem vivos na memória. Cada uma das imagens contam histórias e poemas compartilhados, de desconhecidas que se tornaram amigas e que construíram laços sobre os trilhos do facebook...
Alexandre Sefardi
