Cartas e Sentimentos
Na existência, os padrões comportamentais atuam como grilhões invisíveis, moldando e muitas vezes limitando a experiência humana. Essas repetições automáticas, frequentemente adotadas inconscientemente, tornam-se as grades que aprisionam a autenticidade e o potencial de cada indivíduo.
Esses padrões, muitas vezes enraizados na cultura, na educação e nas experiências passadas, agem como espinhos que ferem a expansão da consciência. Ao condicionar respostas automáticas, impedem a exploração de novos horizontes emocionais e limitam a percepção de possibilidades.
Essa repetição de comportamentos limitantes cria um ciclo vicioso, alimentando sentimentos de baixa frequência. A autoestima é corroída, enquanto a sensação de inadequação e insatisfação se torna constante. Esses padrões, como sombras persistentes, obscurecem a luz interior, impedindo a expressão plena do ser.
No entanto, ao lançar luz sobre esses padrões comportamentais, abre-se uma janela de oportunidade para a transformação. Reconhecer as amarras que envolvem é o primeiro passo para quebrar os grilhões. A conscientização se tornam aliada poderosa na quebra desses padrões, permitindo a liberação de sentimentos de baixa frequência.
Desafiar os padrões comportamentais limitadores exige coragem e auto-reflexão. A busca por novas respostas, a exploração de territórios desconhecidos emocionais e a adoção de práticas que nutrem a positividade são fundamentais para romper com as correntes que aprisionam o potencial humano.
Em um mundo vasto de possibilidades, é imperativo transcender os padrões comportamentais condicionados, liberando-se para experiências mais ricas e elevadas. A transformação interior, guiada pela consciência, desenha um novo horizonte onde sentimentos de baixa frequência cedem lugar à ressonância de uma existência mais plena e gratificante.
Em momentos de dúvida, a busca por provas muitas vezes revela algo mais profundo. Nem sempre é a visão que traz clareza. A busca pela verdade nasce do desejo de vivenciar, de sentir a essência do que parece distante.
Mesmo que não vejamos tudo com clareza, podemos aprender a confiar no que sentimos e nas experiências que nos mostram o caminho. E, quando finalmente encontramos o que procuramos, percebemos que o entendimento não está só em ver ou tocar, mas em aceitar o que o coração revela.
Em meio às dúvidas e tristezas, é a força de vontade que nos mantém de pé. Mesmo quando tudo parece turvo, há dentro de nós uma centelha que insiste em brilhar. A constância é o que nos guia quando o entusiasmo vacila — é ela que nos faz continuar, passo a passo, mesmo sem ver o caminho inteiro.
Sentir dor, medo ou cansaço é humano. Mas podemos escolher não nos afundar neles. Podemos transmutar esses sentimentos em aprendizado, em coragem, em combustível para recomeçar.
Cada lágrima pode regar uma nova versão de nós. Cada queda pode ser impulso para um salto maior. Que nunca nos falte fé em nós mesmos. Que saibamos honrar nossos sentimentos, mas não nos prender a eles.
Porque a alma que decide continuar, mesmo ferida, é a que mais se fortalece.
E seguir em frente é, muitas vezes, o maior ato de luz.
Somos muitos em um só dia.
Às vezes acordamos esperançosos, outras vezes calados por dentro. Podemos ser gentis pela manhã e, horas depois, impacientes. Somos luz em alguns encontros, sombra em outros. Não somos incoerentes — somos humanos, múltiplos, atravessados por memórias, sentimentos e vibrações que dançam conosco a cada instante.
Essas variações internas não são falhas; são convites. Convites para olhar com mais atenção o que sentimos, para perceber o que nos habita sem julgamento. Quando nos tornamos conscientes dessas mudanças, abrimos espaço para a alquimia interior. Podemos, então, transmutar medo em coragem, raiva em lucidez, tristeza em silêncio fértil.
Estar presente é o primeiro passo.
Reconhecer-se em cada versão é o caminho.
A consciência não nos impede de sentir — ela apenas nos liberta da prisão de reagir inconscientemente.
E é nessa presença que encontramos poder: o de sermos inteiros, mesmo sendo muitos.
Há quem diga que se tornou banal
Que já não existe, é algo que se perdeu
Há quem duvide da sua existência
Na fala de quem prometeu
Mas quando se é de verdade
As juras se tornam sinceras
No coração da pessoa certa
Ele floresce nas primaveras
O amor é real
Você pode acreditar
Se ainda não o encontrou
Por favor, jamais canse de procurar.
Moverei montanhas
sem atacar ninguém,
toneladas de terra
sem o braço erguer,
pedras serão plumas
sob a força da mente,
o céu tocarei num segundo
e o fundo do mar me espera,
tudo através de minha pena
pois a poesia é quimera
Quimera e sentimentos,
imaginários ou reais
quero que meus versos
sejam apenas linhas
em bandeiras brancas ao vento,
tremulando em busca da paz
Devemos aprender a usar a tecnologia. Porque ela pode matar antes de qualquer coisa...
Viver a realidade ainda que nos machuque, nos cura das coisas tóxicas que achamos ser necessárias, mas que não passam de necessidades fabricadas em que na maioria das vezes não é para toda e qualquer finalidade que criativamente determinamos. Como uma indústria de alimentos ser utilizada para outra coisa, e que põe em risco nossa saúde e o propósito original das coisas. Eu já sofro com esse mundo e pessoas vazias, que só vivem pela Internet. Que estão desenvolvendo fobias consequentes por causa da realidade. Mas intercalam com as pessoas reais que estão desenvolvendo fobias por não conseguir viver suas vidas normalmente, porque pessoas excessivamente conectadas que estão escrotas demais para conviver com gente de verdade e começam a atacar as pessoas por aí. Numa disputa de espaço, de atenção, de qualquer merda produzida pela insanidade do ego. Quanta gente anda virando programa de televisão? Quanto lixo tóxico anda se autopropagando? Ainda assim, eu não perco a esperança nas pessoas. Entretanto, prefiro pessoas que adoram terra, mato, do que as pessoas que constroem prédios para se trancarem dentro de salas, e logo mais nos seus computadores e aparelhos móveis escrevendo sobre os seus vastos conhecimentos de como se viver. Atacando pessoas e inventando outro tipo de lixo, um lixo que só recicla a desumanidade.
Já desabafei... agora, aos questionáveis, podem se sentir à vontade para se dirigirem a cotidiana rotina dos viciados em demolir humanidade e estejam conectados, mas lembrem-se, esta arma destrói quem a maneja.
Se jogou em um abismo profundo de melancolia, pobre garoto solitário. Não se sentiu ligado a rotina da felicidade. Preferiu ser derrotado por pensamentos conturbados e sentimentos vazios. Era assim que ele se sentia, não importava como estava cheio, nem o tanto de pessoas queridas em volta. Pois o sentimento de tristeza era sua morada, era como ele gostava.
Colocou em sua mente que tristeza era tudo que lhe restava, é que não importava mais nada. Como pode ser tão tolo? Aos poucos não lhe restou nada, oque ele sonhava lhe aguardava, a tristeza junto a ele era oque lhe restava.
Não apenas um fracasso, mas sim um completo fracassado.
Tudo que ele toca se desmorona, rasga feito lona.
Ele é mais um papel amassado que se encontra na lixeira,
Ninguém liga, Ninguém quer.
Pobre fracassado abandonado, tocou em tudo em sua voltou
E ficou apenas pó.
Pobre fracassado amaldiçoado carrega consigo a certeza que tudo para si é vão,
Lá vai ele correndo na contramão.
A ponte era feita de pedaços de madeira avariada e amarrada a cordas desfiadas. Vinham as tempestades e sentíamos frio. Recuava encolhida e as lágrimas inundavam aquele rio de descontrole de emoções e sentimentos... respirava fundo e me reerguia. Peguei tua mão e disse: "Vamos fazer essa travessia!"
Hoje, quando olho para trás, respiro fundo, e te digo em pensamento enquanto dormes e repousa tua alma nos mistérios de teu sono, que minhas mãos já alcançam o teu mundo...
UM VENDENDOR DE FLORES ENSINANDO A FILHA A ESCOLHER SEUS AMORES…
Pai, o que é amor?
É um sentimento.
O que é um sentimento?
É quando você gosta, mas não sabe o que gosta e porquê gosta!
Somente sente…
“Uma afeição é tão genuina, quanto inexplicável ela o é…”
Pai e quando sabe o que gosta na pessoa e porquê gosta…, o que é?
Uma conveniente admiração!
Bem-vindo(a) à página "Coisas que eu sei"! Aqui, você encontrará um verdadeiro refúgio para aqueles que buscam conhecimento, inspiração e reflexões sobre os mais diversos temas.
Acredito que o conhecimento é uma ferramenta poderosa, capaz de nos transformar e nos levar a um nível mais elevado de entendimento. Por isso, dedico este espaço para compartilhar ideias, curiosidades e aprendizados que podem impactar positivamente sua vida.
A poesia tem seu lugar especial nessa página. Através dela, busco despertar a sensibilidade e a beleza que existe dentro de cada um de nós. Ela é capaz de tocar corações, inspirar mudanças e conectar pessoas.
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- Edna Andrade
Rótulos Superficiais
Dizem por aí que sou arrogante, desinteressado, descompromissado. Na verdade, até me importo com algumas pessoas, mas a maior questão é, que, eu não tenho tempo para coisas triviais, sentimentos supérfluos... Gosto daquilo que verdadeiramente incendeia a alma, toca o espírito, que nos molda, que ressoa por dentro, que genuinamente nos conecta, entende? Gosto daquilo que é substancialmente verdadeiro.
“Entre Cachos e Sorrisos”
Num vestido claro, brilha a essência,
Olhar sereno, alma em presença.
Nos cachos longos, dança a poesia,
Feitos de sonhos, luz e harmonia.
O sorriso acende a noite calma,
Como quem fala com a alma.
É farol em tempo nublado,
É flor que resiste ao passado.
Seu semblante guarda doçura,
E na postura, a fé mais pura.
Mulher de força e de ternura,
Espalha encanto, cura e altura.
Na moldura simples do lar,
Brota um céu particular.
Pois onde ela passa, floresce
Tudo aquilo que a vida enobrece.
“Sentinelas da Praia”
No alto do posto, firmes no chão,
Três sombras guardiãs fitam o verão.
Entre guarda-sóis e a dança do mar,
São faróis de ordem a vigiar.
O sol se deita na linha do azul,
Enquanto a multidão se agita em um turbilhão sutil.
Mas ali, serenos, atentos, calados,
Três fardados erguem seus fardos pesados.
Não empunham armas de vaidade,
Mas o escudo da responsabilidade.
Protegem sorrisos, olhares, canções,
Mesmo em silêncio, dizem: “estão sob proteção.”
Na areia quente, o dever não cessa,
Mesmo quando o riso é o som que começa.
São mais que vigias do tempo e do espaço,
São rostos ocultos do bem no compasso.
Ao fundo, a brisa e o brilho do mar,
À frente, a missão de nunca falhar.
Três figuras que o povo mal nota,
Mas que sustentam a paz em cada rota.
“Sentinela do Mar”
No aço da farda e no olhar de aço,
carrega o peso de um velho compasso.
Homem do tempo, da guerra e da fé,
de alma erguida, firme como é.
Ao fundo, o navio — gigante a vagar,
no peito, o silêncio de quem vai lutar.
Não por glória, medalha ou canção,
mas por amor, por missão, por nação.
Fuzil em punho, destino em silêncio,
vigia as ondas, o vento e o tempo.
Na mente, memórias — no peito, calor,
de um lar distante que o espera com amor.
Não há medo onde habita coragem,
nem recuo em sua passagem.
Ele é ponte entre o caos e a paz,
soldado do mar, que nunca se desfaz.
“Na Selva do Ser”
Todo mundo quer ser o leão,
Rei da força, da decisão,
Querem a glória, o alto lugar,
Mas poucos se atrevem a lutar.
Querem o rugido que impõe respeito,
Mas não o silêncio de um peito refeito.
Querem a coroa sobre a cabeça,
Mas não o peso da realeza.
Ser leão não é só posição,
É encarar a dor e a escuridão.
É sair da toca sem garantia,
E enfrentar a vida, dia após dia.
É caçar quando a fome grita,
Proteger quando o perigo habita.
É sangrar sem perder a postura,
Ser firme mesmo na amargura.
A selva não perdoa quem finge ser,
Ela cobra de quem tenta parecer.
Só os verdadeiros leões permanecem,
Os outros caem… ou esquecem.
Por isso, antes de querer o leão imitar,
Pergunte-se: você está pronto pra lutar?
Pois ser o rei não é ter admiração,
É ter coragem… e coração.
Travessia
Julgaram-me acautelado de tantas buscas,
quando lancei-me a rebrotar das ausências.
Verguei como planta entre o ácido e o cume.
Fui-me ser anverso a deslumbrar inquietudes.
Nas sombras filtrei lume ao coração amainado.
E não me fui ser senão, outros caminhos vários,
A deslindar fragmentos que se entrecruzavam.
Egresso, fiz-me espera, para tantas vezes recontar-me.
Vaguei extensos sentimentos. Instaurei enternecimento.
Enxerguei um olhar. Cumpliciei ornamentos.
Modelei incertezas. Encontrei na travessia um amar.
Agora conspiro. Juntei-me ao tempo para atiçar infinidades.
Carlos Daniel Dojja
O que nos torna mais
Leve é encontrar
Lugares de amor.
O silêncio é uma resposta, a falta de tempo é uma resposta, agir como se não fizesse questão de estar com você, também é uma resposta…
A vida e as pessoas dão sinais o tempo todo, a gente só se surpreende se estiver olhando na direção errada, esperando pelo que não está vindo..
Qdo a pessoa não vem atrás de você é mais uma resposta.
A poesia limpa a alma e quebra os sentimentos.
Tira a dor e neutraliza sentimentos.
O mundo grita que você está ficando pra trás. Que sua vida já devia ter dado certo. Que o tempo está passando, e você está perdendo. Mas Deus nunca atrasa. E também não antecipa.
Enquanto você acha que está parado, Ele está alinhando o que você ainda não consegue ver. Não é sobre correr mais.
É sobre confiar mais. Você não está fora do tempo. Está no tempo de ser moldado. Porque quem anda apressado, se perde. Mas quem anda com Deus, nunca se atrasa. A promessa não tem prazo. Tem propósito.
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